2 de setembro de 2015

Andressa Urach para os crédulos...

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Sem sombra de dúvidas, é compreensível que as pessoas ainda duvidem de tudo que sai da boca de Andressa Urach, afinal, ela mesma confessa a enxurrada de mentiras que disse para conseguir visibilidade na mídia, muitas delas muito graves, especialmente por envolver pessoas famosas, como o jogador Cristiano Ronaldo. Infelizmente, esse seu confessado deslise de caráter não impede que as suas quiçá inverídicas e polêmicas histórias sejam consumidas vorazmente por curiosos ou apreciadores de sensacionalismo. Prova disso é que sua biografia ‘Morri para Viver — Meu Submundo de Fama, Drogas e Prostituição’ (ed. Planeta, 288 págs., R$ 36,90) acaba de ser lançada com uma tiragem de 1 milhão de exemplares e já está esgotada em muitas livrarias. “A editora já teve que repor em diversos locais”, garante (será?) a nem sempre verdadeira segunda colocada no concurso Miss Bumbum, que hoje tem um quadro como repórter no ‘Domingo Show’, da Record, isto mesmo se ter um diploma de jornalista. 

Suas escandalosas revelações envolvem a perda da virgindade com o meio-irmão, orgasmo com um cachorro, envolvimento com bandido, relações lésbicas inventadas e combinada com a mulher e com o paparazos que fotografaram as duas aos amassos, para conseguir ser capa de revistas, além do que ocorreu em seu período internada em coma num hospital. Mas tudo isso não passa de uma desculpa para ela contar o que realmente a fez mudar de vida: a fé. Agora convertida à religião evangélica, Andressa diz que tudo que escreveu e divulgou foi para obter o perdão, se dedicar ao filho Arthur, de 10 anos, e ajudar aos que passam pelas mesmas dificuldades. Que garota santa! Em nenhum momento pensou na dinheirama que iria ganhar, no sensacionalismo na mídia, nos ganhos com a volta ao mundo da fama, perdido depois de ter o corpo deformado pelas cirurgias? O assassino de Daniella Perez também se converteu e se faz passar por uma flor de bondade e virtudes.  

Infelizmente não consigo acreditar em nada do que esta mulher ardilosa diz ou escreve, especialmente depois de tê-la visto em A Fazenda dando shows de mau caratismo, de desrespeito e de exibicionismo (ao ficar totalmente despida, em uma festa, e dando voltas em torno da piscina , para constrangimento dos presentes no evento. Não esqueço as escandalosas aparições dela na Copa do Mundo, querendo forçar uma visita ao Jogador Cristiano Ronaldo, apesar da recusa dele de qualquer aproximação com ela. Não esqueço as barbaridades que ela protagonizou para ser notícia. Se está usando roupas recatadas, se cobre o corpo, é porque não tem condições de exibir as cicatrizes que acabaram com a falsa beleza do seu corpo, cheio de buracos, manchas e flacidez.


Aí segue alguns trechos da entrevista que Andressa deu para um reporter:
Você era uma pessoa ambiciosa e má. Por quê? Seu livro mal foi lançado e já teve uma repercussão gigante. Mas muitas pessoas não acreditam nas histórias contadas porque você já inventou várias situações para se promover. Você afirma que nada ali é fruto da sua imaginação? 
Tudo é 100% verdade. Uma pessoa que acredita na palavra de Deus não pode mentir. São assuntos polêmicos, entendo que as pessoas duvidem, eu também duvidaria de mim. Antes, queria esconder meu passado, fiquei louca quando me chamaram de garota de programa no reality ‘A Fazenda’, mas agora conto a verdade como uma forma de me perdoar ( Vai vendo como a garota ficou humilde e mansinha. Logo mais vai estar pregando a palavra de Cristo, como Pastora Evangélica!).
Durante seis anos, fui muito ruim e paguei por isso. Quanto mais famosa, mais disputada eu era. Sentia prazer de sair com atores, jogadores, estragar casamentos como amante. Tive três overdoses, relacionamentos com bandidos, vi que a morte estava na minha frente. Depois, vi que é possível mudar, sim. (Esqueceu que fazia trabalhos de macumba em terreiros para obter fama e dinheiro, como revelou em entrevista a Sônia Abrão?)

