15 de julho de 2018

Chiara Bondi desfilará com uma prótese na perna esquerda.

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Chiara Bondi, linda jovem de 17 anos, desfilará na passarela do concurso com uma prótese na perna esquerda, amputada após um acidente de trânsito.
(Imagem: Reprodução/ANSA/Roma.


Uma história de superação marcará a próxima edição do Miss Itália. A jovem Chiara Bondi, de 17 anos, desfilará na passarela do concurso com uma prótese na perna esquerda, amputada após um acidente de trânsito em julho de 2013.
A garota, segundo o jornal "Leggo", pediu para participar do Miss Itália a Patrizia Mirigliani, organizadora do evento, que viu nela "um importante símbolo de esperança e renascimento".
Mirigliani promove no concurso "uma beleza sem fronteiras", e deficiência, ela explica, "é um sinônimo de uma feminilidade ferida e redimida". Aluna matriculada na escola clássica e barista sazonal em Tarquinia, sua cidade natal, Chiara se inscreveu nas seleções regionais do Miss Itália. 
"Você participa de um concurso de beleza para vencer, mas meu principal objetivo é passar uma mensagem aos jovens, para eles saberem como defender suas vidas, sempre dando-lhes uma nova oportunidade", afirmou Chiara. 
"Pratico canoagem, windsurfe, escalo pedras e nado embaixo d'água, mas nunca pensei que seria capaz de desfilar na Miss Itália com meus maravilhosos saltos altos", acrescentou. 
Ainda de acordo com Chiara, o concurso oferece a ela a oportunidade de transmitir sua coragem "para um público mais amplo possível, para compartilhar uma experiência pessoal que mostre que, mesmo com uma deficiência, a vida poder ser levada normalmente , envolvendo-se em esportes, no amor e, por que não, em um concurso de beleza". 
Juntamente com um jovem de 26 anos, Lorenzo Costantini, que perdeu uma perna em um acidente no trabalho, Chiara coloca essas ideias em prática em encontros com estudantes das escolas de Roma e Viterbo para eles conhecerem sua história, inspirada pela vontade e determinação. 
Os dois se juntaram ao projeto "SuperAbile", concebido por um vereador de Bassano Romano, Alfredo Boldorini, enquanto em 15 de julho é comemorado em toda a Itália o Dia do Orgulho das Pessoas com Deficiência.

Autora:Giorgiana Cristalli

6 de junho de 2018

Ludmilla processa Val Marchiori e ganhou na justiça!

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A 3ª Vara Cível da Ilha do Governador condenou Val Marchiori a indenizar Ludmilla em R$ 10 mil pelo comentário feito acerca do cabelo da cantora no desfile do Salgueiro no Carnaval de 2016. Durante a transmissão da RedeTV!, a socialite disparou: 'A fantasia está bonita, a maquiagem também. Agora, o cabelo... Hello! Esse cabelo dela está parecendo um bombril!'

O processo de injúria racial movido por Ludmilla contra Val Marchiori chegou ao fim e a socialite foi condenada pela 3ª Vara Cível da Ilha do Governador a indenizar a funkeira em R$ 10 mil. A informação é do colunista Ancelmo Gois, do jornal "O Globo". Em 2016, a socialite comparou o cabelo da cantora a uma marca de esponja de aço durante a transmissão do Carnaval da RedeTV!. Na ocasião, Ludmilla fez estreia como musa da escola de samba carioca Salgueiro."A fantasia está bonita, a maquiagem também. Agora, o cabelo... 'Hello'! Esse cabelo dela está parecendo um bombril!", disparou Val.

