15 de fevereiro de 2015

EX-BBB Mila mete a boca no trombone contra a Globo.

1 COMENTÁRIOS
Para quem não acredita que existem protegidos/as no reality da Globo, quem duvida de que não segue o script traçado pelo diretor Boninho e que quem não obedece às ordens do balofo autoritário cai em desgraça e é perseguido ainda estando no confinamento, leia esta matéria. Giselle Soares(BBB8) entrou com ordens de ser a mulher fatal, a periguete aloprada do programa. Não topou a parada e sofreu horrores. Como caiu nas graças do público, Boninho fraudou o resultado final, dando a vitória para o mosca morta Rafinha. Isto com a ajuda prestimosa do seu capacho Bial. No BBB9, Priscila Pires deu-se bem, cumprindo à risca as ordens do patrão... foi aquilo que se viu.
Há seis anos, a advogada Mirla Prado sonha em apagar da memória do público a sua participação do "Big Brother Brasil", desejo que se intensificou na estreia da segunda temporada do "Tá no Ar", na quinta-feira (12). Emendado ao "BBB15", o programa de Marcelo Adnet e Marcius Melhem que propõe parodiar atrações de TV retratou em tom de chacota o drama de ex-participantes do reality show aficionados pela fama. Em um Top 5, foram destacados ex-BBBs dos quais, segundo a atração, "ninguém se lembra". São eles: Samantha ("BBB3"), Lucival ("BBB11"), Analice ("BBB12), Ralf e Mirla ("BBB9").
Sem ter visto ao "Tá no Ar", Mirla recebeu inúmeras mensagens alertando-a sobre a sua aparição inesperada no humorístico. Depois de conversar com o ex-BBB Ralf, que também desaprovou a brincadeira da qual também foi uma das vítimas, a advogada considera entrar com um processo contra a TV Globo por uso indevido de sua imagem.
"Preciso rever o contrato, mas, pelo que me lembro, só o 'Big Brother' tem o direito da nossa imagem, e não outros programas da Globo. O Ralf está pensando em processar e se eu embarcar nessa também não será pelo programa ['Tá no Ar'], mas por usarem minha imagem sendo que eu não quero aparecer. Não quero mais ser lembrada pelo 'BBB'. Quero levar a minha vida e ser esquecida de uma vez por todas", explica.
Segundo Mirla, a responsabilidade pela lembrança nada honrosa do "Tá no Ar" atende pelo nome de J. B. Oliveira, ou simplesmente Boninho. Ela afirma que o diretor do "BBB" a detesta e por isso não tem dúvida quando diz: "Tem totalmente o dedo do chefe nisso, por causa do desafeto que tivemos".
Sem conhecer muito sobre a dinâmica do jogo, Mirla aceitou participar do programa após ser inscrita por um amigo. Com o único objetivo de ganhar o prêmio de R$ 1 milhão, conta ter levado um choque quando pisou na casa instalada no Projac – complexo de estúdios da emissora.
"Não sabia como lidar e agir, por isso foi um choque muito grande quando vi que tudo era muito fake. Eu não podia ser eu mesma, tinha que chorar, fazer um casal e cumprir um script. Existe script? Não existe. Mas é algo que cada participante bola na própria cabeça. Na minha edição tinham muitos personagens e o Boninho me colocou no 'Big Brother' para ser a vilã. Lá dentro matei o jogo e vi quem deveria ser a minha algoz. Na entrevista [para seleção dos participantes], falei que odiava meninas tipo patricinhas, e vi nitidamente que colocaram uma pessoa assim. Mas quebraram a cara porque eu passei a adorá-la", declara.