Você conta que gastou mais de R$ 1 milhão em tratamentos estéticos. O que sobrou do dinheiro que ganhou com a prostituição? 
Cheguei no auge com o corpo perfeito, carro importado, cobertura no Rio. Mas nunca coloquei na ponta do lápis. Agora, baixei meu custo de vida. Troquei minha BMW que valia R$ 120 mil por um Fluence, de R$ 60 mil. Mas ainda tenho três apartamentos. Também deixei de jantar em restaurantes caros, com conta de R$ 500, para comer em casa com meu filho. E olha que eu mesma que cozinho. (Ai, que coisita mais cut,cut!)

Com a vida mais humilde, não dá vontade de voltar ao luxo? Como se sustenta? 
Com a minha conversão (à religião evangélica), vi que quando você entra na coisa errada, não consegue sair. Me sujeitei a coisas nojentas porque ganhava mais por elas, eu focava e mentalizava: ‘Pensa no dinheiro, pensa no dinheiro’. Hoje, passo longe do que me fez mal, noitadas, álcool, drogas. Não vou mais me corromper. Sou contratada da Record e tenho uma coleção de roupas. Ganho metade do que faturava, não se compara ao que eu ganhava, mas vale a pena.

O abuso que você sofreu na infância deixou muitas marcas. Mas achei meio mal explicado no livro. Como, de fato, esse homem que você considerava um avô abusou de você? 
Digo que perdi a virgindade com meu meio-irmão porque não considero o que aquele homem fez como perda da virgindade, mas foi com os abusos dele que houve a ruptura do hímen. Ele colocava os dedos na minha vagina, houve penetração com o pênis, sim. Mas essa violência toda me bloqueou.

Você é muito vaidosa. Acha que vai ficar com vergonha quando os homens virem suas cicatrizes? 
Me sinto totalmente mais bonita com as cicatrizes. Olho para os buracos na minha perna e penso: ‘Que bom que aconteceu tudo isso.’ Agora, exalto meu sorriso, que acho lindo. Já me ofereceram para eu operar as cicatrizes, mas não quis. Chega disso! (Também acredito em Papai Noel.)

Você disse que já pensou em se matar. Mas, de fato, você tentou alguma vez? 
Já estava envolvida com drogas, quebrei copo na cara de meninas. Pensava em me matar, tomar remédios. Mas nunca fui às vias de fato. Fiz até seguro de vida porque sabia que de alguma forma eu ia morrer.

Uma história no livro ganhou destaque, em que você fala que teve orgasmo após um cachorro lamber suas partes íntimas. Mas você tinha 11 anos. Você já entendia o que era orgasmo? 
Eu não sabia. Descobri o que era prazer com o cachorrinho. Porque eu tinha 11 anos, nunca tinha tocado naquela região, aí fui brincar com minha amiga que tinha a minha idade e ela me contou que colocava o cachorrinho pequenininho nas partes íntimas. Eu também quis fazer e senti prazer, porque o cachorrinho lambeu meu clitóris ali, e eu descobri o clitóris. Senti o prazer através daquilo. Aí acabei dormindo vários dias na casa da minha amiguinha, fazia questão de dormir lá (risos). A gente ri, mas é horrível. Que vergonha falar um troço desse.

Você também já fez sexo em grupo com jogadores. Você acha que eles são infiéis e adoram orgia? 
Jogador tem a coisa da ostentação, do ego. A maioria é infiel. Eles vivem em ambientes com muita mulher, muita festa. Eu fazia o meu trabalho. Eles adoram orgia. A gente topa, mas eles nem dão conta. Eu transei com três homens ao mesmo tempo. Mas cheguei a fazer sexo com sete num mesmo dia. E transei com mais de mil no total.

