18 de setembro de 2018

Entrevista com Munik Nunes

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Munik Nunes Reprodução Instagram

Munik Nunes foi a grande campeã do Big Brother Brasil 16 e levou a grande bolada de R$ 1,5 milhão, mas acabou confessando que passou por uma situação complicada.

Em uma entrevista para o programa Sensacional, a ex-BBB deu um depoimento e revelou que ao sair do programa estava sem um centavo e passou os dias seguintes indo ao banco para verificar se o dinheiro havia caído. “Eu estava sem dinheiro nenhum, quebrada, sem dinheiro no bolso. Só que toda vez que eu ia ao banco eu pegava o extrato. Quando eu peguei uma vez e vi aquele monte de número, aí apavorei. Dobrei o papel do extrato correndo, subi o prédio e depois de uma semana eu fui sacar o dinheiro e estava bloqueado", disse.

Tudo não passou de um grande mal-entendido, pois a gerente local escolheu como medida de segurança congelar a conta da musa. “A minha gerente de Goiânia bloqueou. Quando eu liguei e ela atendeu, a mulher falou que eu precisava ir até lá desbloquear, só que era impossível. Aí ela desbloqueou uma parte para que eu não ficasse no vermelho", contou.
A sister ainda disse que resolveu dividir o valor milionário com os pais e desembolsou metade para a manutenção da família. “Eu dei metade do prêmio para minha mãe e meu pai. Ele vivia caindo de moto, o trabalho estava perigoso. E hoje eu estou com a outra metade", disse.

por CARAS Digital

Esta história está mal contada. A campeã, ao sair, recebe o cachê de 3 meses de confinamento, fica com hospedagem garantida por algum tempo, uma mensalidade de R$ 4. 700,00 e começa a ganhar dinheiro com publicidade e outras coisas. 
As campeãs de 2017 (Emilly) e de 2018 (Gleici) foram um fiasco, não tiveram trabalhos e foram ignoradas pela mídia e pelas marcas.

6 de agosto de 2018

Gabriela Loran , atriz transgênero...

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A história de Gabriela Loran é composta de nuances que a fizeram redescobrir seus tons. Vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e lilás são cores vivas, mas nem todos são capazes de enxergar. O preconceito é cinza e embaça a vista de quem não abre os olhos para a diversidade. Antes de se tornar a primeira atriz transgênero de “Malhação” em 23 anos da novela, Gabriela, de 25, enfrentou, sozinha, em seu quarto, dilemas, crises existenciais e buscou entender o que estava acontecendo com sua vida.

— Ficava chorando no banheiro, perguntando o que eu era. Esses foram momentos em que era Gabriela e não sabia — diz ela, que não se identificava com o gênero de seu nascimento, o masculino.

Para ver surgir o arco-íris no céu, precisava se sentir mulher. Teve que esperar o temporal passar e deixar sua luz refletir as cores. Três anos depois, ela está ciente e segura de sua identidade e milita em prol da população LGBTI+na vida real e na ficção, onde a personagem, Priscila, mistura-se às suas vivências pessoais (para entender melhor os termos relacionados à causa, veja o glossário ao lado). Neste ensaio de moda, ela posa com as cores do símbolo da diversidade e reforça a importância de ocupar cada vez mais espaços:

— Defendo a representatividade, a chance de ver pessoas trans incluídas em todos os nichos da sociedade. Eu me identifico como mulher transgênero. Tenho o órgão sexual com o qual nasci e não tive disforia de gênero. Mas faço questão de me colocar também como travesti (e não como transexual) para lutar contra a marginalização desse termo. Assim, pessoas iguais a mim podem ver que é possível encontrar um espaço profissional. Não quero que ninguém me aceite. Só preciso que me respeitem. A partir do respeito, surge o entendimento e a admiração.



