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22 de outubro de 2014

FARSA DA PESQUISA DATAFOLHA -DIVULGUEM !

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Analisando os números da própria pesquisa divulgada hoje (20/10) por região tem-se o seguinte :
Região Sul :
Aécio 61%
Dilma 39%

Região Sudeste :
Aécio 59%
Dilma 41%

Região Centro-Oeste :
Aécio 63%
Dilma 37%

Região Nordeste :
Aécio : 32%
Dilma : 68%

Região Norte
Aécio : 44%
Dilma : 56%

Segundo o TSE o número de eleitores por região é:

Região sul : 20.825.700
Aécio 61% : 12.703.677
Dilma 30% : 8.122.023

Sudeste : 60.968.400
Aécio 59% : 35.971.356
Dilma 41% : 24.997.044

Centro-Oeste : 10.081.500
Aécio 63% : 6.351.345
Dilma 37% : 3.730.155


Nordeste : 38.225.100
Aécio 32%: 12.233.032
Dilma 68% : 25.993.068


Norte : 10.659.600
Aécio 44% : 4.690.224
Dilma 56% : 5.969.376

TOTAL
AÉCIO : 71.948.634
51,2 %

DILMA : 68.811.666
48,8%

Esta é a verdade ! Dados tirados da própria pesquisa !
Passem para todos ! Este número divulgado hoje na Globo tem um poder psicólogo muito grande ! Temos que manter o foco e aumentar o entusiasmo !

Vamos a vitória ! E viva o Brasil !!!

20 de outubro de 2014

Mais uma republiqueta das bananas.

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A BOCA NO TROMBONE
Triste constatar a frouxidão moral e ética de grandes segmentos da população brasileira. Doze anos de uma sórdida hegemonia de uma organização criminosa que atende pelo eufemismo de Partido dos Trabalhadores. Por que criminosa? Por solidarizar-se com os condenados petistas do mensalão, que sequer foram afastados da, digamos, agremiação partidária; por aparelhar todo o estado com os chamados cargos de comissão, outro eufemismo para justificar mais arrecadação para o partido.

Os inúmeros escândalos foram solenemente ignorados pelos anestesiados dependentes das incontáveis bolsas e massivas propagandas enganosas. O povo, no Brasil, é uma abstração dolorosa sem, nem remotamente, se perceber como sujeito da história.

O que esperar de um "futuro" onde a criminosa e calculada ausência de educação nos levará, por consequência, a uma nação abastardada refém dos eternos oportunistas de plantão? A insidiosa estratégia gramscista de infiltração na democracia para posteriormente destruí-la, tem como finalidade o esgarçamento do tecido social com a anulação de limites necessários a justa convivência entre diferenças. Daí, a legalização das drogas, o ativismo gay, que rotula opiniões contrárias, como homofóbicas, a ditadura das "minorias", enfim - a banalidade do mal.

Urge a formação de uma frente de oposição a este estado de degradação, sob pena de nos tornarmos, definitivamente, mais uma republiqueta de bananas.

Carlos Vereza.