Mirla diz que ficou introspectiva e não agiu conforme o que se esperava dela: "O 'Big Brother' é muito bom para quem cai nas graças da direção, mas muito ruim para quem se rebela. Me neguei a prestar o papel que era para seu meu e por isso até hoje pago um preço, pois ninguém gosta de ser taxado por aquilo que não é".
Se soubesse o que Boninho poderia fazer comigo, me sacanear por eu ter me fechado no casulo, não agiria como eu agi. Quando sai, vi o estrago que tinha feito na minha vida Ex-BBB Mirla Prado
"Me arrependo porque cometi o erro de mergulhar em um universo que eu não conhecia. Se conhecesse, e soubesse o que ele [Boninho] poderia fazer comigo, me sacanear por eu ter me fechado no casulo, não agiria como eu agi. Quando sai, vi o estrago que tinha feito na minha vida. Me mostrava sempre calada, uma mosca morta, foi como ele me nomeou", conta.
A advogada se lembra com detalhes de situações nas quais esteve frente a frente com o diretor. Uma delas aconteceu quando Mirla ganhou uma viagem para curtir o Carnaval em Salvador (Bahia), depois de atender o Big Fone: "No jatinho, a cara do Boninho de raiva para mim era muito nítida, aí comecei a perceber que o negócio estava feio", lembra
No confinamento, a ex-sister também teve contato com o diretor. Ela narra que estava muito abalada depois de ficar sem dormir por dois dias em virtude do Castigo do Monstro, quando solicitou ajuda de um psicólogo. "Depois de ver o dia clarear, me chamaram no confessionário e quem veio falar comigo não foi o psicólogo, mas o Boninho. Em vez de me acalmar, me ferrou ainda mais. Ele me odiava e fez questão de me deixar pior", se recorda. Ela diz que apenas não pediu para deixar o programa porque não achava justo perder os direitos que tinha no contrato.
A experiência traumática no "BBB" fez com que Mirla desenvolvesse problemas de saúde, como depressão e síndrome do pânico. Sem almejar a fama, diz ainda ter lidado com o preconceito na profissão por carregar o rótulo de ex-BBB. "Tem gente que vê e acha o máximo, mas há outros que te veem como uma inútil. Isso me incomoda extremamente, pois o que mais me orgulho é de ser uma mulher inteligente. Minha única burrice foi ter entrado no programa", lamenta.
"O que tiro de bom é que descobri o que é a Globo. Ou você se junta a eles ou vão te queimar. Hoje só quero viver a minha vida e não quero mais saber de 'Big Brother'. Todo ano é a mesma coisa, jornalistas me ligam para perguntar sobre o programa e as pessoas comentam. O meu sonho é que um dia o 'Big Brother' acabe", afirma.
Pois é, enquanto muitos/as ex-participantes do BBB abominam ter o nome relacionado ao programa, há as que são capazes de vender a alma ao diabo para retornar ao programa, para serem lembradas como ex-bbbs. Algumas chegam ao ridículo de fazerem do rótulo de Ex-BBB uma profissão, um meio de vida, aceitando qualquer cachezinho mequetrefe para aparecerem em programas da TV, entre estas pontificam as já desgastadas e escandalosas Anamara, Fani Pacheco e Natália Caçassola... 