Bailarina, técnica em segurança do trabalho, poetisa, youtuber, DJ, bailarina, atriz formada pela Casa das Artes de Laranjeiras e fluente em três idiomas (inglês, espanhol e português), Gabriela é múltipla, inquieta e motivo de orgulho. Filha da gerente de supermercados Maria das Dores e do motorista aposentado Manoel Oliveira, a ex-moradora de São Gonçalo reconhece que o interesse pelos estudos e a base familiar foram significantes em seu caminho:
— Meus pais sempre foram preocupados com a educação. Fui a primeira pessoa da minha família a se formar. Recentemente, minha mãe começou a estudar Direito. As coisas nunca foram fáceis. Na época da faculdade, para morar na capital, bancar os estudos e os tratamentos hormonais e estéticos que eu gostaria de fazer, fui garçonete no Outback. Estudava de manhã, entrava no restaurante às 17h e saia às 3h da manhã.
Ainda assim, as oportunidades que surgiram após tamanha dedicação, um sem-número de “nãos” e uma grande dose de preconceito da sociedade transformaram a atriz numa exceção à regra.
— É importante reconhecer os privilégios que tive. Muita gente me questiona: “Como você conseguiu estudar e ter espaço profissional, e outras trans não?”. É muito difícil entrar numa sala de aula sem o seu nome social corrigido no registro, ser identificada de uma maneira como você não se reconhece e virar chacota na turma. O bullying e o preconceito fazem muita gente desistir — frisa.


A própria Gabriela, que há dois meses viu o nome social estampar sua nova certidão de nascimento, já passou por situações vexatórias de preconceito em locais públicos do Rio. Dois anos atrás, quando esperava as amigas no banheiro feminino de um shopping, foi ofendida por uma visitante e ameaçada de expulsão por um segurança.
— Já sofri inúmeros episódios de transfobia. O funcionário do shopping disse que eu poderia constranger outros clientes. “Eu não sou uma cliente?”, rebati. E ele falou: “Vamos parar de palhaçada. Seria a mesma coisa se eu entrasse no banheiro feminino”. Desisti de discutir, mas mandei uma reclamação embasada em leis para a administração do shopping. É constrangedor e triste passar por situações desse tipo. A transgeneridade não é uma escolha, é uma condição de vida. Nascemos assim. A partir do momento em que assumimos a transição, temos que lidar com o medo de ver a expectativa de vida cair. Se fosse uma “opção”, quem escolheria isso? Antes de transicionar, minha expectativa de vida era de 76 anos. Quando decidi ser trans, ela caiu para 28 anos (segundo pesquisa do Grupo Gay da Bahia, a média de vida de uma pessoa trans no Brasil é de 27,7 anos, mais de 45 anos inferior a de pessoas cis) — lamenta.

Quando decidi transicionar, minha expectativa de vida caiu de 76 para 28 anosGabriela Loran
O teatro foi o caminho para a atriz mostrar sua nova identidade para a família e abrir as portas para muitas iguais a ela. Nas redes sociais, Gabriela lê depoimentos de outras mulheres trans que se identificam com sua trajetória.
— A primeira vez que reivindiquei ser chamada pelo nome feminino foi na peça de formatura da faculdade, em que interpretei mulheres trans na frente da plateia e dos meus pais. Eles acompanharam minha transformação, mas nunca tinha havido uma conversa. Depois do fim da apresentação, eu me emocionei ao saber que meu pai tinha dito: “Hoje foi a primeira vez em que vi minha filha no palco”.
Agora, seu Manoel vê Gabriela nos palcos, na televisão, na internet, nesta revista, e onde mais ela quiser.

Glossário de termos usados nesta reportagem:
Bullying: Atos violentos que incluem abusos físicos ou psicológicos, feitos repetitivamente, de um agressor contra sua vítima.
Cisgênero: Termo usado para descrever pessoas que não são transgêneros. “Cis-” é um prefixo em latim que significa “no mesmo lado que” e, portanto, é oposto de “trans-”. Refere-se ao indivíduo que se identifica, em todos os aspectos, com o gênero atribuído ao nascer.
Intersexual: Termo para se referir a uma variedade de condições com que uma pessoa nasce, apresentando uma anatomia reprodutiva e sexual que não se ajusta às definições típicas do feminino ou do masculino. A intersexualidade acontece quando há uma discrepância entre sexo genético, glândulas sexuais e genitais.
LGBTI+: Sigla para Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexuais.
Trans: Termo que engloba travestis, transexuais e transgêneros
Transfobia: Violência e discriminação contra pessoas trans por conta de sua condição.
Transgênero: Terminologia usada para descrever quem transita entre os gêneros. São pessoas cuja identidade de gênero transcende as definições convencionais de sexualidade. Segundo Toni Reis, organizador do Manual de Comunicação LGBTI+, o termo transgênero engloba travestis e transexuais.
Transexual: Aquele que possui uma identidade de gênero diferente do sexo designado no nascimento. As pessoas transexuais podem ser homens ou mulheres, que procuram se adequar à identidade de gênero e, geralmente (não necessariamente), gostariam de fazer a redesignação de sexo. Algumas pessoas trans recorrem a tratamentos médicos, que vão da terapia hormonal à cirurgia de redesignação sexual. São usadas as expressões homem trans e mulher trans.
Travesti: Poderia ser sinônimo de transexual, mas tem uma ressignificação a partir da luta contra o estigma da associação à prostituição. É a pessoa que nasceu com determinado sexo, ao qual foi atribuído culturalmente o gênero considerado correspondente pela sociedade, mas que passa a se identificar e construir nela mesma o gênero oposto. Em geral (não necessariamente), a pessoa travesti não quer fazer a transgenitalização. A palavra “travesti” adquiriu um teor político de ressignificação de um termo historicamente tido como pejorativo.

