20 de junho de 2015

É dureza aturar Tatá Werneck!

VALDIRENE
DANDA
Protagonista da nova novela das sete, “I Love Paraisópolis”, a atriz e humorista Tatá Werneck ironizou algumas críticas que vem recebendo por causa da sua dicção em cena. As reclamações são de que o que ela fala não é compreendido pelo público. Em vez de ironizar sua insuportável falha, deveria ter a humildade de reconhecê-la e procurar travar a sua metralhadora verbal. Ô mulherzinha chatinha!
Antes de mim, o jornalista Flávio Ricco já havia destacado que suas falas são de difícil compreensão, por falar muito baixo e, ao mesmo tempo, com excessiva rapidez. O que é inadmissível em novelas, filmes e teatro. Flávio Ricco chegou a ironizar a comediante, ao dizer que as cenas em que ela aparece necessitam de legendas para um melhor entendimento. Concordo inteiramente com ele.

Além disso, na quinta-feira, dia 14, a jornalista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, deu nota zero para a atriz, dizendo que os telespectadores não entendem o que ela diz na trama, por causa da sua dicção. 
Tal defeito já era incômodo na novela Amor à Vida, na qual fez o papel super histriônico de Valdirene, uma garota mentalmente limitada que só dizia e fazia asneiras. O que está acontecendo é que a personagem Danda de I Love Paraisópolis não passa de um clone mal acabado da indigesta Valdirene, especialmente por que ser cômica em algumas situações, repetindo as mesmas sandices da maluquete de Amor à Vida. Só falta meter-se num salto alto e andar cambeta como a sua antecessora. Não é somente a personagem que apenas mudou de nome em I Love Paraisópolis, na trama ela vive situações bem semelhantes as da novela anterior, como ter dois homens disputando o seu amor, e ela fazendo joguinho com ambos, Danda é tão sem noção quanto Valdirene, burrinha comilona, interesseira e abestada como Valdirene. Ai, que canseira é aturar a talzinha Danda!
De acordo com o colunista de televisão Flávio Ricco, a atriz já tem recebido ajuda de um fonoaudiólogo, especialista em dicção, para corrigir o problema. Parece que não tem aprendido nada, pois continua com o acelerador ligado, atropelando o texto. 
Enfim, Tatá Werneck está no lugar errado. Se gosta de ser apalhaçada e sem noção, deveria ser despachada para o ZORRA TOTAl! A atriz, além de feiosa e sem charme, é "Monocórdica! Uma personagem só! I Love Paraisópolis é a segunda novela que faz. Parece ter incorporado a personagem da primeira e não consegue ser versátil, recriar-se para o novo papel... Parece achar que ser atriz é ser chata, careteira, repetitiva e atoleimada. 
I Love Paraisópolis é mais um fiasco novelistico da Globo. É arrastada, a trama é pobre, o núcleo da Favela é um porre, um festival de situações repetitivas, um amontoado de marginais cheios de gogó e, o mais curioso, nunca aparecem policiais no pedaço onde manda o caricata chefão explorador Grego. Bem, a novela é péssima. Mas, o que me incomoda mesmo é a presença tediosa e ridícula de Tatá Werneck. 
Eu que pensava que Babilônia era a pior de todas, agora já a vejo sem tanta rejeição. Pelo menos temos um elenco de peso que sabe o que seja a arte de representar. Só há uma personagem que abomino: a interpretada por Camila Pitanga. A atriz exagera na gritaria, nos barracos sucessivos por qualquer motivo, é sem classe, escandalosa, mal educada, grossa e antipática. É o tipo de mulher que quero ver sempre bem longe de mim e do meio que frequento. O advogado que a namora e é tratado a patadas é areia demais para o caminhãozinho da desvairada. Babilônia não é tão destituída de conteúdo. Depois comentarei esta novela e a maravilhosa Os Dez Mandamentos (Record).
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