FUNKEIRA LAMENTOU COMENTÁRIO: 'TENHO ORGULHO DA MINHA RAÇA'

Na época, Ludmilla desabafou a respeito do comentário em seu Instagram: "Vim refletindo no avião. Quem é essa pessoa? O que eu fiz para ela? O que ela fez para chegar onde ela está? E vi que não valia a pena ficar com raiva dela, nem bater boca nas redes sociais. Tenho consciência de tudo que passei para chegar aqui, vim de baixo sim, mas lutei muito para chegar onde estou e o mais importante, com um trabalho digno e honesto e com o apoio de toda a minha família e amigos que tenho orgulho de tê-los comigo sempre! 
Tenho muito orgulho da minha raça e não vai ser qualquer pessoa que vai me colocar pra baixo por puro preconceito. Ser chique é ter valor e não preço. Muito obrigada a todos que responderam em minha defesa". Através de seu blog, Val negou ser preconceituosa: "No ao vivo, a gente pode acabar falando a mais ou acabar sendo mal interpretada. Foi o que aconteceu". Este não é o primeiro processo contra a socialite. Mr. Catra entrou com uma ação após ser chamado de aproveitador pela empresária.

CANTORA TEVE DIFICULDADE EM ASSUMIR CABELO: 'ALISAVA DESDE OS 

Ludmilla começou a transição capilar e passou a aceitar o cabelo crespo. Porém, em entrevista recente, a funkeira assumiu que sentiu dificuldade em lidar com os fios na infância: "Alisava meu cabelo desde os 7 anos. Quando eu era pequena, estudava em escola particular e todo mundo tinha cabelo liso. O meu era o único cabelo diferente, crespo. E eu, que queria ter o cabelo igual ao delas, ficava passando formol na cabeça. Hoje minha ideia é poder ser livre, usar meu cabelo do jeito que eu quiser".

(Por Tatiana Mariano)

Meus parabéns à Ludmilla por ter processado essa mulher arrogante por crime de racismo. Que sirva de lição para os preconceituosos e de exemplo para os negros e negras vítimas do infame racismo que, infelizmente, ainda existe no Brasil.
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Após uma primeira temporada de sucesso, PopStar está de volta! O reality apresenta artistas e personalidades de diferentes áreas soltando a voz e mostrando seu talento na música. 

Segundo Patrícia Kogut, colunista do Jornal o Globo, os atores Fafy Siqueira, Eri Johnson e Lua Blanco são os primeiros escalados para participar da atração. 

O reality esse ano será apresentador pela incrível Tais Araújo, substituta da igualmente  talentosa Fernanda Lima. 
“O PopStar é diferente de tudo que já fiz na minha carreira, um desafio irrecusável e que me deixou muito honrada. E um desafio também porque substituir minha amiga Fernanda Lima, que sempre foi brilhante em sua condução, exige responsabilidade. Eu sempre fui fã do programa e me lembro de ter ligado para ela para dizer o quanto vibrava a cada semana. Apesar de já ter apresentado outras atrações e de já ter me emocionado com o público que me acompanha nas telinhas e nos palcos, agora terei a emoção de uma plateia e a emoção de meus colegas e seus talentos. É realmente um presente e espero aprender e entreter com alegria nesta minha nova função”, comemorou a atriz. 
Essa excelente competição, que tem estreia prevista para setembro, tem direção artística de Creso Eduardo Macedo e direção-geral de Flavio Goldemberg.

27 de maio de 2018

Mayra Dias é a Miss Brasil 2018.

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Mayra Dias, de 26 anos, natural de Itacoatiara, no Amazonas, foi coroada Miss Brasil 2018 na noite deste sábado, 26, no Rio de Janeiro. "Eu só tenho a agradecer o carinho e apoio de todos vocês. Obrigada de coração a cada um", disse a campeã, emocionada. 
Vivian Amorim, ex-Miss Amazonas, vice-campeã do Big Brother Brasil 17 e atual repórter do Vídeo Show, prestigiou a festa e vibrou com a vitória de sua conterrânea. "É nosso! É do Amazonas! Parabéns, mana. Estou muito feliz e orgulhosa.
Obrigada a todo mundo que votou. A Mayra entrou no top 15 pelo voto popular e agora é a nossa Miss Brasil! 
Que venha o Miss Universo!", disse ela, que já representou o estado brasileiro em 2012. 
Abaixo, as três finalistas do Miss Brasil 2018: Miss Ceará, terceira colocada, Miss Brasil e Miss Bahia, segunda colocada.
Também marcaram presença na festa as belas Gianne Albertoni, Mariana Goldfarb, Natália Guimarães e Helô Pinheiro.