1 de fevereiro de 2015

Valéria Valessa, a mais bela Globeleza...

0 COMENTÁRIOS

O último capítulo do livro, inclusive, terá um depoimento escrito pelo próprio Hans Donner, contando em detalhes como os dois se conheceram e iniciaram o romance que resultou num casamento. Valéria também abrirá o coração ao admitir que ficou traumatizada quando passou a viver longe dos holofotes.

“Ela passou por todas as expectativas de uma menina vinda do subúrbio, que conseguiu chegar à fama com rapidez, até que um belo dia foi substituída. Isso, para ela, foi um momento muito difícil. Valéria sofreu depressão e nem saía de casa. Embora soubesse que aquilo não era para sempre, que depende da forma física, da juventude.., ela sofreu um baque muito violento”, contou Laura Bergallo, em recente entrevista à Retratos da Vida.

Toda o drama da ex-Globeleza, atualmente com 43 anos, será contado de maneira delicada. “O que aconteceu com ela acontece com quase todas as pessoas que têm um sucesso muito grande. A biografia será um livro que fala sobre superação. A história fala de um conto de fadas que teve seus momentos difíceis e se tornou um exemplo de superação”, completou a autora.

Depois de Valéria Valessa nenhuma das suas substitutas podem ser comparadas a sua exuberante beleza. A do ano passado tinha os seios feios, flácidos e pequenos demais, a do Carnaval 2015 é bonitinha de rosto, mas deixa muito a desejar o corpo muito magro, com as nádegas flácidas. Valéria tinha as carnes firmes, as formas perfeitas, seios lindos. Nada balançava, quando ela dançava. Parecia uma deusa de ébano. A mulata tinha glamour, graciosidade e elegância nos movimentos, além de um rosto bonito... 
Será que não existem mais mulatas lindas no Brasil? Claro que há. Por qual motivo não são convidadas por olheiros da Globo? 


30 de janeiro de 2015

O drama vivido por Andressa Urach por causa da vaidade...

0 COMENTÁRIOS

Andressa sem megahair e sem os trajes sumários que sempre usava.
A gaúcha de Ijuí Andressa Urach levou seis anos para realizar o sonho de trabalhar na tevê. Aos 27 anos, no ar na Rede TV! como uma das apresentadoras e repórteres do “Muito Show”, a busca pelo padrão de beleza que despertasse a atenção de flashes e a levasse para capas de revistas e estúdios de tevê por pouco não a matou. Dentre dez intervenções cirúrgicas que modificaram completamente sua aparência, infiltrações de 500 ml de hidrogel deram-lhe coxas grossas a partir de 2010 e, em novembro passado, a levaram ao coma com um quadro de sepse, que fez parar seus rins. Entre a vida e a morte por um mês, a ex-vice Miss Bumbum, ex-dançarina do cantor Latino, ex-assistente de palco e mãe de Arthur, 9 anos, deixou o hospital com seis quilos a menos – pesava 70 –, dezenas de pontos e dois buracos ainda abertos, da espessura de quatro dedos cada nas desejadas pernas robustas, para drenar líquidos. A modelo, que virou notícia novamente por isso, conta detalhes da sua corrida desenfreada pela fama, da quase morte no hospital em nome da vaidade exacerbada e de como pretende reformular sua vida artística.

ISTOÉ - Como tem se recuperado depois de quase morrer por causa da aplicação malsucedida de hidrogel nas coxas?

ANDRESSA URACH - Ainda tenho dois buracos de quatro dedos em cada uma das pernas, de onde são drenados os líquidos da cicatrização.Estou em casa sendo monitorada. Desde a alta, um grupo de médicos passou a vir em casa para me dar três antibióticos – um deles, na veia. Esse procedimento terminou na semana passada. Só que, depois de três meses de antibióticos, meu corpo sente falta da droga e tenho vomitado bastante. Estou com anemia, porque perdi muito sangue no processo todo, e sinto fraqueza, tonturas. Minha rotina, hoje, é ir do quarto para a sala e vice-versa e ser levada de carro por uma técnica de enfermagem para fazer a oxigenoterapia (inalação de oxigênio medicinal a 100% de pureza, dentro de uma câmara hiperbárica). Estou de castigo em casa, o que é muito difícil.

ISTOÉ - Sente falta da badalação que a fama proporcionava?

ANDRESSA URACH - É verão e esperei bastante por ele. Tem desfiles de Carnaval e está difícil ficar parada. Eu amo o que faço, lutei muito para ser uma apresentadora, mas essa quase morte me deu outros valores. Hoje de manhã, minha mãe acordou, me deu os remédios, fez café. É delicioso ter uma mãe que faz isso para mim. Eu redescobri a minha mãe, nunca dei tanto valor a ela, que ficou 25 dias ao meu lado no hospital, dormindo em um sofá duro, sofrendo, implorando para eu comer. Também fiquei mais próxima do meu filho, tenho dado mais carinho e atenção a ele. Hoje, jogamos videogame, assistimos a filmes até tarde.

