30 de dezembro de 2013

Valdirene e a chula propaganda do BBB14

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Dando continuidade os desesperado esforço da Globo para alavancar o desgastado e desacreditado Big Brother Brasil 14, o autor da novela “Amor à Vida” continua empurrando goela abaixo dos telespectadores a chatérrima periguete Valdirene (Tatá Werneck) em sua tentativa permeada de cenas ridículas e super escrachadas para conseguir entrar no Big Brother Brasil. As cenas de ontem, da entrevista da periguete com Boninho e equipe, revelou mais ainda o baixíssimo nível moral da candidata despudorada e acostumada a um tipo de sedução típica de mulher putíssimamente ordinária. Pode ser que esse tipo de propaganda pejorativa funcione com as classes C, D e E e com homens consumidores urubolinos de qualquer tipo de carniça sexual. Como Boninho adora esse tipinho de mulher, é claro que Valdirene será selecionada para o reality, depois de passar pela casa de vidro com mais três candidatos, os dois atores da novela que a acompanham na tentativa de entrarem na casa e mais uma mulher bundalhuda, siliconadona, loura com o perfil típico das periguetes. 
Para completar a ridicularia, Pedro Bial vai aparecer na novela, fazendo aqueles discursos “filosóficos” sem noção, que a maioria não compreende, para anunciar a vitória de Valdelícia (nome que adotou para entrar no programa) na casa de vidro. Depois da participação pífia e desnecessária de Alemão, Max, Wolf Maya para serem quase estuprados pela periguete alucinada e depravadona, claro que Bial não poderia ficar fora do circo.
Valdelícia ficará 12 horas na casa do BBB14, mas será eliminada ou expulsa logo após passar somente uma noite na atração, depois de ter aprontado toda espécie de cenas de sexo, agarrando três dos participantes do jogo, levando o “Palhaço” ao desespero ao ver (pelo ppv) a que ponto descera sua amada devassa e periguete assumida. 
A saída da personagem deve ser definida pelas produções do BBB e da novela Amor à Vida nos próximos dias. No capítulo entregue nesta semana à Globo, o autor da trama, Walcyr Carrasco, não estipulou como isso será feito, somente que ela deixará o reality show após passar uma noite “se jogando” em uma festa e interagindo com a maior parte dos integrantes da atração, claro que bem no estilo escrachado de Fani Pacheco, Nathalia Cassasola e Monique Amim, as eternas rainhas da “putaria” (com licença da palavra) no Big Brother Brasil. 
A principal orientação do novelista é que a atriz “se jogue descaradamente em cima dos homens no confinamento" para provocar uma grande reação em Carlito (Anderson Di Rizzi), bem de acordo com o script que o diretor fornece a todas ao serem selecionadas (as que rejeitam as sugestões piranhosas passam a sofrer builling do apresentador capacho (piadinhas, insinuações maldosas, alusões inconvenientes, protecionismo a alguma rival, etc, etc, etc, como ocorreu com Francine Piaia, Gysele Soares e Ana Carolina Madeira, dentre outras/os prejudicadas/os escandalosamente pelas votações manipuladas.
Na trama, o MC Delícia, um limitado mental e corno convencido, vai assistir a tudo pelo pay-per-view. O capítulo de Amor à Vida que vai mostrar Valdirene no reality show e saindo do confinamento está previsto para entrar no ar no dia 16 de janeiro. A participação dela no BBB deve acontecer somente um dia antes da exibição na novela. O Big Brother Brasil começa no dia 14.
Até acredito que haja alguma intenção por parte do autor da novela Amor à Vida de fazer propaganda do Big Brother Brasil, quiçá a pedido da produção do programa, amedrontadíssima com a ameaça de um terceiro fracasso consecutivo do já desgastado modelo do reality show e da má condução do mesmo por Bial e pelo diretor desnorteado. Todavia, decodifico a mensagem de Waldir Carrasco como 20% de propaganda e 80% de crítica ferina e irônica ao programa. 
Valdirene tem o perfil bem semelhante ao da maioria das periguetes que empestearam a atração, desde o BBB7, no qual entrou a super escandalosa periguete Fani, lançando a moda da baixaria sexual, do desbocamento, da vulgaridade, dos barracos e das bebedeiras alopradas nas festas. A tagarela personagem lembra enormemente a Anamara, a medonha gralha barraqueira que tive de aturar em duas edições do programa. Como Anamara, Valdirene fala, fala, fala, diz montes de asneiras, cultiva o autoelogio, sem se dar conta da figura ridícula e tosca que é. Palrear é o que importa às duas. 
Valdirene é destituída de conteúdo, de vida interior. Ela é vazia, superficial e fútil como costuma ser a mulherada que participa do programa (com raríssimas exceções). O único objetivo que tem em sua vidinha medíocre é subir na vida, ficar rica e famosa, ter os holofotes da fama sobre sua insignificante pessoa, uma suburbana sem horizontes, tola e que se acha a última bolacha do pacote. Para conseguir tal façanha, a personagem mente, trapaceia, arma truques e não se submete a limites. Além de tudo, Valdirene não pensa, não sabe pensar. É planta rasteira, puro capim. Portanto, tem todos os pré-requisitos para entrar no BBB14, como expressão máxima da burrice curvilínea no cenário da bagaça que diverte a uns e enoja a outros. A periguete Valdirene topa tudo para conseguir entrar no BBB14, ela não mede esforços, faz de tudo, comete desatinos. Ao fim e ao cabo a impressão que ela passa é a de que o reality show não é para gente inteligente. Como propaganda do programa não me convence, não acredito que convença a ninguém. Em contrapartida, como crítica é excelente, faz o retrato mais caricata da maioria das doidivanas que participam da atração solft-pornô que adoro criticar... É muito divertido eliminar os/as piores, um a um. Delicinha!

27 de dezembro de 2013

A Música Silenciosa da Naturesa

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Há na Natureza como que uma música silenciosa,
implícita nas formas, imanente ao seu ritmo interior e originário.
Quer dizer, não é preciso que o homem crie, de fato, música de concerto.
A música existe de per si na própria vida,
não apenas na marcha das coisas,
no seu ritmo,
mas em cada instante em que a a vida for intensamente sentida.

[Adriano de Gusmão1962]



25 de dezembro de 2013

Terá mudado o Natal ou mudei eu?

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Nada me irrita mais do que ouvir pessoas afirmarem que a velhota de 65 anos de idade está na “Melhor Idade”. Já exteriorizei a minha abominação por este costume hipócrita de tentar mascarar com eufemismos idiotas a realidade dos idosos. Se a melhor idade é a que traz o Mal de Alzheimer, o Mal de Parkinson, a Arteriosclerose, a Artrose, o AVC, a limitação, depressão, as perdas dos entes queridos, a casa esvaziada e a família sumindo nas veredas da morte, então a velhice é mesmo uma delícia, uma felicidade absoluta. 
Considero um deboche a expressão “A Melhor Idade” em referência aos velhos e velhas, quando, na verdade, a melhor idade se resume aos nove meses que passamos no ventre das nossas mães. Em alguns casos esta experiência paradisíaca se prolonga até a idade da razão. Isto, quando se nasce de pais amorosos e presentes, que pode alimentar, acarinhar e educar a criança para ser um adulto digno, um ser do Bem. Para os muito pobres, a boa vida acaba ao ver a luz e começar a conviver com a miséria de todos os tipos que os rodeiam. 
Por melhor que seja a vida familiar e afetiva depois dos 65 anos nem tudo são flores. Pode-se até ter uma vida cheia de conforto, uma boa conta bancária... Mas já não se tem as velhas amigas e amigos, os parentes mais velhos, aquelas pessoas que cultivavam valores semelhantes aos nossos, gerando tanta identificação e deleitosos momentos de convivência. O que se tem são pessoas de gerações mais novas que, quanto mais recentes, mais distantes estão do universo mental, dos gostos, dos princípios e valores cultivados pelos idosos. Em algumas festas tradicionais (o Natal é uma delas) o idoso se sente como se estivesse em um espaço no qual todos falassem grego, chinês e ele, coitado, não consegue se comunicar. Sente-se um estrangeiro entre os novos e novíssimos membros da própria família e os amigos desta. Ninguém lembra o real motivo da festa natalina, da reunião familiar, Cristo é solenemente um esquecido, enquanto o pançudo Papai Noel, o usurpador do real dono da festa, é esperado pela criançada, é louvado como o doador de presentes e bugigangas, o eleito pelo comércio como motivador do consumo desvairado. Para Jesus, nem pipocas!
Neste Natal de 2014, com o ninho já vazio há muitos anos, decidi passar a noite santa comigo mesma, comendo pipocas (adoro pipocas) diante da televisão, assistindo um belo programa na TV Bandeirantes, sobre o Natal em uma cidade holandesa. A orquestra encheu meu espaço de som, alegria, serenidade e esplêndidas músicas. Foi uma bela noite de Natal. Depois da meia noite dei os parabéns a JESUS e à minha cidade NATAL, os aniversariantes do dia 25 de dezembro. Quanto a Papai Noel... Quem é mesmo Papai Noel? Ah! Sim! Lembrei! Ele é um senhorzinho na “Melhor Idade”. Hehehehehehehe.

