28 de dezembro de 2010

Iris Stefanelli, sempre linda e exuberante.

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A ex-BBB e repórter do TV Fama Iris Stefanelli ficou noiva do empresário Jerônimo Teixeira, no dia 20 de novembro. Eles, que estão juntos há dois anos e meio, fizeram uma festa para 150 pessoas, em Uberlândia, para comemorarem com amigos e familiares a data da oficialização do compromisso de casamento.

Além da aliança de ouro branco do casal, Iris ganhou do amado mais um belo anel da Tiffany. A festa, que durou até o amanhecer do domingo, tinha pista de dança e no cardápio havia queijos, saladas e pratos típicos da região mineira. A noiva, lindíssima como sempre foi e continua sendo, estava com os lindos olhos brilhando de felicidade.

O casamento da mais bela ex-BBB será realizado no mês de maio. Alguém duvida que Iris será uma estardalhaço de noiva, esparramando beleza e simpatia, elegância e glamour? Fico feliz por saber que Íris encontrou um homem a sua altura, um homem maduro, correto, parceiro, que a valoriza e ama.



19 de dezembro de 2010

Que mico, Suzana Vieira!!!

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Já fui uma grande admiradora da atriz Suzana Vieira, não perdia as novelas em que ela estrelava e encantava. Por isso mesmo, dá-me dó constatar que a criatura perdeu de vez a noção do ridículo no qual vem se deixando arrastar há muito tempo, desde que adentrou a terceira idade e passou a lutar para passar uma imagem de juventude, sensualidade e beleza que nem na mocidade teve.

Hoje, no entanto, tomei um susto ao ligar a TV no programa do Faustão e ver Suzana, espremida em um micro vestidinho tomara que caia, lançando o seu CD recém-gravado. Até aí, tudo bem. Ela poderia ter uma bela voz nunca exibida em público. Nada demais que a mostrasse agora.

Minha perplexidade explodiu quando a “divina dama” começou a cantar a primeira faixa do CD. Ai, Jesus, que aflição! Que pena senti de ver aquela figura patética, vestida de mocinha, desafinando do começo ao fim, naquele fio de voz que mais falava a letra que cantava, sem extensão vocal, sem nenhuma beleza naquele timbre de cantora de banheiro. Uma lástima!

Uma grande lástima testemunharmos tamanha decadência, só menor que a cega vaidade, narcisismo e ego hipertrofiado da idosa senhora Suzana Vieira. Ela está lançando um CD, Brasil Encena, com versões das trilhas sonoras das novelas que participou. Todas elas gravadas por cantores e cantoras consagrados pela qualidade da voz e da interpretação. A comparação seria inevitável! Ter a audácia de gravar músicas já gravadas com grande sucesso pelas estraordinárias e aplaudidíssimas Maria Rita, Zizi Possi e Marisa Monte, é um disparate.

Depois da performance, ela reconheceu e pediu desculpas por ter desafinado. Na hora de cantar Per Amore, da novela Por Amor, a atriz admitiu que não sabia a letra de cor. "Cadê a letra, gente?", perguntou à produção que, rapidamente, arrumou um teleprompter com a letra de Zizi Possi. Aí foi outro vexame vocálico, outro tsunami de desafinação, de falhas na letra, de palhaçada! E, assim mesmo, a criatura vai lançar a droga do CD em Portugal!

É de pasmar! É um tremendo despautério! Coisa de quem não está conseguindo envelhecer com sabedoria, que perdeu a noção do ridículo e dos limites. Quanto mais tomo ciência das extravagâncias exibicionistas de Suzana Vieira, mas cresce a minha admiração por Fernanda Montenegro, Rosamaria Murtinho, Glória Meneses, Irene Ravache, Nathalia do Valle, Ioná Magalhães, Tônia Carrero, Sônia Braga, dentre outras que estão envelhecendo com dignidade, com respeito por si mesmas e pelo nome que construíram no cenário da fama. Estas são atrizes e mulheres plurais, mulheres que honram o ser feminino e todas as conquistas do gênero.


14 de dezembro de 2010

Desabafo de Mulher Moderna

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São 6h...

O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede...Estou tão cansada... não queria ter que trabalhar hoje... Queria ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando, até...

Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles, se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas... Aquário? Olhando os peixinhos nadarem... Se eu tivesse tempo... gostaria de fazer alongamento... Brigadeiro... Tudo menos sair da cama e ter que engatar uma primeira e colocar o cérebro pra funcionar.

Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a infeliz matriz das feministas que teve a estúpida idéia de reivindicar direitos de mulher... queria saber PORQUE ela fez isso conosco, que nascemos depois dela...

Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós... elas passavam o dia a bordar, trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas, educando as crianças, frequentando saraus, ENFIM, a vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária.

Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã nem tão pouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconsequentes com ideias mirabolantes sobre "vamos conquistar o nosso espaço"!!! Que espaço, minha filha??? Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo aos seus pés. Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, pra tudo!!! Que raio de direitos requerer?

Agora eles estão aí, são homens todos confusos, que não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo foge da cruz... Essa brincadeira de vocês acabou nos enchendo de deveres, isso sim. E nos lançando no calabouço da solteirice aguda.

Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa do Bernard do vôlei - e olhe lá, porque naquela época não existia Bernard do vôlei.

PORQUE???.. me digam PORQUE um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o macharedo? Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso. Tava na cara que isso não ia dar certo!!!

Não aguento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir, e que sapatos combinar, que acessórios usar... tão cansada de ter que disfarçar meu humor, que sair sempre correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas que nem são meus!!!