*Termos baseados no Manual de Comunicação LGBTI+ e em consultoria ao organizador Toni Reis, pós-doutor em Educação e ativista em Direitos Humanos.

Créditos
Fotos: Roberto Moreyra/Agência O Globo / Beleza: Duh Nunes / Produção de moda: Amanda Lacerda e Camille Magalhães


30 de julho de 2018

A Band merece a péssima audiência que tem!

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A demissão mais rápida da história. Luisa Mell foi demitida da Band antes mesmo de gravar o piloto do programa #souativista

Luisa é simplesmente maravilhosa, sábia linda, inteligente, evoluída, iluminada, e muito abençoada. Não precisa de ter programa numa emissora fuleira como a Band ou outra rede de televisão qualquer. Ela tem as redes sociais, que dá mais audiência, é só criar um canal no YouTube. Se fizer isso, vai ser um estouro 💥💥💥

Imagina, agora não se pode mais ter opinião e vontade própria!!! 
Eles são os que estão perdendo, você desenvolve um trabalho edificante, humaníssimo, lindo ! 😍

Por isso que a Band não é líder de horário em nenhum dos seus programetos.  A nova TV é o YouTube...falta você @luisamell com um canal informativo, divertido e muito cheio de fofuras.. Lá você não precisa de anunciantes e eles é que vão correr atrás de você quer apostar?
Você merece o melhor! 

15 de julho de 2018

Chiara Bondi desfilará com uma prótese na perna esquerda.

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Chiara Bondi, linda jovem de 17 anos, desfilará na passarela do concurso com uma prótese na perna esquerda, amputada após um acidente de trânsito.
(Imagem: Reprodução/ANSA/Roma.


Uma história de superação marcará a próxima edição do Miss Itália. A jovem Chiara Bondi, de 17 anos, desfilará na passarela do concurso com uma prótese na perna esquerda, amputada após um acidente de trânsito em julho de 2013.
A garota, segundo o jornal "Leggo", pediu para participar do Miss Itália a Patrizia Mirigliani, organizadora do evento, que viu nela "um importante símbolo de esperança e renascimento".
Mirigliani promove no concurso "uma beleza sem fronteiras", e deficiência, ela explica, "é um sinônimo de uma feminilidade ferida e redimida". Aluna matriculada na escola clássica e barista sazonal em Tarquinia, sua cidade natal, Chiara se inscreveu nas seleções regionais do Miss Itália. 
"Você participa de um concurso de beleza para vencer, mas meu principal objetivo é passar uma mensagem aos jovens, para eles saberem como defender suas vidas, sempre dando-lhes uma nova oportunidade", afirmou Chiara. 
"Pratico canoagem, windsurfe, escalo pedras e nado embaixo d'água, mas nunca pensei que seria capaz de desfilar na Miss Itália com meus maravilhosos saltos altos", acrescentou. 
Ainda de acordo com Chiara, o concurso oferece a ela a oportunidade de transmitir sua coragem "para um público mais amplo possível, para compartilhar uma experiência pessoal que mostre que, mesmo com uma deficiência, a vida poder ser levada normalmente , envolvendo-se em esportes, no amor e, por que não, em um concurso de beleza". 
Juntamente com um jovem de 26 anos, Lorenzo Costantini, que perdeu uma perna em um acidente no trabalho, Chiara coloca essas ideias em prática em encontros com estudantes das escolas de Roma e Viterbo para eles conhecerem sua história, inspirada pela vontade e determinação. 
Os dois se juntaram ao projeto "SuperAbile", concebido por um vereador de Bassano Romano, Alfredo Boldorini, enquanto em 15 de julho é comemorado em toda a Itália o Dia do Orgulho das Pessoas com Deficiência.

Autora:Giorgiana Cristalli

6 de junho de 2018

Ludmilla processa Val Marchiori e ganhou na justiça!