Ainda resta uma pergunta: terá mudado o Natal, ou mudei eu?

21 de dezembro de 2013

Sexo, violência e non sense em "Amor à Vida".

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Eu gostava demais da novela Amor à Vida, de Walcir Carrasco, até o ponto em que o autor se perdeu na própria trama e o folhetin foi perdendo o sentido, tornando-se confuso e, em muitos aspectos, sem aquela dose irresistível de fascínio típica das novelas que conquistaram o entusiasmo dos que a acompanham. Do charme inicial já nada resta. Por mim, o autor puxaria o freio de mão e a concluía mais rápido que imediatamente. Que diferença de Avenida Brasil, de O Clone, de Caminhos da Índia, dentre outras que foram esplêndidas até o derradeiro minuto do último capítulo!
As mazelas do autor, perdido no excesso de ganchos e personagens que engendrou, grande parte deles que nada acrescentam à trama, sem interesse e bem chatinhos (o pior de todos são os evangélicos e os convertidos piegas), alguns outros alongando suas historinhas azedas ad nauseam, como a de Thales e a namorada sacana, após a morte da noiva no momento do casamento. A vinda da meia-irmã da falecida, Nathacha, deveria ter assinalado o fim das ambições criminosas de Thales e Leila. Perderiam a herança e fim de papo. No entanto a história de trapaças tem continuidade com Nathacha. Uma chatice de repeteco sem sal e dispensável.
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Outra que está se repetindo Ad infinitum é a personagem Valdirene. Apesar de ter tido muita graça no início da novela, a personagem tornou-se tão caricata e forçada que perdeu o encanto inicial. Seus gestos e bordões, de tão repetidos, causam tédio, seu modo de andar sobre saltos altos é muitíssimo forçado, pois não é sempre que ela anda de pernas abertas. Sua dicção além de horrorosa é inadmissível por não permitir que entendamos os seus enfadonhos diálogos. 
Valdirene já cansou. Chega de espichar novela. Ninguém aguenta mais tanta palhaçada e barra forçada. Se a insistência da personagem para pegar marido rico e famoso chegou à exaustão, até ela encontrar o bobão chifrudo que a trouxe para viver com ele e a megera da mãe, agora temos outra mania ainda mais indigesta: a furadíssima propaganda do falido BBB14, realizada pela loucura de Valdirene para participar do reality show. Para piorar a mesmice das situações vividas por ela, temos as suas investidas sem noção a ex-BBBs, atacando-os com a mesmíssima técnica que usava para pegar marido rico, inclusive tentando invadir as cuecas dos Brothers, fazendo gestos bem alusivos à baixaria sexual pretendida pela louca para conseguir entrar no programa. Se a Globo pediu ao autor para usar Valdirene como propaganda do BBB14, entrou pelo cano. Pois o perfil que a personagem mostra das candidatar ao reality é o de vagabundas, capazes de qualquer baixaria para serem admitidas. Na foto, ela aparece na Casa de Vidro... Ridículo!
Não vejo a menor graça no humor totalmente infantilóide-pornô da periguete. Esta ideia de atrelar a personagem ao big brother, a meu ver não está dando certo. Valdirene com seu delírio de BBB é um desastre para o reality, já tão mal afamado pela safadeza que rola no confinamento. De tanta falação reles e atitudes ordinárias da personagem em seu VALE TUDO para entrar no programa, quando começar o BBB 14 vai haver rejeição , vai afundar a audiência, mais do que já é falida.
A Globo quer enfiar goela abaixo estes ridículos BBBs é algo diabólico! QUE PENA !! Uma personagem tão interessante, uma atriz maravilhosa ter caído nessa chatice que se tornou a personagem... Está claro que o autor, com todo respeito que merece, se perdeu totalmente com essa personagem que poderia ser o up da novela. 
Se Valdirene é uma mala sem alça, a periguete bandida Aline, casada com César segue um roteiro repetitivo, cansativo e tedioso semelhante ao seguido por Valdirene. Quem aguenta voltar a ver Aline preparar o veneninho no whisky do marido, oferecer a bebida ao pobre coitado, sempre com as mesmas palavras hipócritas e protestos de um amor que não existe na asquerosa criatura? Quem acha alguma graça nas ceninhas de sexo dela com Nino, a presença sórdida deste coadjuvando a perfídia criminosa da amante, uma vagabunda mentirosa e dissimulada.
Para tornar a história ainda mais sem sentido e confusa, personagens de má índole, com a mente criminosa e capazes de qualquer maldade para conseguirem seus objetivos ou afastar eventuais concorrentes, de repente começam a ficar verdadeiros anjinhos, como é o caso aberrante de Felix. Irreconhecível na pele do homem docinho e bom, Felix é uma caricatura dele mesmo mal acabada. A ceninha dele mudando fraldas de Maryjeany, dando mamadeiras, como se adorasse criancinhas. Felix na 21 de Março vendendo hot dog é um absurdo de inverossimilhança. Tá, é uma ficção. Certo. Mas, mesmo na ficção as coisas têm que acontecer dentro de um padrão de coerência e credibilidade.
O Hospital San Magno é um antro de bandidos: médicas assassinas, médicos que agem criminosamente, infringindo a ética, um Presidente e alguns funcionários que praticam builling com seus subordinados, médicos que chafurdam na lama, fazem sexo até nos elevadores, roubalheira nos altos escalões, etc, etc...
Os casais estapafúrdios, copeiro com ex-puta casada com o gay Felix e caso do sogro, com quem tem um filho. Pilar dando uma de periguete com o motorista com idade de ser neto dela, fazendo cenas de sexo ridiculamente exageradas e nojentas. Os ex-bandidos transformados em gente do bem, como bem exemplificam o Motorista bandido que tentou assassinar Atílio, praticou estelionato com Márcia, roubando-a e deixando-a em má situação, tudo a mando de Felix. De repente ficou um anjo de candura, arrependido e procurando redimir-se do roubo, mas calando a agressão a Atílio, que o deixou na rua, desmemoriado e sozinho.
Paloma, uma personagem estupidamente chata, arrogante e burra e a cópia de Pilar, apesar de ser sua filha adotiva. Dona da verdade, se recusa a ouvir a versão do marido nos fatos que aparentemente o incriminam. Isto duas vezes e com uma fúria insana. É a mesma revoltadinha que se juntou com o mau caráter Nino para afrontar a mãe, teve a filha em um banheiro de bar de periferia e aprontou todas. Pilar não é flor que se cheire, ela esconde alguma coisa muito grave que andou fazendo no passado. Talvez seja a culpada da morte da mãe de Aline e de ter aleijado a mãe de Paloma. 
O capítulo de ontem foi um nojo, quase todo ele dando ênfase ao “bigodinho” genital de Perserfone. Aí rolou muita baixaria, comentários reles, ordinarices nos comentários que faziam acerca do detalhe íntimo da enfermeira sem noção.
A morte suicida da médica bandida foi motivo para uma ceninha ridícula de Paloma, Paulinha e Bruno prestando homenagens com rosas brancas à bandida assassina de sua mulher, do filho de Bruno e da enfermeira que descobriu que ela trocara o material do DNA de Paulinha. Ceninha tão piegas e sem sentido quanto o namoro sem química e sem cabimento da mãe de Bruno com o cara que a enganou no passado e quase ficou noivo da sua filha. Esta uma songa monga infantilizada e babacona, especialmente depois de ter virado evangélica. Haja estômago...

O PIOR DA NOVELA É O ALTO NÍVEL DE VIOLÊNCIA QUE SE  ESPARRAMA EM QUASE TODOS OS CAPÍTULOS. CENAS DE ASSASSINATO, DE CRUELDADE, DE CRIMES HEDIONDOS. MAIS PARECE O PROGRAMA  "CIDADE ALERTA".  AMOR Á VIDA deveria se chamar LOUVAÇÃO Á MORTE.

20 de dezembro de 2013

O ridículo exagero libidinoso de Suzana Vieira em Amor à Vida.