17 de outubro de 2014

Baixaria doentia

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O piripaque que acometeu a candidata Dilma ao final do debate do SBT é um daqueles eventos cuja simbologia impõe-se sobre qualquer ponderação ou questionamento: não importa se a “queda de pressão” foi autêntica ou, como querem alguns, simulada; de um jeito ou de outro, ela evidencia a desumanidade, a inaturalidade, a brutalidade de uma campanha política feita com o fígado e com sangue nos olhos, e não com projetos e programa de governo. 
E embora cúmplice e co-promotor da baixaria, não se pode culpar exclusivamente o candidato Aécio Neves. A bem da verdade, a responsabilidade maior é do próprio PT, cuja campanha desqualificadora contra Marina Silva, desprovida de qualquer escrúpulo ou limite, numa abdicação deliberada do debate político em prol da calúnia, do boato e dos ataques pessoais, ditou o tom do pleito. Foi um dos mais covardes massacres que a política brasileira já assistiu, mas sua eficácia garantiu seu prolongamento e ampliação no segundo turno.
Também não se pode atribuir tão-somente ao marqueteiro João Santana o ônus de tal estratégia, como procuram fazer os petistas mais cínicos, posto que tanto a militância, virtual ou não, quanto a cúpula do partido – inclusive e de forma destacada a candidata Dilma, sem demonstrar a mínima preocupação em preservar o instituto da Presidência, pelo contrário– aderiram de corpo e alma a essa estratégia covarde, antidemocrática e negatória da Política no que esta tem de transcendental e transformador.
A confluência entre a Ciência Política e os Estudos em Comunicação nos informa que a supremacia do marketing sobre a politica atingiu, nas últimas décadas, no Ocidente, um ponto em que a transformação de candidatos e plataformas programáticas em produto vendável é a norma, e inclui o monitoramento constante da interação entre candidatos, mídias novas e antigas, militância e eleitores – de um modo tal que permita mensurar e controlar até a “espontaneidade" do candidato.
A presente campanha presidencial, porém, vai além: não contente em esvaziar qualquer proposta ou debate propriamente político, ela foi bem-sucedida em colocar a efetividade da agressão e da desqualificação como os valores máximos de avaliação do candidato.
Assim, a disputa se resumiu, até agora, a determinar qual o candidato aparentemente mais capaz de revelar podres do adversário, de manipular ou ocultar os dados do próprio governo, de açular o medo em relação ao futuro que habita o inconsciente coletivo.
Digo "aparentemente" porque, como o próprio estatuto de verdade ou de fato é desprezado nos debates – inclusive pela mídia, numa grave omissão -, substituído por uma avalanche de acusações que podem ou não ser verdadeiras, esses eventos acabam se tornando apenas mais um round de um enfrentamento catártico e rebarbativo, onde o que conta é o impacto psicológico dos golpes e a impressão de vitória que possam eventualmente causar. 
No entanto, como os juízes são os próprios eleitores, hoje em extrema polarização entre si, o resultado é um circulo vicioso em que as duas turbas comemoram a "vitória” de seu candidato, negam qualquer réstia de razão ao adversário, e se acusam mutualmente pelo baixo nível evidente. Enquanto mal disfarçam a torcida por sangue no ringue.
O mal-estar físico da candidata Dilma acabou por chamar a atenção para uma situação que muitos já consideravam intolerável. Mas, tendo ocorrida em plena campanha, a dez dias do pleito, ao invés de instigar um movimento de apaziguamento de ânimos e de cobrança por debates éticos e programáticos, acabou por recolocar o círculo vicioso de acusações, agora girando em torno de temas como a agressividade maior de um ou de outro candidato, a veracidade ou a simulação do mal-estar e as demais acusações mútuas há tempos caracterizam a dicotomia PT versus PSDB. Tudo, menos a autocrítica.
Na reta final de uma campanha imunda, fica absolutamente claro que, seja qual for o resultado das eleições, quem perdeu foi a democracia, a cidadania e o país. Na contramão de uma democracia mais participativa, tal como defendida nas Jornadas de Junho, os eleitores brasileiros se veem privados de tomar parte em um debate efetivo e qualitativo sobre Educação, Saúde, Mobilidade Urbana, Biopolítica e demais temas que julgar relevantes, preteridos ou ignorados na campanha, em prol de uma agressividade desqualificadora que equivale à barbárie antirrepublicana.

Postado por Maurício Caleiro às 15:07 //
Cinema & Outras Artes

10 de outubro de 2014

O Espanto!

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Agora você veja o grau de hipocrisia e charlatanice a que chegaram os jornalistas deste país! Jornalistas somente não. São um bando de farsantes que ficam posando de bonitos. Ate mesmo jornalistas que fizeram por onde merecer respeito e reconhecimento caem nesta safadeza!! ...bem, como se vê, não há mais nada verdadeiro do que a constatação de que a ocasião faz o ladrão... que o meio faz o homem...ou o contamina de forma realmente séria!...até os mais crédulos e embasados!!!!!
Podemos falar do nojo que nos chega ao ler certas declarações, mas ele é menor que o “nojo” que certos pilantras dizem ter ao ler os fatos anunciados nos jornais? ...se ainda se referissem as versões dos fatos...!!
Toma-lhe: Um jornalista de crédito, de excelente histórico e currículo disse ter lido, relido e ficado estupefado ao entender que dilma-roussef-do-chefe havia dito “ser um absurdo bombardear aqueles terroristas cortadores de cabeça, e que a o certo seria dialogar com eles”. Outro jornalista campeão de coerência também aceita a declaração, mas ironiza. Em nenhum deles se viu dizer a VERDADE! Oras bolas, o que dilma roussef fazia em sua juventude?? Matava e mutilava gente inocente jogando bombas em sua guerrinha pelo poder com os militares e contra a sociedade democrática!!! Eles e ELA sequestravam, assaltavam bancos, cofres particulares, chantageavam, espalhavam mentiras e terror... movimentavam grupos enormes em quebra-quebras em que era o povo que pagava a conta...assim como ainda fazem nos dias de hoje! Pergunte quem foi MARIO KOZEL FILHO!!!!
Elegeram uma terrorista, assaltante, marginal, falsária, mentirosa, enganadora... para governar um país e agora se espantam com sua linha de pensamento e atitude, do qual classificam como confusa, mas sem terem a coragem de constatar ser apenas uma linha marginal de pensamento. Se “espantam” com o fato de nosso dinheiro estar sendo desviado para outros países de governos de pilantras...ainda se espantam?!!!!!
Grupos financiados por eles estiveram nas ruas, a pouco, explodindo bombas, atacando policiais, quebrando tudo pela frente para o próprio povo pagar a conta no final...matando pessoas com sua irresponsabilidade e bandidagem... e se “espantam”?????????
Financiaram com milhões do dinheiro do povo o grupo terroristas HAMAS (este mesmo que cortam a cabeça de pessoas inocentes!), seus amiguinhos de longa data...financiaram quadrilhas de trafico de drogas - FARCS – inclusive sugerindo que uma boa saída para eles se livrarem da lei, seria se transformarem em partido político (a exemplo do que eles mesmos fizeram!)... tiram dinheiro da economia, da saúde, infraestrutura, segurança, educação para financiar governos de ditadores criminosos... e jornalistas de renome se “espantam”??????
O país deles: Se um marginal em um latrocínio deixar uma família desamparada no produto de sua ação, este nem pra cadeia vai...se vai, em pouco sai, a exemplo dos mensaleiros. Se um chefe de família, honesto e trabalhador matar um marginal que adentra sua casa e tenta estuprar sua família e o matar, mesmo tendo sido em defesa pessoal e dos seus, este não sai da cadeia de forma nenhuma! ...ate porque não ganha dinheiro de forma tão fácil (como os primeiros) para pagar “grandes” advogados!!! Este é o país que eles criaram ...e esses jornalistas se “espantam”???
Esses “jornalistas” em uma totalidade sequer se “espantam” ao ver um grupo que assaltava, sequestrava, matava, jogava bombas em militares, posando de inocentezinhos em frente ao 1° BPE falando com voz de coitadinhos o quanto sofreram em torturas para dizerem onde guardavam as armas, as bombas, onde estavam seus comparsas e qual seria o próximo passo a vitimar inocentes. Com toda certeza o grupelho da comissão da verdade se internacionalizará e num futuro não tão distante assim, julgará e condenará o Obama por ter bombardeado aqueles coitadinhos cortadores de cabeças de inocentes.