    20 de junho de 2015

    É dureza aturar Tatá Werneck!

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    VALDIRENE
    DANDA
    Protagonista da nova novela das sete, “I Love Paraisópolis”, a atriz e humorista Tatá Werneck ironizou algumas críticas que vem recebendo por causa da sua dicção em cena. As reclamações são de que o que ela fala não é compreendido pelo público. Em vez de ironizar sua insuportável falha, deveria ter a humildade de reconhecê-la e procurar travar a sua metralhadora verbal. Ô mulherzinha chatinha!
    Antes de mim, o jornalista Flávio Ricco já havia destacado que suas falas são de difícil compreensão, por falar muito baixo e, ao mesmo tempo, com excessiva rapidez. O que é inadmissível em novelas, filmes e teatro. Flávio Ricco chegou a ironizar a comediante, ao dizer que as cenas em que ela aparece necessitam de legendas para um melhor entendimento. Concordo inteiramente com ele.

    Além disso, na quinta-feira, dia 14, a jornalista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, deu nota zero para a atriz, dizendo que os telespectadores não entendem o que ela diz na trama, por causa da sua dicção. 
    Tal defeito já era incômodo na novela Amor à Vida, na qual fez o papel super histriônico de Valdirene, uma garota mentalmente limitada que só dizia e fazia asneiras. O que está acontecendo é que a personagem Danda de I Love Paraisópolis não passa de um clone mal acabado da indigesta Valdirene, especialmente por que ser cômica em algumas situações, repetindo as mesmas sandices da maluquete de Amor à Vida. Só falta meter-se num salto alto e andar cambeta como a sua antecessora. Não é somente a personagem que apenas mudou de nome em I Love Paraisópolis, na trama ela vive situações bem semelhantes as da novela anterior, como ter dois homens disputando o seu amor, e ela fazendo joguinho com ambos, Danda é tão sem noção quanto Valdirene, burrinha comilona, interesseira e abestada como Valdirene. Ai, que canseira é aturar a talzinha Danda!
    De acordo com o colunista de televisão Flávio Ricco, a atriz já tem recebido ajuda de um fonoaudiólogo, especialista em dicção, para corrigir o problema. Parece que não tem aprendido nada, pois continua com o acelerador ligado, atropelando o texto. 
    Enfim, Tatá Werneck está no lugar errado. Se gosta de ser apalhaçada e sem noção, deveria ser despachada para o ZORRA TOTAl! A atriz, além de feiosa e sem charme, é "Monocórdica! Uma personagem só! I Love Paraisópolis é a segunda novela que faz. Parece ter incorporado a personagem da primeira e não consegue ser versátil, recriar-se para o novo papel... Parece achar que ser atriz é ser chata, careteira, repetitiva e atoleimada. 
    I Love Paraisópolis é mais um fiasco novelistico da Globo. É arrastada, a trama é pobre, o núcleo da Favela é um porre, um festival de situações repetitivas, um amontoado de marginais cheios de gogó e, o mais curioso, nunca aparecem policiais no pedaço onde manda o caricata chefão explorador Grego. Bem, a novela é péssima. Mas, o que me incomoda mesmo é a presença tediosa e ridícula de Tatá Werneck. 
    Eu que pensava que Babilônia era a pior de todas, agora já a vejo sem tanta rejeição. Pelo menos temos um elenco de peso que sabe o que seja a arte de representar. Só há uma personagem que abomino: a interpretada por Camila Pitanga. A atriz exagera na gritaria, nos barracos sucessivos por qualquer motivo, é sem classe, escandalosa, mal educada, grossa e antipática. É o tipo de mulher que quero ver sempre bem longe de mim e do meio que frequento. O advogado que a namora e é tratado a patadas é areia demais para o caminhãozinho da desvairada. Babilônia não é tão destituída de conteúdo. Depois comentarei esta novela e a maravilhosa Os Dez Mandamentos (Record).