ISTOÉ - De onde vem essa sua busca pelo corpo escultural a qualquer preço?

ANDRESSA URACH - Vem de infância. O meu pai biológico nunca me criou nem me aceitou como filha, porque nasci mais escurinha do que os outros filhos dele. Também sofri abuso sexual do meu pai de criação, em Ijuí, dos 2 aos 8 anos. Por tudo isso, tinha complexo de inferioridade. Na adolescência, me achava feia e não me aceitava. No colégio, sofri bullying por ser muito magra, narigudinha, pernas finas. Ao mesmo tempo, gostava de dançar, sonhava em ser paquita da Xuxa para trabalhar na televisão, aquele mundo mágico onde tudo parece bonito. Mas casei muito cedo. Fui casada por seis anos, tivemos o Arthur e, ao me separar, surgiu a vontade de ser livre.
ISTOÉ - E como escolheu viver essa liberdade?

ANDRESSA URACH - Indo atrás do meu sonho de trabalhar na TV. Estava na época das assistentes de palco fortonas. Tomei anabolizantes e não consegui as pernas grossas que queria porque era muito sequinha. Pelo contrário, aumentaram os pelos no corpo e a voz engrossou. Aí dei início às intervenções cirúrgicas porque sabia que, assim, conseguiria chegar à beleza que o mercado exigia, o tipo gostosona. Mudei o nariz, fiz lipo na barriga, coloquei primeiramente 315 ml em cada seio e, numa outra vez, aumentei para 525, retoquei a barriga, passei por uma cirurgia íntima para retirar os lábios vaginais, injetei PMMA (metacrilato, um preenchedor definitivo) no maxilar e nas bochechas e retirei gordura do joelho e coloquei nos lábios. Eu fazia cirurgia como se fosse ao supermercado. Queria ser modelo, magra, alta e linda igual a Gisele Bündchen, mas não tinha altura.

ISTOÉ - Em que momento decidiu injetar hidrogel nas coxas?

ANDRESSA URACH - Uma amiga minha disse que, no Rio de Janeiro, havia uma técnica que preenchia e deixava a gente com coxas grandes. Fiz infiltrações de 500 ml em cada perna, em 2010. Ficou sensacional! Virei musa do Internacional (clube de futebol de Porto Alegre), depois fui assistente de palco do “Legendários” (da Record), estava ficando famosa e meu ego foi inflando. Passei a ser dançarina do Latino e, por isso, fui capa de revista. Na sequência, fui vice-Miss Bumbum (em 2012). Viajei para vários países, fiz topless em praias do exterior, posei de biquíni na Torre Eiffel, mostrei o bumbum na Times Square. Quanto mais meu corpo perfeito era evidenciado, mais um monstro tomava a minha cabeça. O sonho de ficar bonita para a TV deu lugar a um vício, uma doença. Já pensava em retirar uma costela para ficar com a cintura mais fina e cortar os dedos dos pés para calçar um número menor. Mas de um ano para cá, minhas pernas passaram a doer muito. Só de elas serem tocadas, eu gritava de dor. Mesmo assim, não satisfeita, fiz aplicação de 100 ml de PMMA nas coxas.

ISTOÉ - Isso piorou a situação?

ANDRESSA URACH - O PMMA é definitivo e, infelizmente, vou ter de conviver com ele para o resto da vida. Não posso fazer exercícios pesados porque pode causar inflamação no tecido muscular. Tem perigo também de aparecerem células cancerígenas. Ou seja, tenho ainda uma bomba-relógio no corpo que não sei se vai explodir a minha saúde daqui para a frente. Se arrependimento matasse... Bom, além das dores que provocava, o hidrogel passou a se deslocar para o joelho. Vi que fiz burrada e passei a lipoaspirá-lo. Já havia inflamações internas e, após uma sessão de lipo, não respeitei o devido repouso. Numa praia aqui no Sul, passei a sentir muita dor. E fui para o hospital, onde cheguei com a pressão sete por três e com quadro de sepse. Meu rim e meu sistema respiratório chegaram a parar. Fui entubada e me encheram de remédios e líquido para o meu rim voltar a funcionar. Fiquei em coma por dois dias e os médicos me desenganaram: “Peçam a Deus para que ela reaja”, disseram para parentes.

