20 de dezembro de 2013

O ridículo exagero libidinoso de Suzana Vieira em Amor à Vida.


É bem verdade que fazer cenas de sexo super calientes com o motorista Maciel, interpretado pelo gatérrimo Kiko Pissolado, já poderia ser considerado por Susana Vieira como um belo presentinho do autor da novela. É, e a vovó da terceiríssima idade partiu para cima do pitéu exagerando ao máximo a cena de sexo na cama da própria. A noite de amor entre Pilar foi mostrada com requintes bordelescos e detalhes totalmente dispensáveis e sem precedentes nas novelas da Globo, pelo menos a partir da década de 90, quando a emissora resolveu maneirar nas cenas de sexo, visando vender as novelas em países europeus e sul americanos que não aceitavam as escandalosas relações sexuais das personagens.
Suzana Vieira, uma senhora de 70 anos, gordota como um panetone, mesmo beneficiada pelos “filtros” remoçadores, não tem condições de formar par romântico com um rapaz com idade de ser seu neto. Não convencem, não convenceram as caras e bocas da atriz, simulando um intenso orgasmo que a fazia revirar os olhos, arfar, bufar, arquejar, se enroscar no motorista, enquanto cravava as unhas nas costas musculosas do belo rapaz. Senti a cena como se estivesse vendo um ordinário filme pornô. O foco no rosto dela... Argh!... Ceninha nauseabunda protagonizada por uma atriz que parece ter perdido o respeito por si mesma ou a noção do ridículo. Já ouvi comentários lastimáveis, de homens e mulheres, sobre a cena medonha e desnecessária.
O pior é que a triz vovó declarou em entrevistas que achou o máximo a cena, que a química entre ela e o quase neto é sensacional e que espera que Pilar continue o “romance” (safadeza, piranhagem e fogacho clitoriano mudaram de nome). Que a atriz goste de jovens com idade de ser seu neto para transar tudo bem, desde que não seja nas novelas, impingindo ao telespectador o constrangimento de ter de suportar o exibicionismo libidinoso de uma senhorinha septuagenária, feiosa, pesadona, celulitosa, que deveria estar interpretando o papel de avó, de uma pessoa que tem idade para ter netos e bisnetos. A cena pecou pelo excesso de realismo. Foi de muito mau gosto.

Envelhecer com dignidade é uma arte e uma atitude que denota sabedoria, sensatez e distinção. Por mais que se faça ginástica, que se malhe com pesos, que se injete litros de botox e amasse o corpo fenecido com massagens radicais, a juventude não retorna, o corpo muda, as formas ficam arredondadas, o peito despenca (só implantes de silicone ajuda), a bunda fica flácida e as celulites invadem impiedosamente, os cabelos passam a precisar de mega hair e pintura, porque caem, a pele perde o viço. Por mais que se faça cirurgias para esticar o rosto, não se consegue suavizar o seu contorno. 

Suzana ainda é bonitona, mas para papéis mais adequados à idade avançada que tem. Sinto pena das mulheres que não sabem aceitar a velhice. Louvo as que valorizam a real aparência, a idade e respeitam seus limites, como a maravilhosa Fernanda Montenegro, Tônia Carrero, Nathalia Thimberg e outras que não vendem uma falsa imagem.

Sem os milagrosos "filtros" remoçadores usados nas novelas e nos estúdios da Globo, o corpito da atriz é assim como vemos na foto dela com o garotão com quem se diz casada.

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