    19 de junho de 2015

    Propaganda enganosa...

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    Há semanas vem sendo mostrado na Record um comercial do produto de beleza Cicatricure, que promete, dentre outros miraculosos benefícios acabar com as rugas do rosto, deixando a pele incrivelmente rejuvenecida. O comercial tem todas as características da propaganda enganosa, a começar pela apresentadora da estupenda fonte da juventude: a cinquentona Xuxa Meneguel que aparece com um rostinho de uma adolescente , dengosinha, fazendo caras e bocas de ingênua grotinha. Usaram no rosto e pescoço da cinquentosa produtos milagrosos que nada tem a ver com o creme anti- idade que tenta vender para as crédulas telespectadoras.

    Eu teria vergonha de aparecer com uma aparência que há décadas já não tenho na propaganda de um produto que jamais seria capaz de rejuvenecer as mulheres como Xuxa se mostra na filmagem enganosa.  Sabemos que há produtos de maquilagem que fazem uma espécie de máscara rejuvenecedora, muito usado nas novelas para melhorar a aparência das atrizes e atores. Com tal argamassa no rosto, somada aos recursos dos filtros, fotoshop, iluminação adequada e outros truques é possível ver Ana Maria Braga com aquele rosto botocado, cheio de preenchimentos e muita "massa corrida" e Xuxa transformada numa adolescente. 


    O resultado dessa palhaçada cosmética é o descrédito do produto Cicatricure. Marília Gabriela o apresentou muito tempo sem cair nesse ridículo abominável. 
    Amanhá, sábado, Xuxa vai ser entrevistada por Rodrigo Faro. Já vi algumas cenas... O rostinho da embonecada está bem estragadinho, o pescocinho denuncia a idade real. 







    30 de maio de 2015

    Perto da prosódia troncha de Dilma Rousseff, Lula é um Machado de Assis.

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    Leiam o recado de Celso Arnaldo Araújo, o jornalista que descobriu o dilmês:
    Algum dia ela governou o que diz? Esta coluna, desde o “Pra mim sê pré”, de 2009, é a prova abundante — talvez a única e mais legítima — do vergonhoso despreparo da presidente, para o qual, só agora, se voltam a atenção e o espanto (inter)nacionais.
    Não, não é insanidade mental — que ela e seus mantenedores são bem espertos. Os mexicanos a editam, a bem da inteligibilidade da chefe de estado de um país amigo. A companheirada do Portal do Planalto simplesmente a transcreve, sem tirar nem pôr, dando um olé no Brasil que pensa.
    É ignorância no seu estado mais bruto, mais insuperável, o ponto mais baixo da República brasileira. A nossa Dilma.
    A expressão “Pra mim sê pré” aparece no post publicado em 2 de dezembro de 2009. Vale a pena revê-lo:

    DILMA, O EU E O MIM

    Ainda convalescendo do espanto, transfiro para o Direto ao Ponto o comentário do jornalista Celso Arnaldo que acabo de ler. Segurem-se. (AN)
    Há imagens que não falam por si e áudios que dizem tudo.
    Ligo o rádio do carro, hoje cedo, e ouço o locutor anunciar que Dilma – embora tenha começado a aparecer na TV com a pompa e a circunstância de presidenciável, nos primeiros teasers de sua campanha – ainda não se considera candidata do PT à sucessão do Lula, aliás sequer pré-candidata. Entra o áudio de Dilma, naquele inconfundível “um tom acima”:
    - Pra mim sê pré….
    Para por aí. Não interessa o que vem depois (“…tenho que passar pela convenção do PT”). Esse “Pra mim sê pré” poderia ser, quando nada, a mais curta e cruel (contra seu autor) frase internada no Sanatório. E, se eu tivesse tempo e interesse, seria o título, o mote e o resumo de uma longa tese de mestrado sobre o mais absoluto e chocante equívoco político da história de nossa República.
    “Pra mim sê pré”: quatro monossílabos, cada qual contendo um erro essencial ou uma corruptela vulgar. Mas o “pra mim ser” ultrapassa qualquer barreira da desarticulação linguística. Eu, se sou RH, desclassifico na hora o candidato a vaga de assistente administrativo que diga “pra mim fazer” – mesmo que tenha quase mestrado e quase doutorado no currículo. Porque é erro incorrigível – já integra a estrutura mental de quem acha que mim conjuga verbo.
    Por experiência própria, pessoas que falam “pra mim fazer” falarão “pra mim fazer” a vida toda, mesmo sendo corrigidas a vida toda.
    No caso de Dilma, a prosódia troncha, de mineira de fachada, ainda transforma o ser em “sê”, o que dá à frase uma conotação sonora sincopada, meio mística.

