26 de julho de 2017

Dancing Brasil e sua inconveniente apresentadora.

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Xuxa na estreia da segunda temporada do “Dancing Brasil” (Foto: Reprodução/Record)

A segunda temporada do “Dancing Brasil” estreou na noite da segunda-feira (24) com jurada implacável, bronca e desabafo de participante, além das pérolas que saem da boquinha da idiotinha apresentadora sem noção..
O reality de dança teve início com Carla Prata, que não conseguiu uma boa performance e desabafou. “Não sabia que o trabalho era nesse nível de cobrança. Ele [seu par] está me ajudando nisso”, disse ela, que ficou com 18 pontos.
As notas surpreenderam Xuxa, que ficou pasma com a nota dada por Fernanda Chama para Carla: 5 pontos. Mas isso era só o começo da noite implacável da jurada. Em todas as apresentações, Fernanda sempre deu notas inferiores às dos colegas de júri.
O segundo a entrar no palco foi o belo e simpático Jesus Luz, que ficou com 13 pontos, a pior pontuação da noite. Ele foi sucedido por Suzana Alves, que ficou com 22 pontos e declarou: “Nunca mais quero parar de dançar na minha vida. É bom demais. A dança resgata seu interior. É uma alegria constante, muito bom”. Gostei de rever a tiazinha!
Em seguida, foi a vez de Carlos Bonow, que terminou com 17 pontos, Fernando Pires com 14 pontos e Aline Rosa, a cantora de axé que dançou salsa. “Foi uma loucura. Pra mim tudo aqui é novo”, contou ela, que ficou com 17 pontos.
Já Lexa, que teve pontuação 20, falou sobre fazer um programa de Xuxa: “Estar ao lado da Xuxa é um prazer, um sonho”. Que quiabeira! Que pobreza é o universo dos sonhos dessa gente!
Yudi, um dos participantes mais chatos de A Fazenda, falou sobre o desafio de dançar sendo baixinho, foi o campeão da noite com 25 pontos. “Me esforcei demais nos ensaios. A vitória já tá aí e eu tô feliz demais”, declarou ele, no seu português ruim. Será que não havia uma dançarina menos alta para dançar com o tamborete de anão? Ficou muito esquisito o par. 
Milene Dominguez, que pontuou 18, falou sobre se apresentar logo na estreia ao som do ritmo sensual bumba e fez uma autocrítica: “Foi ruim”. Gosto dessa garota! 
Raphael Sander, que ficou com 19 pontos, levou bronca de Fernanda Chama. “Eu não quero ver mais o galã, o mocinho. Esquece o galã e mostra a que veio”, disse a jurada ao ator, que não se soltou durante a dança. Fernandinha está ótima como jurada. Com Faustão, ela ficava meio bloqueada, talvez intimidada com a grossura do apresentador.
A jogadora de vôlei Jaqueline Carvalho foi a penúltima apresentação da noite. “Para mim está sendo um salto. Mas é um desafio, é muito gostoso”, disse ela, que ficou com 20 pontos.
O último a se apresentar foi Théo Becker. “É um desafio. Todos nós estamos nos transformando em seres humanos melhores”, comentou ele, que teve 17 pontos. Só estou vendo o programa por causa de Théo. Se ele sair, paro de ver. Vale a pena sublinha mais uma tirada de Xuxa, altamente inconveniente, em relação ao ator. Ora bem, é sabido que, depois da passagem de Theo pela Fazenda, a Record deu um gelo nele, nunca mais lhe deu trabalho por não terem aprovado seu comportamento no reality. Pois bem, em uma entrevista, Théo falou sobre seu drama, afirmando que foi muita imaturidade sua ter criado um personagem tão desagradável para viver no programa, que lhe vem custando tão caro. Inclusive, declarou que gostaria muito de ter uma nova chance em A Fazenda 9, para mostrar que não é aquela pessoa tosca e grosseira que mostrou, que aquilo foi fruto de sua imaturidade.
Sabendo o quanto essa passagem da vida do ator o incomoda, Xuxa não poderia jamais ter lembrado o chavão que Théo repetia na Fazenda, batendo no peito: “esse é irmão desse”. Mas a abestada, inconveniente e infantiloide apresentadora fez questão de lembrar isso. Foi visível o incômodo que causou em Theo. Abomino essa loura sem noção. A mulher perde excelentes oportunidades de ficar com a boca fechada! Falta de respeito!