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É bem verdade que fazer cenas de sexo super calientes com o motorista Maciel, interpretado pelo gatérrimo Kiko Pissolado, já poderia ser considerado por Susana Vieira como um belo presentinho do autor da novela. É, e a vovó da terceiríssima idade partiu para cima do pitéu exagerando ao máximo a cena de sexo na cama da própria. A noite de amor entre Pilar foi mostrada com requintes bordelescos e detalhes totalmente dispensáveis e sem precedentes nas novelas da Globo, pelo menos a partir da década de 90, quando a emissora resolveu maneirar nas cenas de sexo, visando vender as novelas em países europeus e sul americanos que não aceitavam as escandalosas relações sexuais das personagens.
Suzana Vieira, uma senhora de 70 anos, gordota como um panetone, mesmo beneficiada pelos “filtros” remoçadores, não tem condições de formar par romântico com um rapaz com idade de ser seu neto. Não convencem, não convenceram as caras e bocas da atriz, simulando um intenso orgasmo que a fazia revirar os olhos, arfar, bufar, arquejar, se enroscar no motorista, enquanto cravava as unhas nas costas musculosas do belo rapaz. Senti a cena como se estivesse vendo um ordinário filme pornô. O foco no rosto dela... Argh!... Ceninha nauseabunda protagonizada por uma atriz que parece ter perdido o respeito por si mesma ou a noção do ridículo. Já ouvi comentários lastimáveis, de homens e mulheres, sobre a cena medonha e desnecessária.
O pior é que a triz vovó declarou em entrevistas que achou o máximo a cena, que a química entre ela e o quase neto é sensacional e que espera que Pilar continue o “romance” (safadeza, piranhagem e fogacho clitoriano mudaram de nome). Que a atriz goste de jovens com idade de ser seu neto para transar tudo bem, desde que não seja nas novelas, impingindo ao telespectador o constrangimento de ter de suportar o exibicionismo libidinoso de uma senhorinha septuagenária, feiosa, pesadona, celulitosa, que deveria estar interpretando o papel de avó, de uma pessoa que tem idade para ter netos e bisnetos. A cena pecou pelo excesso de realismo. Foi de muito mau gosto.

Envelhecer com dignidade é uma arte e uma atitude que denota sabedoria, sensatez e distinção. Por mais que se faça ginástica, que se malhe com pesos, que se injete litros de botox e amasse o corpo fenecido com massagens radicais, a juventude não retorna, o corpo muda, as formas ficam arredondadas, o peito despenca (só implantes de silicone ajuda), a bunda fica flácida e as celulites invadem impiedosamente, os cabelos passam a precisar de mega hair e pintura, porque caem, a pele perde o viço. Por mais que se faça cirurgias para esticar o rosto, não se consegue suavizar o seu contorno. 

Suzana ainda é bonitona, mas para papéis mais adequados à idade avançada que tem. Sinto pena das mulheres que não sabem aceitar a velhice. Louvo as que valorizam a real aparência, a idade e respeitam seus limites, como a maravilhosa Fernanda Montenegro, Tônia Carrero, Nathalia Thimberg e outras que não vendem uma falsa imagem.

Sem os milagrosos "filtros" remoçadores usados nas novelas e nos estúdios da Globo, o corpito da atriz é assim como vemos na foto dela com o garotão com quem se diz casada.

10 de dezembro de 2013

A moda agora é ossos à mostra...

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Parece que está ultrapassada a moda de corpos super bombados, com músculos hipertrofiados pelos pesados exercícios nas academias e a ingestão de bombas para aumento da massa muscular, da mesma forma que já não parece ser o máximo da beleza (brega) os bundalhões e os peitalhões estufados com próteses de silicone e metacrilato. Se esta moda medonha de mulheres com os corpos deformados pelo excesso de volume era horrorosa e de péssimo gosto, a nova mania que começa a ganhar espaço é pior ainda: a da magreza exgerada, quase mostrando o esqueleto.  Abaixo, algumas magricelas com ares de quem saiu de um campo de concentração nazista:

A magreza excessiva volta a ser questionada no mundo da moda. Após o Fashion Rio, o site espanhol El Mundo e o inglês Daily Mail, criticaram as modelos brasileiras por conta da flacidez, celulites e magreza. Desta vez, foi a modelo Shirley Mallman que causou o rebuliço, após mostrar um bumbum bem estranho ao desfilar no Fashion Rio só de biquíni.
Tem gente que diz que é algum erro médico, após uma tentativa frustrada de usar silicone ou algo parecido. Mas a verdade é que a modelo está toda molinha mesmo. Falta academia e comida. E ela não é a única. Segundo o jornal inglês, várias jovens foram vistas fumando momentos antes do desfile e o problema da saúde das modelos ficou mais evidente quando elas vestiram os biquínis das grifes.



Na imagem ela mostra a cintura e as pernas bem fininhas. De acordo com o site 'Ego', Carol Magalhães declarou que atualmente está com, aproximadamente, 47kg e mede 1,66m. E se acha linda e sexy...


Bárbara Evans é puro osso, as perninhas e o bumbum descarnados combinam bem com os braços. Volume somente nos peitões com prótese de silicone.



Luciana Gimenez postou estas fotos no Instagram. Aderiu à moda das esquálidas.  E como curtem a própria imagem descarnada!!!  Uma mulher que tinha um corpo lindo, fazer uma agressão desse tipo.

Alessandra Ambrósio está sumindo. Como ela, Grazzi Massafera e Carol de Castro.  Perdem muito da beleza que as caracteriza. Estão com o rosto encovado, esquisitas. 






7 de dezembro de 2013

A farsa Bárbara Evans

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Nunca morri de amores por Monique Evans, muito pelo contrário, pois não aprecio mulheres desbocadas, sem classe e vulgares. Todavia, não consigo digerir a perfídia de Bárbara Evans com mãe. Essa pentelha loura usou a fama da mãe, seduziu o público a votar nela com o mais falso e pérfido discursinho da boa filha, da filha amorosa e super amiga da mãe que entrou no reality para ajudar Monique. Sim. Bárbara repetiu à exaustão que só entrou em A Fazenda para ganhar o prêmio para a mãe, o prêmio que a ela pertencia, por ter sido prejudicada na edição na qual participou e ficou em segundo lugar.
Se eu nunca acreditei na mentirosa e ardilosa Bárbara, infelizmente muita gente comprou a farsa que a megerinha montou. O público comprou o pacote completa da grande armação da pilantra, inclusive o grande amor que a loura falsa propagava viver com Matheus. Este, talvez interessado e fazer sexo todas as noites, ou porque é mesmo devagar das idéias, aceitou o romance fake, ajudando a aguada namorada a enganar o público do sofá, as noveleiras, doidas por historinhas de amor em reality show. 
Bárbara Evans sempre teve uma conturbada relação com a mãe, Monique Evans, nunca foi a filha amiga e dedicada que fingiu ser. 
“Minha mãe tem depressão desde que eu me conheço por gente. Ela se doou muito para eu ganhar esse prêmio, mas eu resolvi me afastar dela porque preciso viver, preciso ter minha vida”, afirmou durante o programa “Roberto Justus +”. Mais uma razão para ela não desprezar a mãe. Monique não viu nenhum centavo do prêmio que a filha mentirosa dizia ser para ela. Apenas serviu de escada para a insignificante filha ganhar evidência. Pobre Monique, não suportou a decepção, a ingratidão e o tratamento cruel da filha a quem adora. 
A modelo falou também sobre o ex-namorado, Mateus Verdelho, e garantiu que o moço foi muito importante para sua vitória na sexta temporada de “A Fazenda”. “Ganhei o prêmio por causa da minha determinação e da minha força de vontade. Mas, se eu não tivesse tido o Matheus, acho que não teria aguentado.” Claro que sem a ajuda dele dentro do confinamento e de Monique fora (muito bem ajudada pela produção sebosa do Reality) , essa pessoinha medíocre jamais teria derrubado Denise Rocha. Usou a mãe e Matheus com muita habilidade. Ele, logo percebeu a mediocridade e a frieza maldosa da ficante e tratou de cair fora, não comprometendo seu nome com uma relação puramente sexual com a azeda e desbocada campeã de A Fazenda. Esta, logo se consolou correndo atrás de Luan Santana. Ele que se cuide! Para aparecer, Bárbara Evans é capaz de tudo. Sabe que sem a ajuda da mãe, sem a sombra protetora da mesma, logo os holofotes da fama vão se apagar. Como a fila anda rápido com a libidinosa loura, logo deve ter feito uma visitinha ao camarim do cantor famoso. Hehehehehehehe... 
Monique foi sempre uma linda mulher, ganhou prestígio, ficou famosa e brilhou muito no panorama da fama. A filha é apenas um rostinho engraçadinho em um corpo feioso, magricela com peitões siliconados. Vamos ver o que o futuro reserva para esta sujeitinha que meteu a mãe em uma clínica psiquiátrica e foi retocar as madeixas em um salão chic do Rio. O que acionou a crise de depressão de Monique foi o choque com a sucessão de desfeitas da filha, depois que ganhou o reality e já não precisava da ajuda da mãe. Ser usada é muito doloroso. Por uma filha é ainda pior.

3 de dezembro de 2013

A falta de limites da crueldade humana...