19 de maio de 2018

Meghan Markle, uma princesa afro-descendente na corte britânica!

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Os noivos de roupas trocadas indo para a recepção.
Meghan Markle não se parece com as princesas tradicionais que estamos habituados a ver nos contos de fadas. Filha de uma afro-americana, ela se considera mestiça e é descendente de escravos das plantações de algodão da Geórgia, no sul dos EUA. Não por acaso, sua origem negra foi a grande protagonista do casamento real com o príncipe Harry, neste sábado. 
O reverendo Michael Bruce Curry, negro, da Igreja Episcopal dos EUA, foi convidado para fazer a homilia do casal — quebrando um protocolo britânico. No discurso, fez questão de citar o ativista Martin Luther King, assassinado há exatamente 50 anos, em 4 de abril de 1968. “Precisamos descobrir o poder do amor, o poder redentor do amor e, quando o fizermos, faremos deste velho mundo um novo mundo”.

Curry, o primeiro negro a ser eleito Bispo Presidente da Igreja Episcopal, é um ativista conhecido por sua profunda preocupação com a justiça social. Mas ele não foi o único. Comandado pela negra Karen Gibson, o coro gospel The Kingdom Choir cantou “Stand by me”, emocionando o público. Outro negro com destaque na cerimônia foi o violoncelista Sheku Kanneh-Mason, de 19 anos, que ganhou o prêmio de jovem instrumentista da BBC em 2016. A própria Meghan fez questão de convidá-lo por telefone.

— A questão da afro-descedência dela estaria em pauta, conforme se esperava, por isso talvez a escolha de um reverendo negro e americano — explicou ao GLOBO a cerimonialista Manuella Gonçalez.

A presença forte da cultura negra no casamento marca uma virada em um país que, até o início do século XIX, teve importante presença no tráfico de negros escravizados. Em 1833, quando a escravidão foi formalmente abolida no Reino Unido e em seu império, cidadãos britânicos eram donos de 800 mil escravos. O país não teve o mesmo tipo de movimento pelos direitos civis que os EUA. Hoje, muitos dos negros são descendentes da geração Windrush — cidadãos do Caribe recebidos para ajudar a reconstruir o país e preencher uma enorme escassez de mão-de-obra nas décadas seguintes à Segunda Guerra Mundial. Recentemente, o governo da premier Theresa May foi envolvido em um escândalo ligado à deportação desses imigrantes.

O ativismo de Meghan vem de sua mãe, Doria Ragland, negra, que teve um papel fundamental no empoderamento feminino e racial da atriz americana — ela fez questão de incluí-la na cerimônia, quebrando, de certa maneira, uma tradição na família real britânica. Para a escritora e roteirista Kenia Maria, defensora dos direitos das mulheres negras na ONU, trata-se também de um ato político.

— Meghan é uma mulher negra e o fato de ter um pai branco não a torna branca. Além do romantismo e de todo encantamento que existe na cerimônia para preservar laços tradicionais, agora esse cenário tem uma princesa negra, americana e divorciada. Este casamento é também um ato político — afirmou, em entrevista recente ao GLOBO. — Precisamos ver uma mulher negra naquele espaço. Me interessa saber se se ela vai continuar se posicionando como feminista negra e se a menina que um dia criticou a publicidade americana ainda existe nela.

A julgar pelas escolhas feitas por Meghan para a cerimônia, parece que sim.


DEUS  SALVE A PRINCESA  MEGHAN!