ISTOÉ - A busca pela fama provocou tudo isso?

ANDRESSA URACH - Ser famosa quase me matou. Consegui fama em seis anos, mas sucesso pode levar 20, 30 anos, e não vem apenas de um corpo bonito. Depende também de oportunidade, estudos. Um corpo bonito não traz sucesso. Eu tentei pela forma mais rápida, que era a de ser vista, desejada e chamar a atenção. A fama quase me matou mesmo. Fiquei obcecada por ela, virou uma doença. Hoje, essa doença tenta ainda ocupar a minha mente. É como se eu estivesse me recuperando de uma droga, por isso estou sendo acompanhada por psicólogo. Tive de me afastar das redes sociais. Ver todo mundo se preparar para o Carnaval e eu não estar à frente de uma bateria, como no ano passado, é muito difícil. Tomo calmantes para segurar esse meu impulso pela fama, pela vaidade.

ISTOÉ - Por que voltou a ser internada dez dias depois de ter alta?

ANDRESSA URACH - Em 24 de dezembro ganhei alta. No dia 5 de janeiro, achei: “Pronto, estou viva, bem, vou passar o fim de semana em Florianópolis”. Fui para a praia, logo depois que desembarquei e, duas horas depois, peguei uma nova bactéria e fui internada no hospital. Minha perna ficou superinchada, cheia de secreção e pus. Não conseguia caminhar, só me arrastava.

ISTOÉ - Qual será o limite da sua vaidade depois desse episódio?

ANDRESSA URACH - No hospital, foram retirados os meus alongamentos e eu quero voltar a ter cabelos longos, unhas compridas, marcas de bronzeado no corpo. Não vou fazer mais nenhum tipo de cirurgia plástica. Tenho certeza de que posso morrer numa mesa de cirurgia. Sei que exagerei. Agora, quero fazer jornalismo, ser uma comunicadora. Hoje, tenho a oportunidade de estar dentro de uma emissora de TV, que foi o que sempre sonhei. Não dá mais para viver só de bumbum. Tenho orgulho de ter sido vice-Miss Bumbum. Na vida, ninguém começa de cima, há degraus a serem conquistados. Mas agora estou numa segunda fase da carreira, na qual não preciso só da minha bunda, mas sim da minha cabeça, do cérebro. Vou ser, sim, a futura Hebe Camargo. Pernas, cortes ou cicatrizes não irão fazer diferença nesse meu novo trabalho.

ISTOÉ - Que tipo de trabalho como modelo não pretende mais fazer?

ANDRESSA URACH - O fato de minhas pernas terem esses cortes me faz pensar que não vale a pena me expor como fazia antes. Não há necessidade de posar nua ou participar de concurso de beleza. Tenho quase 30 anos, não vou ser uma velha rebolando.

ISTOÉ - Você ganhou mais fama ao dizer que teve uma noite de amor com o melhor jogador de futebol do mundo, o português Cristiano Ronaldo, e expor a conversa que tiveram por WhatsApp. Arrepende-se disso?

ANDRESSA URACH - Depois dessa quase morte, fiz promessa de pedir perdão a todos que por algum motivo magoei. Eu errei ao expor o caso com o Cristiano para a imprensa. Peço perdão a Irina (Shayk, modelo russa que namorava o português), porque ela tinha um relacionamento com ele e eu não respeitei isso pelo fato de o Cristiano ser o meu ídolo, aquele homem dos sonhos, algo intocável. Peço perdão a ela e ao Cristiano. Se pudesse voltar no tempo, não queria que aquilo acontecesse.

ISTOÉ - O que lhe valeu, financeiramente, esses seis anos em busca de fama?

LEIA MAIS, cloicando na frase abaixo.