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Pretinha correndo atrás do caro da dona.
Depois do clamoroso e asqueroso caso de tortura e maus tratos com os cães da raça beagle no Instituto Royal, em boa hora invadido por ativistas revoltados com o que se passava dentro do maldito lugar onde os animaizinhos estavam confinados como cobaias, outro caso de agressão contra animal foi divulgado pelas redes sociais e pela TV. Desta feita, o ato de crueldade foi perpetrado conta uma cadelinha denominada Pretinha, covardemente levada pela dona para uma avenida movimentada de São Paulo, onde a pôs fora do automóvel, na chuva, e partiu, indiferente ao destino do animalzinho.
A cena da cadelinha correndo ao lado do automóvel da bruxa asqueirosa que a abandonou foi de partir o coração. O desespero do animalzinho, ficando de pé junto a porta da desalmada proprietária, lutando para voltar ao carro. A mulher mudava de faixa, acelerava, sem que Pretinha desistisse de ser salva. Tal situação aflitiva foi filmada por um homem que viu tudo e resolveu documentar o fato execrável, até perder de vista a o carro e a cadelinha. A cadelinha foi encontrada distante 4 kilômetros do local onde foi jogada, acuada embaixo de um carro. 

Denunciada à polícia e comprovado o crime com as imagens filmadas, a criminosa foi intimada a comparecer à delegacia onde prestou depoimento, mentiu desavergonhadamente acusando a cadelinha de ter tentado morder o filho dela (a cadelinha é mansinha e dócil), tentou se desculpar, mas não escapou da sentença de prestar serviços comunitários, escapando da cadeia por ser ré primária. Merecia cadeia, essa bandida que foi demitida, no dia seguinte, pelo dono da empresa onde trabalhava que não admite gentalha como ela em seus quadros. Muito bem! Eu faria o mesmo com gente ordinária como esta sujeitinha ruim.
Como existem muitas pessoas sensíveis, de coração bom e que ama os animais, Pretinha foi encontrada por uma família que a tirou da rua, com as patinhas bem machucadas devido à prolongada corrida em busca da piedade da demônia que a abandonou em condições tão adversas. Ontem vi as cenas lindas dela com sua nova dona, banhada, com lacinho no pescoço, sendo atendida por um veterinário para tratar as marcas dos maus tratos. Pretinha agora se chama Vitória, ganhou caminha, brinquedos, comedouro e, mais que tudo, ganhou todo o amor que merece, mimos, carinho e a resgatou a sua dignidade. Uma cabelereira a adotou. Bendita criatura!
A ex-proprietária quis rever a cadelinha para pedir perdão. O encontro foi facilitado. Aí o que se viu foi a dimensão da grandeza do animal ao reconhecer quem lhe fez tanto mal, correndo para ela, abando o rabinho, feliz com o reencontro. Não acredito no arrependimento da bruxa, o teatrinho da arrependida não me convenceu. Só fez a ceninha para as câmeras porque sabe que queimou o próprio filme perante milhões de pessoas que assistiram a sórdida cena que ela protagonizou, por pura maldade. Um motoqueiro acompanhou o carro, pedindo para a bruxa pegar de volta Pretinha, sem ser ouvido. Ainda foi caluniado pela mau caráter que o acusou de ser ameaçador. Foi desmentida na delegacia. O homem é um trabalhador que não suportou ver o que estava acontecendo e tentou ajudar a cadelinha. 
Se não queria a cadelinha, que a tivesse dado para outra pessoa. Até um morador de rua a teria amparado e dividido a pouca comida que tem. Cadeia é o que merece uma pessoa que comete crime de maus tratos contra animais. Se não fosse o senhor que filmou tudo, a cadelinha estaria abandonada nas ruas, faminta e sofrendo maus tratos.

Márcia Regina é o nome da coisa ruim que abandonou a cadelinha em meio aos carros de uma avenida movimentada de São Paulo.  

24 de novembro de 2013

Plenitude...

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Na plenitude da impassível madrugada
ouço a mim mesma nos ecos do meu silêncio
que invadem o espaço da minha lucidez.
Sufoco o grito da inquieta memória
afasto as sombras do meu desassossego
quebro as amarras que me prendem a ti.
Ressurjo inteira, renascida e renovada
na intensa luminosidade do meu ser.
Recriada, regresso ao orvalho da madrugada
busco a frescura de uma verdade translúcida.
Impassível, desfaço a distância dos anos
abraço sem receios o outrora sem tempo
penetro resoluta nessa longínqua harmonia
adentro a solene perfeição deste silêncio..

(Zenóbia Collares Moreira Cunha)

Suspensas as atividades do Instituto Royal...

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Não foi vã a invasão do Instituto Royal pelos ativistas que libertaram os animais submetidos a tratamento cruel e maus tratos dignos de campo de concentração nazista pelos que se dizem cientistas e pesquisadores. Os cãezinhos estão salvos e bem tratados e o Ministério Público não ficou surdo às denúncias, acusações e clamores por providências rigorosas para o caso. 
O prefeito de São Roque, Daniel de Oliveira Costa (PMDB), suspendeu por 60 dias, o alvará de funcionamento do Instituto Royal. Segundo ele, a suspensão resultou de um acordo com o próprio instituto para que sejam apuradas denúncias de maus-tratos dos animais.
O prefeito recebeu deputados federais que integram uma comissão externa da Câmara criada para apurar os supostos maus-tratos aos cães. O instituto foi invadido na madrugada do último dia 18 por ativistas que retiraram 178 cães da raça beagle, usados em testes com medicamentos. As instalações foram depredadas.
Os parlamentares Iara Bernardi (PT-SP), Ricardo Tripoli (PSDB-SP), Ricardo Izar (PSD-SP) e Protógenes Queiroz (PC do B-SP) cobravam o imediato fechamento da unidade por entender que existem práticas de maus-tratos. O grupo se dirigia, no início da noite, ao instituto para vistoriar as instalações na companhia do deputado estadual Feliciano Filho (PEN) que também estava na cidade. O prefeito seguiu para o local para notificar os funcionários que lá estivessem sobre a paralisação das atividades. 
Mais cedo, os parlamentares haviam se reunido com o promotor Wilson Velasco Júnior, que investiga denúncias de maus tratos contra os animais desde 2012, e sugeriram que o Ministério Público Estadual enviasse à Justiça um pedido de fechamento do instituto. O grupo também conversou com o delegado do município, Marcelo Pontes, que até quinta-feira estava à frente das investigações. O caso, agora, é apurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG), de Sorocaba.
De acordo com o deputado Protógenes, presidente da comissão, o objetivo é reunir novos documentos que comprovem os maus-tratos sofridos pelos cães.
— Já temos documentos que provam o que os animais passavam no local. Queremos fechar essa instituição e fiscalizar os R$ 5 milhões de recursos públicos que foram repassados ao instituto.
Ele considera importante recuperar os 178 cães levados durante a invasão para que passem por perícia. Até quinta-feira (24), apenas três animais tinham sido recuperados.
Há há indícios de que o instituto vendia os cães após os testes. A direção do instituto divulgara que os cães eram doados, e não vendidos, após os testes.
Há muitos outros podres a serem investigados acerca das atividades pérfidas dos pseudo cientistas do

Instituto Royal. É pena que não exista uma lei que os meta na cadeia por crime de tortura contra animais.


22 de outubro de 2013

Covardia e crueldade em nome da ciência

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Eu julgava que já perdera a capacidade de ficar perplexa, escandalizada e indignada com a vilania, a pusilaminidade e a intrínseca maldade do ser humano. Enganei-me! Enganei-me com o estômago revirado de tanto asco, de tanta ânsia de vômito. Enganei-me! Constatei meu engano ao assitir as cenas diabólicas propiciada pelo que foi mostrado pelos ativistas que invadiram e salvaram do inferno os quase duzentos cachorrinhos encarcerados em um instituto de pesquisa, onde carrascos desalmados e covardes que se auto denominam "cientistas" usavam os animaizinhos para suas experiências demoníacas de exacerbada crueldade, decerto inspiradas no modelo legado por Hitler e seus asseclas, nos campos de concentração nazistas.
Torturas sem explicações chocaram os que invadiram os canis e laboratórios para salvarem os cãezinhos. Encontraram cães com a língua cortada, com cortes nas patinhas, muitos com as unhas arrancadas, a pele raspada no dorso para experiência sabe-se lá com que tipo de material. Cães com o corpo cheios de tumorações, caroços espalhados pelo corpo, dentes quebrados ou limados. Todavia, o caso de maior crueldade dentre todos foi o do cão que tem os dentes caninos colados com uma cola grossa, ficando sem poder abrir a boca, bebendo com grande dificuldade e só conseguindo comer alimentos liquidificados, postos na boca do animalzinho.
Os cães nasciam no cativeiro, não tem nomes, não sabem o que é um afago, não conhecem nada além do cubículo infecto de fezes e urina onde nasciam e cresciam confinados.
Nunca pude imaginar que a crueldade de pessoas com curso superior pudesse chegar a tais extremos de covardia contra seres tão indefesos e dóceis com são os cães da raça baeguel (não sei a grafia do nome).
Esse caso ainda vai dar muito o que falar, porque os que salvaram os cães estão fazendo minucioso relatório, com fotos e vídeos, de tudo quanto acontecia no tal instituto. Veterinários voluntários estão examinando todos os animaizinhos, avaliando a inutilidade de tanta maldade.
Os responsáveis pelo Instituto tentam dar explicações que não convencem. Eu gostaria de saber que tipo de experiência científica poderá resultar da tortura de um cão com os caninos colados... Será a cura para o cancer? Ou será a cura para o mal de Parkinson? Bandidos de jalecos brancos, cambada de criminosos se fartando com a prática de sadismo com os bichinhos.
Infelizmente, no Brasil esses covardes nada sofrerão. Mas, acredito que a festança sádica com animais vai ter freios. Ainda quero acreditar que os que salvaram os cães maltratados consigam organizar uma grande passeata de protestos contra tanta desumanidade, falta de compaixão e de ética.