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A 3ª Vara Cível da Ilha do Governador condenou Val Marchiori a indenizar Ludmilla em R$ 10 mil pelo comentário feito acerca do cabelo da cantora no desfile do Salgueiro no Carnaval de 2016. Durante a transmissão da RedeTV!, a socialite disparou: 'A fantasia está bonita, a maquiagem também. Agora, o cabelo... Hello! Esse cabelo dela está parecendo um bombril!'

O processo de injúria racial movido por Ludmilla contra Val Marchiori chegou ao fim e a socialite foi condenada pela 3ª Vara Cível da Ilha do Governador a indenizar a funkeira em R$ 10 mil. A informação é do colunista Ancelmo Gois, do jornal "O Globo". Em 2016, a socialite comparou o cabelo da cantora a uma marca de esponja de aço durante a transmissão do Carnaval da RedeTV!. Na ocasião, Ludmilla fez estreia como musa da escola de samba carioca Salgueiro."A fantasia está bonita, a maquiagem também. Agora, o cabelo... 'Hello'! Esse cabelo dela está parecendo um bombril!", disparou Val.

FUNKEIRA LAMENTOU COMENTÁRIO: 'TENHO ORGULHO DA MINHA RAÇA'

Na época, Ludmilla desabafou a respeito do comentário em seu Instagram: "Vim refletindo no avião. Quem é essa pessoa? O que eu fiz para ela? O que ela fez para chegar onde ela está? E vi que não valia a pena ficar com raiva dela, nem bater boca nas redes sociais. Tenho consciência de tudo que passei para chegar aqui, vim de baixo sim, mas lutei muito para chegar onde estou e o mais importante, com um trabalho digno e honesto e com o apoio de toda a minha família e amigos que tenho orgulho de tê-los comigo sempre! 
Tenho muito orgulho da minha raça e não vai ser qualquer pessoa que vai me colocar pra baixo por puro preconceito. Ser chique é ter valor e não preço. Muito obrigada a todos que responderam em minha defesa". Através de seu blog, Val negou ser preconceituosa: "No ao vivo, a gente pode acabar falando a mais ou acabar sendo mal interpretada. Foi o que aconteceu". Este não é o primeiro processo contra a socialite. Mr. Catra entrou com uma ação após ser chamado de aproveitador pela empresária.

CANTORA TEVE DIFICULDADE EM ASSUMIR CABELO: 'ALISAVA DESDE OS 

Ludmilla começou a transição capilar e passou a aceitar o cabelo crespo. Porém, em entrevista recente, a funkeira assumiu que sentiu dificuldade em lidar com os fios na infância: "Alisava meu cabelo desde os 7 anos. Quando eu era pequena, estudava em escola particular e todo mundo tinha cabelo liso. O meu era o único cabelo diferente, crespo. E eu, que queria ter o cabelo igual ao delas, ficava passando formol na cabeça. Hoje minha ideia é poder ser livre, usar meu cabelo do jeito que eu quiser".

(Por Tatiana Mariano)

Meus parabéns à Ludmilla por ter processado essa mulher arrogante por crime de racismo. Que sirva de lição para os preconceituosos e de exemplo para os negros e negras vítimas do infame racismo que, infelizmente, ainda existe no Brasil.
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Após uma primeira temporada de sucesso, PopStar está de volta! O reality apresenta artistas e personalidades de diferentes áreas soltando a voz e mostrando seu talento na música. 

Segundo Patrícia Kogut, colunista do Jornal o Globo, os atores Fafy Siqueira, Eri Johnson e Lua Blanco são os primeiros escalados para participar da atração. 

O reality esse ano será apresentador pela incrível Tais Araújo, substituta da igualmente  talentosa Fernanda Lima. 
“O PopStar é diferente de tudo que já fiz na minha carreira, um desafio irrecusável e que me deixou muito honrada. E um desafio também porque substituir minha amiga Fernanda Lima, que sempre foi brilhante em sua condução, exige responsabilidade. Eu sempre fui fã do programa e me lembro de ter ligado para ela para dizer o quanto vibrava a cada semana. Apesar de já ter apresentado outras atrações e de já ter me emocionado com o público que me acompanha nas telinhas e nos palcos, agora terei a emoção de uma plateia e a emoção de meus colegas e seus talentos. É realmente um presente e espero aprender e entreter com alegria nesta minha nova função”, comemorou a atriz. 
Essa excelente competição, que tem estreia prevista para setembro, tem direção artística de Creso Eduardo Macedo e direção-geral de Flavio Goldemberg.