A linha está cada vez mais tênue entre as profissões de jornalismo e o posto de jornaleiro.

Autor: Marquer
Fonte: Blog Olhos que Vêem



POSTADO POR MARQUER ÀS 06:21

7 de outubro de 2014

A quem interessa insistir na desconstrução de Marina Silva?

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O resultado do segundo turno da eleição presidencial brasileira, entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), passará necessariamente pela decisão que Marina Silva (PSB), a terceira colocada, tomará nas próximas horas. A ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente recebeu 21% dos votos no primeiro turno, pouco mais do que teve em 2010, quando decidiu pela “neutralidade” na fase decisiva do pleito, entre a mesma Dilma e José Serra (PSDB). Mais do que votos, a decisão de Marina Silva pode representar um apoio político importante para Aécio Neves, caso seja essa a decisão dela. Porém, consciente em alguns casos, inconsciente em outros, está em curso o último capítulo do trabalho de desconstrução de Marina: dizer que ela saiu “menor” desta campanha. Discordo e explico as razões abaixo:
- Marina fez uma campanha de primeiro sem baixarias; manteve-se, portanto, como uma candidata digna e, apenas por este ponto, já “perdeu ganhando”, como diz o jargão da política;
- Marina tinha dois minutos no horário eleitoral gratuito e obrigatório de rádio e TV, contra 11 minutos de sua principal adversária, Dilma Rousseff;
- O partido pelo qual ela disputou está controlado por alas ligadas ao PT e ao PSDB e não se empenhou em ajudá-la;
- Marina não tinha candidatos para defendê-la nos Estados e nos municípios, a tal “capilaridade política";
- Marina não tinha máquina pública trabalhando por ela;
- Marina foi o alvo preferencial (quase único) da candidata mais forte pelo partido mais forte e organizado, o PT;
- Não bastasse o item anterior, Dilma concorre à reeleição (a maior vantagem eleitoral já inventada neste país pelo ex-presidente FHC, o primeiro a ter se beneficiado dela);
- Marina também foi alvo de críticas duras de Aécio Neves e de Luciana Genro (PSOL);
- Até o ex-presidente Lula, dono de alto capital político, entrou em cena para atacar Marina;
- O ataque preferencial do PT a Marina deixou Aécio livre para crescer na reta final;
- A equipe de marketing de Marina era muito fraca na comparação com a dos adversários.
Havia erros, inconsistências e propostas ruins na candidatura Marina? Eu respondo que sim. Ela foi a coitadinha da eleição? Eu respondo que não porque os ataques contra ela, a meu ver, foram exatamente até a linha amarela que demarca o limite entre o que a regra permite e o que é baixaria. Em outras palavras, não achei que houve baixaria contra ela, houve, isto sim, uma campanha dura, impiedosa e muita vezes ardilosa, como no caso do Banco Central. Marina demorou para responder aos ataques? Sim, demorou demais, errou neste ponto. Ao vê-la tão serena e feliz na noite de domingo, após o resultado final, cheguei a imaginar que ela estivesse aliviada por ter sido derrotada.
Isto posto, não consigo acreditar que, em meio a tantas circunstâncias adversas, Marina tivesse condições de fazer papel muito diferente. Bradar a partir de agora que ela é uma força “menor”, “pequena”, “sem peso político”, interessa, no curto prazo, a quem teme a força dela na reta decisiva desta eleição. No longo prazo, porém, é razoável afirmar que PT e PSDB sentiram neste ano como a consolidação de uma terceira via pode ser devastadora para o futuro de ambos.

ALBERTO BOMBIG
06/10/2014