Nunca sento tanta indignação, revolta e vergonha de pertencer à raça humana!!!

1 de outubro de 2013

A leveza do Amor vivido em plenitude...

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Leveza é a palavra de ordem em qualquer circunstância da vida. Naturalidade, autenticidade, segurança e principalmente, certeza de estar aonde deveria e desejaria estar. A chave para isto? Paciência, autoconhecimento, trabalho neste sentido e cuidado. E no amor, a regra também é válida? Como em tudo na vida, no amor e no sexo não é diferente. Cultivar é o segredo.
Conhecer-se e conhecer ao outro, somam-se a ele. Saber exatamente quem é aonde e com quem deseja estar. Regra tão simples e tão desprezada por nós. Porque é que temos essa estranha mania de acharmos que somos deuses ou bruxos, que nada nos atingirá e que em um passe de mágica tudo se resolverá e ficará rosa e azul?
Nada mais gostoso que estar nos braços de alguém que sabe exatamente onde queremos chegar. Nada melhor que a certeza de estar sinalizando de uma maneira tranqüila e leve o que gostamos de sentir. Nada melhor, quando tudo isto é transmitido através de olhares e sentidos captados pelo profundo entendimento de um casal que se ama.
E tem tempo para conquistar isso? Tem. Tem o tempo de cada um e tranquilidade é o que se consegue como resultado, muito ao contrário do que pensam hoje em dia as pessoas que se entregam umas as outras fortuitamente, sem ao menos uma conversa que as identifique em algum ponto.
É dispensável o tempo determinado entre estágios que medem o grau do relacionamento e ninguém precisa ficar o tempo todo pensando em casamento. Entretanto, algum tempo, palavras, olhares e toques, são necessários para um entendimento. É importante observar se, obedecendo-se a um instinto não estaria abrindo mão de um mínimo de sinalização contra um encontro nocivo e devassador que abalaria a estrutura de corpos e almas em vez de alimentá-los. Algum tempo há de ser dedicado.
Amar desta maneira não tem nada a ver em firmar um compromisso com alguém; tem a ver exatamente com o contrário. Tem a ver com a leveza do descompromisso e com o comprometimento de ser e de fazer o outro feliz, exatamente ali, naquele momento. E dessa maneira ir construindo uma rede de sintonia fina e apurada a cada encontro. Comprometimento em se doar além de tudo, e além de tudo, receber do outro com gratidão, tudo que vier para fazer feliz.
Observar, ponderar, cativar a cada dia, a cada encontro. Anotar no coração as sensações, as expressões e todo tipo de manifestação de satisfação ou de insatisfação do seu parceiro e ao ir com ele, ao encontro da alegria de estarem vivos e juntos, mais uma vez, levar consigo, uma cesta de cuidados.
As impressões não devem buscar a conquista que amarra em uma representação teatral encenando as artimanhas do amor, porém fazer crescer continuamente, o desejo de serem livres e completamente atados um ao outro pelo prazer de estarem juntos e somente isto. As intenções não devem transpor os limites da real felicidade, e nem precisa ser assim, pois é assim que perdemos a melhor parte, justamente quando desfocamos o agora.
Um desprendimento descomunal, somado a um cuidado visceral acompanhados de uma destreza desmedida em conhecer-se e conhecer o outro, cultivando o amor que por qualquer motivo ou circunstância os una, pode fazer de um casal, o casal mais feliz do mundo. E não tem título ou rótulo que identifique aqueles que os são. Somente eles e neles se pode reconhecer o estado de felicidade em que se encontram. Não tem condição que permita a um casal, saber mais do grau de sua verdadeira união, que o encontro de seus corpos, a sós e em plenitude. Somente a intimidade traçada por eles pode fazer com que transpareçam, aos olhos do mundo, um casal de verdade.

O que esta fora deles é teatro e de área em área, o fim, está com seus dias contados.

“Não busco aventura, mas alguém que enxergue a vida com todas as cores que ela possui e que queira compartilhar comigo o maior de todos os tesouros, o Amor.” – De um amigo.
_________________________________
Autora: Jussara Hadadd, filósofa e terapeuta sexual feminina


16 de setembro de 2013

Se se morre de amor...

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No domingo, eu estava na casa de uma amiga assistindo à final da Copa, quando a filha desta, em meio às tagarelices com outras jovens, contava o final de um romance do autor português, Camilo Castelo Branco, que acabara de ler, no qual o protagonista, impedido de casar-se com a sua amada, adoece de tristeza, definha e morre de amor. As outras começaram a questionar a verossimilhança da história, atribuindo o final trágico aos exageros da mentalidade romântica e sentimentalista do século XIX. A mais descrente delas resolveu perguntar para o irmão, que passava pelo grupo, se podia alguém morrer de amor. Não pude perceber a resposta do jovem dada em meio a rumores de risadas e de falas alvoroçadas do grupo.
Esta pergunta, no entanto, trouxe-me à memória o poema de Gonçalves Dias, poeta do Romantismo brasileiro, que tem como título esta mesma indagação: “Se se morre de amor” . Falei para as jovens sobre isto, relatando a história romântica que envolve a composição do poema, prometendo-lhes que postaria aqui no blog alguma coisa sobre o assunto. Ora bem, eu pensava que a moçada não dava bolas para poesias de amor, que achavam brega as aventuras e desventuras românticas. Enganei-me. Entre muitas adolescentes, ainda sobrevivem almas românticas e sonhadoras que acreditam no amor, da mesma forma como perdura a eterna busca do “outro” e da completude inerente à reciprocidade amorosa. 

Na poesia "Se se morre de amor", um dos mais belos poemas de Gonçalves Dias, este estabelece a diferença entre o amor falso e o amor verdadeiro. Para ele, o amor falso é aquele nascido em festas, encontros fugazes, e desse amor não se morre. O amor verdadeiro é mais puro, os apaixonados experimentam efeitos parecidos com aos da contemplação religiosa: "Sentir sem que se veja a quem se adora. Segui-la sem poder fitar seus olhos”. E é desse amor que se morre. 

Ler a poesia sem conhecer o drama amoroso do poeta que lhe deu origem, equivale a perder muito da áurea romântica e humaníssima que a envolve. Portanto, vamos antes conhecer um pouco da triste e sofrida história do amor irrealizado de Gonçalves Dias e Ana Amélia.


"Gonçalves Dias viu Ana Amélia pela primeira vez em 1846 no Maranhão. Era ela quase uma menina, e o poeta, fascinado pela sua beleza e graça juvenil, escreveu para ela as poesias "Seus olhos" e "Leviana". Depois, indo para o Rio, é possível que essa primeira impressão tenha desaparecido do seu espírito. Mais tarde, porém, em 1851, voltando a São Luís, viu-a de novo, e já então a menina e moça se fizera mulher, no pleno esplendor da sua beleza desabrochada. O encantamento de outrora se transformou em paixão ardente, e, correspondido com a mesma intensidade de sentimento, o poeta, vencendo a timidez, pediu-a em casamento à família.
" A família da linda Don`Ana -- como a chamavam -- tinha o poeta em grande estima e admiração. Mais forte, porém, do que todo este apreço era, naquele tempo no Maranhão, o preconceito de raça e de origem. E foi em nome desse preconceito que a família recusou o seu consentimento. O poeta era homem de cor, filho bastardo de pai português e de mãe mestiça das raças indígena e negra.
" Por seu lado o poeta, colocado diante das duas alternativas: renunciar ao amor de Ana Amélia ou à amizade dos seus preconceituosos pais. Preferiu sacrificar aquele a esta, levado por um excessivo escrúpulo de honradez e lealdade, que sempre revelou nos mínimos atos de sua vida. Tomado de tristeza, o poeta partiu para Portugal. A sua renúncia foi tanto mais dolorosa e difícil por que Ana Amélia, que estava resolvida a abandonar a casa paterna para fugir com ele, o exprobrou, dura e amargamente, em uma carta por não ter tido a coragem de passar por cima de tudo e de romper com todos para desposá-la!
" E foi em Portugal, tempos depois, que recebeu outro rude golpe: Ana Amélia, por capricho e para fazer acinte à família, casara-se com um comerciante, homem também de cor como o poeta e nas mesmas condições inferiores de nascimento. A família se opusera tenazmente ao casamento, mas desta vez o pretendente, sem medir considerações para com os parentes da noiva, recorreu à justiça, que lhe deu ganho de causa, por ser maior a moça. Um mês depois falia, partindo com a esposa para Lisboa, onde o casal chegou a passar até privações. Ana Amélia sofreu muito na companhia do marido ciumento e grosseiro.
"Quis o destino que, em Lisboa, num jardim público, certa vez se caprichoso de defrontassem o poeta e a sua amada, ambos abatidos pela dor e pela desilusão de suas vidas, ele cruelmente arrependido de não ter ousado tudo, de ter renunciado àquela que com uma só palavra sua se lhe entregaria para sempre. Desvairado pelo encontro inesperado e por não ter sido cumprimentado pela jovem (decerto temerosa da reação do ciumento marido), que lhe reabrira as feridas e agora dem modo irreparável, compôs as estrofes do longo poema "Ainda uma vez -- adeus --" as quais, uma vez conhecidas da sua inspiradora, foram por esta copiadas com o seu próprio sangue," segundo foi falado na época.
A poesia “Se se morre de amor”, foi também inspirada na dor pela perda de Ana Amélia, uma dor que o acompanhou até seu fim trágico, no naufrágio, na costa do Maranhão, do navio que o trazia de volta à terra natal, já muito doente. Todos se salvaram, menos o poeta que foi esquecido pelos demais em seu leito, morrendo afogado.
Como a poesia é muito longa, transcreverei apenas um trecho da mesma:. 

