16 de maio de 2013

Onde foi parar o sucesso das "Mulheres Frutas"?!


Tudo indica que o sucesso bem remunerado das exuberantes mulheres frutas do abundante pomar carioca está em irreversível declínio. Famosas pelos traseirões e peitões avantajados à custa de abundantes próteses de silicone, decotões e micro saias e, principalmente, pelos sensuais rebolados, todas eram muito celebradas em bailes funk e shows em comunidades e cidades interioranas, conheceram bem de perto o sucesso, os altos cachês e a presença na mídia. Mulher Melão, Mulher Melancia, Mulher Morango, Mulher Pera, além da super protéica Mulher Filé faziam a festa dos machos deslumbrados com tanta abundância de mau gosto e breguice dessas mulheres sem a mínima noção de proporção, de beleza e de estética. Algumas parecem aleijões, tamanha é a deformação das nádegas propiciada pelo excesso de silicone, como, por exemplo, a Valéria Poposuda e a Isis (Fazenda de Verão) que mais parecem ter bolas de futebol nos respectivos traseiros.
Atualmente, elas não são mais novidade, as bundudonas e peitudonas proliferam em toda parte, gente dançando o Funk tornou-se lugar comum... Pouco se fala nas deliciosas frutas perecíveis, os cachês já não são tão altos, os shows ficaram menos procurados. Aí, como fica a vida de mulheres ricas que viviam as funkeiras? O que sabiam fazer e ofereciam como atração está em baixa... Rebolar sensualizando a mulherada nas baladas e bailes funks já fazem primorosamente. Que concorrência!
Ora bem, a situação está ruim... A super gostosona Renata Frisson, conhecida como Mulher Melão está dando tratos à bola para adaptar-se à nova situação de estrela em decadência. Ela disse que gastava R$ 10 mil mensais em salão de beleza. Quando tinha que trocar o megahair então era muito mais, gastava muito e levava um vidão, pagava tudo para os amigos, bancava várias baladas. Mas não tenho ideia de quanto eu gastava por mês no total, porque nunca fui muito de fazer conta. Ia gastando e pronto. Depois de ter ficado pobre, os amigos sumiram. Sem dinheiro para esbanjar, foi obrigada a mudar o padrão de vida, contar os tostões e baixar a bola.
Poie é, a maré virou, o dinheiro secou e Renata Frisson, a Mulher Melão, teve que dizer adeus ao luxo e à vida de aparências. No começo do ano, ela deixou um caríssimo apart-hotel de frente para o mar, na Barra da Tijuca, no qual tinha toda a infraestrutura à sua disposição, para ir morar na casa de um amigo no bairro de Vila Valqueire, no subúrbio do Rio de Janeiro. O baque financeiro foi radical, marcando o início de severas mudanças de hábitos da nova rica empobrecida.
Para o Ego, ela afirmou que enfrentou uma mudança severa no seu estilo de vida. Gastava muito e fazia muito desaforo com meu dinheiro. O David Brazil vivia conversando comigo, dizendo que aquilo não era direito, eu dizia que ia mudar, mas só ia empurrando a decisão mais para frente.
Infelizmente, somente quando o número de shows caiu, ela resolveu que era hora de mudar de vida, pondo fim ao sonho de morar em um hotel cinco estrelas, pois não podia mais viver de aparências, colocar minha a para funcionar.
Agora, vive sozinha. Aprendeu a achar maravilhoso ficar em casa vendo um filminho. Aprendeu a lição tarde demais...
Continuo fazendo show e meu padrão de vida não caiu tanto. A questão é que agora eu economizo mais. Junta no banco e quer investir em um negócio para ela. Sabe que não vai viver do corpo para sempre e não quer ir para no Retiro dos Artistas sem nada. Nem tenho cartão de crédito mais. Foi a primeira coisa que eu cortei, sempre estourava o limite.
Para economizar faz as coisas para ela, faz tudo, lava a própria louça. Não frequenta mais salão, faz hidratação em casa. Não compra mais tanta roupa, está reciclando um monte de coisa que usou uma vez só, e tem gente que pensa que é novidade. E, quando quero me divertir, chamo os amigos que me restaram para bater papo em casa e cozinho para eles.




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