7 de julho de 2017

Suzane Von Richthofen vai ser missionária evangélica!

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É inacreditável! Suzane Von Richthofen, que mandou o namorado e o irmão deste assassinar seus pais, enquanto o casal estava dormindo, que pouco se importou com os gritos da mãe, pedindo socorro, vai ser Pastora de uma igreja evangélica. É mesmo o fim do mundo!
O Pastor da tal igreja está ajudando à fria assassina Suzane von Richthofen e  o coitado do noivo a se tornarem missionários. É um espanto!

"Desde que conversei com Suzane, conheci uma outra pessoa. Acredito que ela está mudada". Este é o depoimento do pastor Euclides Vieira, que está ajudando a detenta Suzane von Richthofen e o noivo, Rogério Olberg, a se tornarem missionários na Igreja do Evangelho Quadrangular. "Ela fala olhando nos olhos, se emociona quando ouve sobre o evangelho. Ela me passou confiança de uma recuperação". Que homem ingênuo! Tão ingênuo como o tal noivo da prisioneira. Nem imagina a capacidade de dissimulação dessa víbora!
Amigo de Rogério desde 2005, Euclides foi procurado no começo de 2016 para se aconselhar sobre o possível relacionamento com Suzane. "Ele queria uma opinião, saber o que eu achava da situação, pois eles estavam praticamente namorando", lembra o pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular de Itapetininga, no interior de São Paulo, em entrevista ao UOL.
Condenada a 39 anos de prisão pela participação na morte dos pais, Suzane converteu-se ao protestantismo e foi batizada pela Assembleia de Deus no presídio. "Neste ano, ele me pediu que os visse. Eu atendi no dia seguinte e conversei com eles, orei pelos dois", conta Euclides. "Eles expressaram a vontade de fazer a obra missionária. Ela iria anunciar o evangelho, dar o testemunho do Senhor." É de pasmar! Suzane anunciando o Evangelho... 

Para se tornar uma obreira credenciada, como é chamado na igreja, é preciso seguir alguns passos. Primeiro, fazer um curso no Instituto Teológico Quadrangular. Depois, tem de passar por uma avaliação de especialistas e por uma série de entrevistas. "Então, a pessoa é levada para uma convenção e tem de ter uma indicação de um pastor local para ser aceita", explica Euclides. "Ela ficaria numa igreja fixa."
De acordo com o pastor, este processo leva entre dois e três anos. Por isso, ele sugeriu que ela começasse a fazer o curso por correspondência. "Mas se ela conseguir a liberdade em dezembro, como há a esperança, pode fazer presencial mesmo. Ainda está muito incerto, né?"
Euclides conta que vem recebendo duras críticas por apoiar a entrada de Suzane. "Quando a foto vazou e foi parar nas redes sociais, recebi um punhado de críticas, comecei a apanhar mais que pandeiro em samba."


Pastor há 14 anos, ele tem há nove um grupo próprio de auxílio a detentos e ex-usuários de drogas. "Já tive casos muito piores que os dela, mas como não são famosos, as pessoas não falam nada", argumenta Euclides. "Ela quer experimentar o que temos na igreja. Seu noivo é meu amigo, o Rogério é um menino bom, de caráter, mas eles estão sendo bombardeados. Tem dias que ele me liga por que não está aguentando a pressão." (Foge, Rogério, que é cilada!)
Euclides admite, no entanto, que este é um assunto no mínimo polêmico. "Não é uma unanimidade nem dentro nem fora da igreja, recebo críticas de todos os lados, falando que eu estou defendendo uma assassina. Mas eu não defendo, eu acolho, acredito na recuperação dela. Não é isso que devemos fazer?" Acolher é uma coisa, fazer dessa fria assassina, psicopata, uma missionária é outra coisa. 

Lucas Borges Teixeira
Colaboração para o UOL 06/07/2017 - 13h07