SE SE MORRE DE AMOR!

Se se morre de amor! - Não, não se morre, 
Quando é fascinação que nos surpreende 
De ruidoso sarau entre os festejos; 
Quando luzes, calor, orquestra e flores 
Assomos de prazer nos raiam n'alma, 
Que embelezada e solta em tal ambiente 
No que ouve e no que vê prazer alcança! 
Simpáticas feições, cintura breve, 
Graciosa postura, porte airoso, 
Uma fita, uma flor entre os cabelos, 
Um quê mal definido, acaso podem 
Num engano d'amor arrebentar-nos. 
Mas isso amor não é; isso é delírio 
Devaneio, ilusão, que se esvaece 
Ao som final da orquestra, ao derradeiro 
Clarão, que as luzes ao morrer despedem: 
Se outro nome lhe dão, se amor o chamam, 
D'amor igual ninguém sucumbe à perda.

Amor é vida; é ter constantemente 
Alma, sentidos, coração - abertos 
Ao grande, ao belo, é ser capaz d'extremos, 
D'altas virtudes, té capaz de crimes! 
Compreender o infinito, a imensidade 
E a natureza e Deus; gostar dos campos, 
D'aves, flores,murmúrios solitários; 
Buscar tristeza, a soledade, o ermo, 
E ter o coração em riso e festa; 
E à branda festa, ao riso da nossa alma 
fontes de pranto intercalar sem custo; 
Conhecer o prazer e a desventura 
No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto 
O ditoso, o misérrimo dos entes; 
Isso é amor, e desse amor se morre! 

Amar, é não saber, não ter coragem 
Pra dizer que o amor que em nós sentimos; 
Temer qu'olhos profanos nos devassem 
O templo onde a melhor porção da vida 
Se concentra; onde avaros recatamos 
Essa fonte de amor, esses tesouros 
Inesgotáveis d'lusões floridas; 
Sentir, sem que se veja, a quem se adora, 
Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos, 
Segui-la, sem poder fitar seus olhos, 
Amá-la, sem ousar dizer que amamos, 
E, temendo roçar os seus vestidos, 
Arder por afogá-la em mil abraços: 
Isso é amor, e desse amor se morre!
(Gonçalves Dias)

25 de agosto de 2013

A Fazenda: Produto sob encomenda para o lixão!

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A cada dia o nível de vilania pegajosa e desclassificada sobe mais de nível no programa A Fazenda 6, um arremedo mal acabado e caricata do Big Brother Brasil. Não bastasse as canalhices, as zombarias, os risinhos de mofa e toda sorte de humilhação e desrespeito para com Denise Rocha, agora até o apresentadorzinho medíocre, sem classe e completamente destituído de cavalheirismo, refinamento e educação, sem o mínimo senso de profissionalismo e compostura uniu-se à corja de desclassificados selecionados para a edição em causa, para praticarem bulling na bela participante em rede nacional, durante o andamento dos trabalhos para a formação da roça, tal como aconteceu hoje, enchendo-me de asco.
 A atitude de todos com Denise foi reles, tão reles o quanto é esse reality preparado sob medidas para a classe D ou F, bem dignas do bom e refinado gosto da turma do extinto Carandiru.
Claro que a Record não é nenhuma Globo, com seu aparato de primeiro mundo, com uma produção que se esmera na qualidade dos produtos que oferece e com um alto nível de profissionalismo que não perde para as melhores emissoras do mundo. Todavia, não precisa descer tanto, como se estivessem produzindo um reality segundo o gosto da bandidagem do PCC, Comando Vermelho e congêneres.
O que se passou na roça de hoje excedeu em muito os limites da compostura, do bom gosto, para afundar no fétido lamaçal da pulhice, todos se comportando como canalhas, moleques, gentalha de quinta categoria. E tudo muito bem apoiado pelo senhor Brito Junior, inclusive com um legado da sua mediocridade, da sua falta de respeito por uma mulher que estava sendo destroçada moralmente, xingada, sendo alvo das chacotas de um bando de arremedo de homens da mais baixa categoria.
Um japonês baixotinho, cuja pior nanicagem é a mental e a moral, um sujeitinho sórdido que justificava seu voto contra Denise com um deboche vergonhoso, enquanto os demais gozavam na risota, no sarcasmo e nos comentários reles, a desconstrução que faziam da auto estima, do controle emocional e da dignidade da moça. Até os remédios controlados que ela necessita tomar foram evocados como motivos de xacota piadinhas de mal gosto acerca da sua sanidade mental. Insinuações levianas e maldosas eram ditas sem que o apresentados, conivente com a execração pública da jovem, tentasse coibir a os abusos.

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22 de agosto de 2013

Quando a sordidez triunfa!

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Sem a mínima competência para gerenciar um reality show de qualidade, interessante, de bom nível lúdico e moral, a primaríssima direção do evento insiste em forjar mistério em a mínima condição de provocar expectativas inteligentes que atraia o interesse dos espectadores. Ao contrário disso, gera uma série de desconfianças, devido à falta de transparência pelo excesso de salamaleques para darem a impressão de que estupendas surpresas vão ocorrer, provocando espanto e fruição de momentos de incríveis entusiasmo em todos. Tudo balela, tentativas de ludibriar o público , proteger alguns afilhados já escolhidos para vencerem o programa.Enquanto isto, fazem os outros concorrentes de paspalhos, e do público uma cambada de otários descerebrados. 

Para os que, já decepcionados com o andamento calhorda do programa, a direção de “A Fazenda 6” afunda, cada vez mais, na lama fétida da falta de transparência, da tapeação, das armações de bastidores, inclusive com a colaboração da mãe de uma das participantes, ávida pelos milhões e capaz de tudo para fazê-los chegar à conta bancária de sua aguada e ardilosa filha. 

Aliás, este procedimento desonesto já vem sendo posto em prática desde A Fazenda de Verão. Deforma escandalosa e explícita. Uma das evidências mais constantes dessa falta de transparência e de manipulações criminosas é o fato repetitivo de que ninguém sabe com antecedência o conteúdo da arca que é semanalmente aberta durante as votações, tendo ainda o agravante de ficar a mesma em um local da casa sede de fácil acesso a qualquer ninja que lá entre, na madrugada e troque os envelopes. Da mesma maneira duvidosa ocorreu quando um eliminação foi suspensa, há semanas passadas, sem nenhum aviso prévio ao público, como se esse mesmo público fosse uma manada de antas e toupeiras que não percebesse que alguma manobra ordinária fora aplicada para beneficiar alguém do interesse do sr. Carelli, cujo nome não é necessário mencionar, de tão sabido e claro. Isto, repetindo mais uma vez, sem nenhum aviso para o público que gasta com telefone, que perde tempo votando, ficando claro mais um golpe calhorda. 

Para dar uma disfarçada Desta vez, no último sábado (17), a produção do reality show decidiu avisar de antemão ao público que esta semana nenhum participante deixaria o programa, mas sem nada mais ser acrescentado, dando chances, assim, de mudarem as regras do jogo, se a eliminada não fosse a Barbye Evans. Todavia, pela falta de lisura e de competência até para ser desonesto, todo o aparato ridículo de Brito Junior para dar um aspecto mais transparente e mais claro ao procedimento da disputa foi um fracasso formidável, sem brilho, sem glamour. A roça que planejaram para ser apoteótica entre Bárbara, Denise e Yani nesta terça-feira (20), resultou em uma apagada, sem graça e medíocre farsa.