E como se não bastasse, ser fiscalizada e cobrada (até por mim mesma) de estar sempre em forma, sem estrias, depilada, sorridente, cheirosa, com as unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, e especializações (ufffffffffffffffffff!!!!!!!). ..

Viramos super mulheres e continuamos a ganhar menos do que eles... Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço?

CHEGAAAAAAA!!!... eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela... ai, meu Deus, já são 6:30,tenho que levantar!..., e tem mais, quero alguém que chegue do trabalho, sente no meu sofá, coloque os pés pra cima e diga "meu bem, me traz um cafezinho, por favor?", descobri que nasci para servir.

Vocês pensam que eu tô ironizando? To falando sério! Estou abdicando do meu posto de mulher moderna....

Troco pelo de Amélia. Alguém se habilita?"
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(Autora: uma Executiva P... da Vida)!!!!
Publicado no Recanto das Letras
Código do texto: T129518

POISÉ, AS MULHERES LUTARAM TANTO PELA IGUALDADE DE DIREITOS, PELO RECONHECIMENTO DO SEU VALOR, DE SUA COMPETÊNCIA PROFISSIONAL, DE SUA CAPACIDADE PARA GERIR SUA VIDA, E APARECE UMA "EXECUTIVA" A CLAMAR PELA VOLTA DA LEI DO FEITOR, DA SUBMISSÃO, DA DEPENDÊNCIA FINANCEIRA E DA TUTELA DO MACHO.

NÃO CONCORDO COM ELA, MAS SEI QUE AINDA HÁ MUITÍSSIMAS MULHERES QUE SONHAM EM SER AMÉLIAS.I

E VOCÊ, O QUE ACHA DAS IDÉIAS DA AUTORA DO TEXTO?



5 de dezembro de 2010

Meu adeus à Mariane Maltese...

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Faltam-me as palavras para expressar o meu pesar. Sobram em mim os sentimentos. Uma grande desolação instalou-se a minha volta, desde o dia 2 à noite, quando recebi a notícia de que a minha querida amiga Mariane Maltese, a minha Miguxa, partiu.


Não mais verei seu avatar com a Pantera negra, dinâmica, correndo velozmente. Minha amiga partiu... Partiu assim, de repente, enchendo de perplexidade seus familiares e seus amigos, desolados diante da irreversibilidade do fato consumado.

Minha perplexidade não é menor. Estou com o coração pesado, porque é imensa a tristeza, é grande a frustração por não ter tido a chance de conhecê-la pessoalmente, como planejávamos e queríamos tanto.

Somente hoje, consegui reorganizar as idéias, equilibrar meu estado emocional para ter condições de falar nela e desafogar a emoção que sua memória desperta em mim. Mesmo se tratando de uma amizade surgida em um blog que nós duas freqüentávamos, mesmo sendo o que se costuma denominar “amizade virtual”, mesmo só nos conhecendo por fotografias, anos de troca de e-mails e telefonemas, construímos uma relação afetiva prazerosa, intensa, solidária, cheia de cumplicidade e entendimento, além da reciprocidade do bem querer que nos uniu em uma relação de amizade generosa e tão gratificante.

Quem conheceu Mariane Maltese, mesmo virtualmente, teve o privilégio de contatar com uma pessoa inteligente, amiga, íntegra, de espírito superior e dotada de qualidades que faziam dela aquela pessoa encantadora, simpaticíssima e tão querida.

É difícil mesmo pensar que ela não está mais entre nós, que não mais me enviará aqueles e-mails inteligentes, bem humorados, ricos em lições de vida e em expressões dos seus pensamentos acerca de tantas coisas que a interessavam ou que a preocupavam, sempre acompanhados de considerações interessantes. É difícil aceitar a sua morte repentina, inclusive porque fui acostumada a pensar que a morte é companheira da velhice e não de uma pessoa com menos de sessenta anos de idade, tão mais nova que eu mesma. Vivemos nossas vidas como se essa hora derradeira não existisse. E quando alguém querido morre, somos tomados pelo espanto, pela angústia do sentimento da perda, e pela tristeza.

Quando conseguimos atravessar os primeiros dias de aturdimento, começamos a administrar a dor e a assumir a consciência de que a morte não é o fim de tudo, mas sim o recomeço de outra forma de vida. Mas o caminho é lento. Perder uma pessoa amiga é como perder parte da nossa história. A sensação é de que sempre está faltando algo na nossa vida até que a angústia se transforme em doce lembrança. O tempo, somente o tempo, permite que a nossa mente se rearranje que aceitemos a ausência irremediável de quem ocupou um espaço tão importante em nossa vida.

Mariane Maltese, minha doce amiga, que a sua chegada na vida espiritual tenha sido a festa do reencontro com as pessoas que amou e que a antecederam no retorno para uma das muitas moradas do Pai. Que os Espíritos da Luz a amparem, iluminem e guiem em sua nova forma de vida. Sinto e sentirei saudades suas.

Agradeço-lhe por tudo quanto generosamente fez por mim, por todas as lições que me ensinou, pela gratificante amizade que me deu, irmã em suas bases, e por ter querido caminhar comigo, apoiando-me nos momentos em que precisei de apoio, animando-me quando o desânimo e o desencanto ameaçavam fazer-me fraquejar, dando-me afeto sempre que me senti carente e acreditando sempre em mim, em minha verdade. Obrigada, Miguxa.

Que Deus a abençoe, querida Miguxa! Que a Paz e a Serenidade de Cristo a envolvam. Até algum dia, que não deverá estar muito distante... Quem sabe?