    “Pra mim sê pré”: um mantra à suprema ignorância humana.

    Autor: Celso Arnaldo

    Volto para o curto registro: perto de Dilma Rousseff, Lula é um Machado de Assis. (AN)
    Fim do post de 2009. De volta a 2015, reitero sem nenhum prazer que a cabeça de Dilma Rousseff — um deserto de ideias habitado pelo neurônio solitário — é exposta por esta coluna há cinco anos e meio.
    Nós todos sempre soubemos que o titanic lulopetista avançava na direção do iceberg. Não foi por falta de aviso que tantos brasileiros autorizaram nas urnas a consumação do naufrágio político, econômico e moral.

    A. Nunes (Veja)

    29 de maio de 2015

    Grazzi Massafera na novela das 11 hs, da Globo.

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    A bela e simpática Grazzi Massafera estará na novela das 23 hs da Globo - Verdades Secretas. Lastimavelmente é mais uma novela que gravitará em torno do "mundo cão",  mais uma que vai explorar o que há de pior no ser humano, suas misérias sociais, suas taras, vícios e outros temas sórdidos tão do gosto dos novelistas da platinada. 
     Segundo a atriz, "Não é uma personagem grande, mas é forte, ou seja: conta o drama de uma modelo que entra em declínio, não se conforma com o fracasso e se torna prostituta e drogada. Com certeza é o trabalho mais pesado que já fiz, mas não sei se é um personagem divisor de águas e nem quero falar disso porque assim crio grandes expectativas e isso cada um tem a sua, então é difícil dizer. É tanta coisa para acontecer que fico até receosa de falar", contou aos jornalistas na festa de lançamento da trama na última quinta-feira (29), em São Paulo.

    Para a novela, Grazi conheceu meninas que passam pela mesma situação da personagem e disse que pretende ir à Cracolândia, no centro de São Paulo. Vai vendo o nível:  "Ainda não entrei nas cenas mais pesadas, mas provavelmente vou sim à Cracolância para ver como é, e acho que será incrível"  (bota incrível nisso!). 
    A personagem Larissa fez a atriz mudar alguns hábitos também, como deixar de tomar sol, passar a dormir tarde, suspender a malhação e, nos próximos meses, até emagrecer . "Isso não me preocupa, porque tenho mais facilidade de emagrecer do que engordar". Vai ficar esquelética, e ainda põe a saúde em risco. tudo em nome da arte fajuta das telenovelas globais, em sua pouco honrosa trajetória rumo a degradação moral. Já não bastasse a tenebrosa Babilônia, puro lixo não reciclável e a abominável I love Paraisópolis, mais uma indigesta produção respaldada na baixaria e em baixos valores morais são a tônica da trama. Parecem buscar inspiração nos programas policiais, tipo Cidade Alerta e outros.
    Melhor ver O Rei do Gado, um clássico das novelas globais, no horário da tarde. Melhor ainda será ver Os Dez Mandamentos na Record, uma belíssima e muito bem construída novela. Tão bela e de excelente qualidade o quanto foi José do Egito, da mesma emissora.