Ora, somente o público sabia que as três disputavam uma imunidade e que as duas perdedoras iriam para o celeiro até o sábado. O que aconteceria com elas, ninguém na fazenda sabia.. Bárbara saiu vencedora, mas os espectadores não souberam sua porcentagem. Numa tentativa de esconder prováveis favoritismos, a direção optou por esconder a quantidade de votos que cada peoa recebeu. Pegou mal. O público tem o direito de saber o desempenho de cada participante. Ele precisa ver seu voto representado. Existe, inclusive, uma empresa de auditoria contratada para garantir os resultados. Mas como confiar num resultado que não pode ser visto? Difícil.

Num reality show, a graça está em ver os participantes serem surpreendidos. O espectador não só gosta como precisa saber de tudo o que vai acontecer antes. É quase como se ele brincasse de Deus, decidindo o futuro dos confinados. Ao fazer o jogo ser tomado por mistério, a Record peca pela falta de clareza. Há que se ter transparência. Da mesma maneira, necessita-se de melhor planejamento. Se o fato de Denise e Yani irem para o celeiro deveria ser tratado como segredo, certamente ele já caiu por terra, uma vez que Bárbara ouviu as colegas comemorando. Esta é uma das melhores edições já realizadas de “A Fazenda”, mas falta aparar algumas arestas. Certos detalhes e cuidados são fundamentais.

E há mais para completar o quadro da baixaria fétida desse reality: o clima de violência generalizada, homens brutamontes agindo como trogloditas, agredindo as mulheres com covardes cusparadas no rosto, jogando-lhes baldes com água suja no rosto, latas vazias de cerveja, sacudindo esfregões encharcados de água enlameada no rosto de Denise, além das maledicências mais infamantes, as alusões mais pérfidas. Todavia, os shows de vilanias não fica apenas por conta dos covardões calhordas. Também as mulheres comportam-se como desclassificadas, trocando injurias com palavreado de baixíssimo calão, comportando-se como ordinárias, sem noção de respeito r dignidade.

Como muito bem escreveu Homero, “o que estão fazendo com a Denise é "bullying", apesar das reações de defesa e contra-ataque dela, sempre sem se exceder e até nem falar palavrões, sendo cuspida incessantemente por todos. E só, pois nem a Yani e o Marcos são seus amigos, pelo contrário, mesmo sua "amiga" das duas últimas semanas Andressa, virou fera e a agrediu , quando percebeu que a Bárbara estava forte, assim como a falseta da Yani, Marcos e Paulo, sendo que, o Marcos não precisa fazer jogo, pois já está na final.”

A agressão de Andressa contra Denise ontem foi planejada com Yane.segundo Andressa, era hora de começar a estressá-la, já que ela estava no celeiro, talvez na roça, para deixa-la nervosa e desestabilizada. Isto tem nome: CRUELDADE, SADISMO, VILANIA, COISA DE RAMEIRA. 



Continuo grande admiradora de Denise. Para mim, a única que merece ser a vencedora dessa Fazenda. No entanto, sei que o prêmio já tem dono. Até os paspalhos que estão na fazenda não enxergam que estão apenas fazendo figuração até o dia de verem Bárbara sair milionária nas barbas deles. Bando de mfrouxos!

12 de agosto de 2013

Uma notável escritora portuguesa...

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Hoje reservei um espaço especial para divulgar um belíssimo texto da escritora portuguesa Maria Elvira Bento. Apaixona-me a sensibilidade e a poeticidade que envolvem a prosa dessa mulher com alma de poeta.
Invoquei as forças do Universo. Sentia-me poderosa e livre

À esquina da tarde, quando a luz rósea do Sol se preparava para abraçar o mar, subi a uma rocha solitária e majestosa e olhei pausadamente o horizonte. Uni o polegar e o indicador, virados para cima, arqueei o corpo e invoquei as forças do Universo. Sentia-me poderosa e livre, prestes a levitar.
O tempo sentia-se suspenso. Parado. Nem o vento respirava. A serenidade parecia envolver o Mundo naquele começo de noite mágico, estonteante de encanto, soberbo de magia. Electrizante e iluminador. Do céu caíam partículas cintilantes, poeira de estrelas, que rapidamente cobriram a rocha, deixando-a como um trono cravado num invulgar rochedo.
Depois, o céu abriu-se num tom púrpura, cintilando entre o laranja e o verde-esmeralda. Foi um estonteante festival cósmico envolto em sons harmoniosos com vozes angelicais e acordes magníficos. O desejo de absorver tudo o que via e o querer que algo me fosse revelado, agitava-me. Baixei os braços com as palmas das mãos viradas para cima, esperei por brisas renascidas e desejei que uma chuva macia me envolvesse em âmbares e cristais e me fizesse sentir entre o sonho e a realidade.
Fiquei, como diz a lenda védica, com a leveza da folha, a graça da corça, a alegria do Sol, as lágrimas do orvalho, a inconstância do vento, a timidez da lebre, a dureza do diamante, a crueldade do tigre, a doçura do mel, o calor do fogo, o frio do gelo, o perfume das rosas.
Rodeada de luares, energias e exércitos de átomos, vindos do agora e dos confins do tempo, inspirei as vibrações do Universo e entrei em mundos poderosos e secretos, abertos por uma exclamação mística, dita sete vezes seguida com a voz mais poderosa: a voz do pensamento.
Luminosa e leve, tal como Fernão Gaivota (que vive em cada um de nós) olho agora as minhas asas alvas, adquiridas no Rochedo da Transformação e, então, tal como diz Gaivota, quebro as correntes do pensamento e deslizo sem pudor neste voo da noite.
Senti-me especial e divina. Fernão Capelo lembrou-me (uma vez mais) que não há limites. Lembrou-me a necessidade de superar as nossas fragilidades, medos e lançarmo-nos nos voos da descoberta e da realização. Ao despedir-me do Gaivota, que se preparava para voar dois mil e quatrocentos metros e aterrar em voo picado, ainda me gritou: “não te esqueças nunca de que a verdadeira Lei é aquela que conduz à Liberdade”
(Maria Elvira Bento)

Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação, que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o mais amargo.


(Confúcio)

15 de julho de 2013

Chacretes são homenageadas no Projac

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Savalla e as chacretes
Savalla e as chacretes 
As chacretes Regina Pintinha, Sandra Pérola Negra, Beth Boné e Índia Potira se reuniram com Elizabeth Savalla, a ex-chacrete da novela “Amor à Vida”, em reportagem de O Globo de 14.07.2013:
Vai para o trono ou não vai? Ninguém melhor do que musas do Velho Guerreiro nos anos 1970 como Índia Potira, Regina Pintinha, Sandra Pérola Negra e Beth Boné para avaliar a performance de Elizabeth Savalla como a ex-chacrete Tetê Para-choque e Para-lama em “Amor à vida”. Num encontro com a atriz, o quarteto jura que ela não levaria uma buzinada do Chacrinha, como os calouros reprovados no palco do comunicador.
— Ainda bem que vocês estão gostando. Porque tem gente que está metendo o pau, né? — comenta Elizabeth, sobre a polêmica envolvendo algumas ex-chacretes descontentes com o passado de prostituta de Tetê.
Índia completa: acha a homenagem bonita e diz saber que isso tudo é ficção.
— Essas chacretes estão falando mal porque elas querem aparecer. Eu estou amando.
Distantes da fama como a dançarina que se tornou vendedora de cachorro-quente criada por Walcyr Carrascáriao, as quatro revisitaram o passado logo que botaram os pés no Projac — apesar de nunca terem trabalhado lá — para encontrar Elizabeth. Enquanto esperavam a atriz, elas pareciam se sentir em casa. E, no fundo, estavam. Conviveram com celebridades e também experimentaram o sucesso nos tempos em que brilhavam usando botas longuíssimas e maiôs típicos das mais de 500 moças que foram assistentes de palco na “Buzina”, na “Discoteca” e no “Cassino”, principais programas do apresentador exibidos em diferentes épocas e canais. 
Rita Kadilack, uma das mais famosas chacretes, participa do reality show da Record A Fazenda. Outra (que ignoro o nome que usava na época) é casada com um italiano e reside em Natal, onde tem , com o marido, um restaurante de praia. Ainda é bem bonitona.
A personagem da novela Amor à Vida é um presente! Divirto-me demais com ela e seu desespero para fazer a filha burrinha fisgar um paspalho rico com o golpe da barriga. 
Rita Kadilack está decadente, envelhecida e sem a beleza que a tornou famosa. É uma mulher sofrida, com dificuldades financeiras e enfrentando toda a carga de preconceitos que a acompanham até hoje, especialmente por causa dos filmes pornôs que realizou. Até no reality os ataques preconceituosos contra ela são frequentes por parte de pessoas que fazem coisas bem equivalentes, que se comportam como periguetes de quinta categoria. Sobre esse tema, escreverei o próximo post. O preconceito nojento tem estado na ordem do dia entre os hipócritas desse reality, crucificando Denise Rocha, Rita e Marcos Oliver.

25 de junho de 2013

Falar sobre sexo com o parceiro ainda é difícil para as mulheres

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Elas têm receio de compartilhar preferências, dúvidas e insatisfações .
Elas dominam a habilidade de discutir a relação, mas muitas mulheres ainda demonstram receio em falar com seus parceiros quando o tema é sexo. Mesmo aquelas que sabem expressar suas queixas sobre atitudes, hábitos, falta de parceria e rejeição, se sentem pouco à vontade para verbalizar interesses, preferências, fantasias e insatisfações na cama.
Quando chegam ao consultório, mulheres relatam o receio à desaprovação e o medo de magoar quando o assunto é desempenho sexual. E é verdade que nem sempre os homens reagem bem: alguns tentam responsabilizá-las, outros dizem que é difícil satisfazê-las, outros justificam sua postura pelo estresse do dia a dia e há aqueles que simplesmente dizem que o sexo está bom assim.
As raras exceções são os homens que participam da conversa, aceitam, propõe e são parceiros na busca de uma solução para as dificuldades do casal. Porém, suas esposas ou namoradas revelam os mesmos medos ou tabus e se surpreendem com o interesse deles quando elas tomam coragem e rompem o silêncio.
O casal que compartilha fantasias tem uma vida sexual intensa e lúdica. Esse potente estímulo pode levar ao prazer orgástico com pouca manipulação ou carícias. Elas provocam intenso erotismo melhorando o desempenho sexual; aumentando a libido; permitindo que a mulher descubra sua potência sexual e sensual ajudando na autoestima.
Solicitar algo diferente durante a transa pode ser um potente estimulante natural, porque mexe com as fantasias. A palavra exigência está fora desse contexto, no sexo tudo deve ser compartilhado com muito prazer.
O casal precisa conversar sobre os problemas sexuais e buscar juntos a ajuda de um profissional. O apoio mútuo fortalece, facilita o enfrentamento e a resolução das dificuldades. Indico uma leitura do livro “No jardim do Desejo” (Editora Mandarim), sobre as fantasias sexuais femininas.

Autora:  Fátima Protti. Sexóloga

19 de maio de 2013

A Expressão eufêmica "A Melhor Idade" é puro deboche...

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Sou uma mulher com mais de sessenta anos de idade, de bem com as rugas, com os cabelos brancos e com as limitações físicas naturais nos sexagenários. Sou, portanto uma pessoa da terceira idade, ou melhor dizendo, uma pessoa “velha”. Sim... A palavra certa é esta: “velha”, como foram a minha mãe e minha avó, com muita dignidade e elegância, sem problematizarem os efeitos da passagem dos anos, sem lançarem mão de eufemismos idiotas para disfarçarem a indisfarçável velhice, como a abominavelmente hipócrita expressão “melhor idade” para nomearem o grupo etário no qual se integravam. Na época delas, este tipo de eufemismo ridículo não existia, da mesma forma que não haviam ainda criado outros igualmente cretinos como “deficiente visual” (cego), “afrodescendente” (negro), “funcionária do lar” (empregada doméstica), e centenas de outros, dentre os quais figura o deletério “melhor idade”. Execro essa abominável expressão, decerto criada por um jovem destituído da mínima noção da realidade dos velhos, sem nenhum resquício de sensibilidade para perceber as imensas e crescentes perdas e limitações que causam dor, frustrações, sofrimento, tristezas e solidão nos idosos.

Como pode alguém julgar a melhor idade de um ser humano justamente a faixa etária na qual chegam as dolorosas doenças reumáticas dificultando a locomoção, as falhas da memória causam vexames, a visão, a audição, o olfato e o paladar sofrem alterações, a liberdade de sair sozinha/o começa a ser controlada pelos zelosos familiares, Alzheimer, mal de Parkinson, AVCs, diabetes, pressão alta e colesterol alto são ameaças à qualidade de vida...

Portanto, para mim, a expressão “melhor idade”, além de ser uma lastimável e desrespeitosa ironia, é um deboche abominável! A infeliz expressão “Melhor Idade” não passa de uma execrável hipocrisia de gente piegas, chegada a uma frescurite que, no fundo tem preconceito contra a antiga, consagrada e adequada expressão “velha” e “velho”, tem preconceito contra a “velhice” e, por isso, tenta adoçar com eufemismos cretinos o que sabem ser a mais difícil fase da vida. 

A melhor idade é a infância!  Tempo da inocência, das fantasias, das ilusões e da crença em um mundo mágico e perfeito!


16 de maio de 2013

Onde foi parar o sucesso das "Mulheres Frutas"?!

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Tudo indica que o sucesso bem remunerado das exuberantes mulheres frutas do abundante pomar carioca está em irreversível declínio. Famosas pelos traseirões e peitões avantajados à custa de abundantes próteses de silicone, decotões e micro saias e, principalmente, pelos sensuais rebolados, todas eram muito celebradas em bailes funk e shows em comunidades e cidades interioranas, conheceram bem de perto o sucesso, os altos cachês e a presença na mídia. Mulher Melão, Mulher Melancia, Mulher Morango, Mulher Pera, além da super protéica Mulher Filé faziam a festa dos machos deslumbrados com tanta abundância de mau gosto e breguice dessas mulheres sem a mínima noção de proporção, de beleza e de estética. Algumas parecem aleijões, tamanha é a deformação das nádegas propiciada pelo excesso de silicone, como, por exemplo, a Valéria Poposuda e a Isis (Fazenda de Verão) que mais parecem ter bolas de futebol nos respectivos traseiros.
Atualmente, elas não são mais novidade, as bundudonas e peitudonas proliferam em toda parte, gente dançando o Funk tornou-se lugar comum... Pouco se fala nas deliciosas frutas perecíveis, os cachês já não são tão altos, os shows ficaram menos procurados. Aí, como fica a vida de mulheres ricas que viviam as funkeiras? O que sabiam fazer e ofereciam como atração está em baixa... Rebolar sensualizando a mulherada nas baladas e bailes funks já fazem primorosamente. Que concorrência!
Ora bem, a situação está ruim... A super gostosona Renata Frisson, conhecida como Mulher Melão está dando tratos à bola para adaptar-se à nova situação de estrela em decadência. Ela disse que gastava R$ 10 mil mensais em salão de beleza. Quando tinha que trocar o megahair então era muito mais, gastava muito e levava um vidão, pagava tudo para os amigos, bancava várias baladas. Mas não tenho ideia de quanto eu gastava por mês no total, porque nunca fui muito de fazer conta. Ia gastando e pronto. Depois de ter ficado pobre, os amigos sumiram. Sem dinheiro para esbanjar, foi obrigada a mudar o padrão de vida, contar os tostões e baixar a bola.
Poie é, a maré virou, o dinheiro secou e Renata Frisson, a Mulher Melão, teve que dizer adeus ao luxo e à vida de aparências. No começo do ano, ela deixou um caríssimo apart-hotel de frente para o mar, na Barra da Tijuca, no qual tinha toda a infraestrutura à sua disposição, para ir morar na casa de um amigo no bairro de Vila Valqueire, no subúrbio do Rio de Janeiro. O baque financeiro foi radical, marcando o início de severas mudanças de hábitos da nova rica empobrecida.
Para o Ego, ela afirmou que enfrentou uma mudança severa no seu estilo de vida. Gastava muito e fazia muito desaforo com meu dinheiro. O David Brazil vivia conversando comigo, dizendo que aquilo não era direito, eu dizia que ia mudar, mas só ia empurrando a decisão mais para frente.
Infelizmente, somente quando o número de shows caiu, ela resolveu que era hora de mudar de vida, pondo fim ao sonho de morar em um hotel cinco estrelas, pois não podia mais viver de aparências, colocar minha a para funcionar.
Agora, vive sozinha. Aprendeu a achar maravilhoso ficar em casa vendo um filminho. Aprendeu a lição tarde demais...
Continuo fazendo show e meu padrão de vida não caiu tanto. A questão é que agora eu economizo mais. Junta no banco e quer investir em um negócio para ela. Sabe que não vai viver do corpo para sempre e não quer ir para no Retiro dos Artistas sem nada. Nem tenho cartão de crédito mais. Foi a primeira coisa que eu cortei, sempre estourava o limite.
Para economizar faz as coisas para ela, faz tudo, lava a própria louça. Não frequenta mais salão, faz hidratação em casa. Não compra mais tanta roupa, está reciclando um monte de coisa que usou uma vez só, e tem gente que pensa que é novidade. E, quando quero me divertir, chamo os amigos que me restaram para bater papo em casa e cozinho para eles.