5 de junho de 2014

O baixa qualidade das apresentadoras da Tv aberta.


É espantosa a baixa qualidade dos programas da TV aberta, especialmente aqueles cujas apresentadoras não tem um pingo de conteúdo, classe e inteligência suficiente para conquistar um público mais exigente em questões de qualidade. Dentre todas as apresentadoras que atuam no momento, a única que merece a minha atenção é Fátima Bernardes e seu ótimo programa “Encontros”, levado no horário da manhã. Inteligente, simpática, estilosa, refinada e culta, Fátima destaca-se em meio às aberrações que desfilam nas várias emissoras. Também faço justiça à Regina Casé que, no estilo de programa que lidera, é divertida,  e faz bem o que se propõe a fazer, além de Angélica em seu interessante "Estrelas". 
Ana Maria Braga em o “MaisVocê” é de uma chatice torturante, especialmente quando se mete a fazer discursinhos de auto ajuda, prodigalizando uma filosofia barata de almanaque dos anos cinquenta do século passado. Diz muitas asneiras e por não ter o desconfiômetro ativado já disse inconveniências sérias, graças às quais levou processo. Que se ativesse apenas às panelas, sem querer passar a falsa imagem de mulher culta que está longe de ser. E o que dizer das perucas medonha que usa? Que é de um mau gosto tão alarmante quanto o figurino que usa.
Livramo-nos da eterna adolescente Xuxa, depois de aturarmos aquela vozinha infantilóide bancando a menininha. Figura caricata, com poucos conhecimentos de língua portuguesa, por isso mesmo, uma vergonha ao se expressar (tu vai, tu pode, tu gosta...) assassinando a concordância e verbalizando toda sorte de vícios de linguagem e besteróis típicos de quem não tem o hábito de “pensar”, de ler e de buscar o aprimoramento dos conhecimentos. Já saiu tarde!
Não muito diferente da tola Xuxa é a mega abobada Luciana. Esta pontifica, graças ao marido influente na RedeTV, um programa espantosamente avacalhante, no qual ela se pavoneia ridiculamente arrotando uma competência que inexiste. Faz dó ver o festival de asneiras que diz essa alienada figura. Deve ser muito apreciada pela classe C e D. 
Eliana é outra chata de galochas, um prato indigesto para quem procurar algo interessante para ver. Nem merece longo comentário. Faz programa para as mesmas pessoas que apreciam Luciana, Xuxa e Ana Maria Braga e a superficialíssima Galisteu.
Mas, por mais fracas e sem interesse que sejam as antes citadas, nenhuma consegue ser pior que Sabrina Sato. Esta é uma agressão ao bom gosto e a sanidade mental dos telespectadores. A mulher tem uma voz de gralha histérica, um timbre de taquara rachada e nunca aprendeu a falar: ela grita, berra e gargalha como uma alucinada. E como diz asneiras, como fala errado... É um Deus nos acuda! Além de toda essa carga explosiva de idiotice, a mulher cultiva na testa enorme uma verruga vermelhuda, na certeza boçal de que tal anomalia é o seu charme, conforme afirma. Tenho imenso nojo de verrugas. Não suporto olhar para a cara da tal japa sem sentir asco. Coitada da Record... pagar tanto para ter uma apresentadora sem nenhuma aptidão para liderar um programa de qualidade. O que Sabrina tem para dar, senão fazer palhaçadas, exibir sua sacrossanta burrice e balançar o trazeiro metido em roupas apertadas? É a treva! É a decadência galopante da TV brasileira... Ainda bem que temos a TV paga, com programas liderados por mulheres com conteúdo, como Marilia Gabriela, como as quatro mulheres que apresentam o Saia Justa, além das âncoras do Fala Brasil, dentre outras que se destacam pela inteligência, pelo comedimento, pela classe como se apresentam.

2 de junho de 2014

Bizarrices da noiva



Uma noiva do Tennessee, nos EUA, chocou ao escolher uma forma "diferente" de levar a filha de apenas um mês ao seu casamento. Shona Carter-Brooks prendeu a recém-nascida à cauda de seu vestido de noiva e a arrastou pelo chão da igreja até o altar.
A atitude, é claro, causou indignação e a noiva recebeu ameaças de denúncia às autoridades de defesa dos direitos das crianças. Shona alega que a filha Aubrey estava "acordada e muito segura", além de "coberta por Cristo".
A cerimônia de casamento entre Shona Carter-Brooks e Johnathan Brooks aconteceu em Ripley no mês passado e as fotos do detalhe bizarro se espalharam pela internet gerando grande polêmica. A imagem da bebê na cauda continuam no perfil da mulher.
Os críticos à atitude de Shona dizem que o ato foi incrivelmente perigoso para a criança, que poderia ter se arranhado no carpete da igreja batista onde ocorreu a boda. "Me desculpe, mas se eu tivesse visto isso teria me levantado do meu lugar e tirado o bebê daquela situação. É algo muito idiota", escreveu uma das pessoas que reprovam a atitude no site Clutch.
"As pessoas me questionam por que fiz, fazem comentários negativos. Nós cremos que estamos cobertos pelo sangue daquele que nunca perde seu poder. Então para a mídia, rádio, jornais e quem mais que queira falar sobre o assunto: 'Mídia, mídia sei como funciona, independente da situação ou do propósito sempre haverá coisas negativas a se dizer! A resposta é que fizemos o que nós queríamos fazer, e enquanto Jesus estiver ao nosso lado tudo vai funcionar bem e continuar bem."
Que bizarrice!  Tão bizarro e de mau gosto como o bouquet da noiva sem noção!

18 de maio de 2014

Beijim no ombro pra filósofa brasileira...


Estamos vivendo uma época em que a violência explode por qualquer ninharia, mais das vezes resultando em assassinatos, danos físicos, vandalismo e absoluta ausência de tolerância. A juventude está cada vez mais sem freios, mais sem noção de gentileza, de respeito pelo outro e da importância da calma, do diálogo e dos valores éticos e morais. Não estou dizendo nenhuma novidade. Qual é o brasileiro/a que não sabe disso. Em meio aos noticiários mais alarmantes que vemos e ouvinos na TV diariamente, sobre violência urbana, percebemos que a música que está em alta nas estações de rádio é, lastimavelmente, uma escancarada incitação à violência, à intolerância e ao crime, especialmente vindo de quem vem: Valessa Popozuda. 
A “dama do beijinho no ombro” é um péssimo exemplo para a juventude, notadamente a dos bairros periféricos, a turminha funkeira que faz da cantora uma musa. 
Sendo assim, o efeito de um verso como esse é mais explosivo que um coquetel molotov na mente desses jovens, é uma incitação à violência:

“Bateu de frente, é só tiro, porrada e bomba.”

E o pior, um certo professorzinho, sem um pingo de noção de adequação, achou por bem meter essa infeliz frase numa prova, na qual a Popozuda pouco instruída era dada como “filósofa brasileira” em meio a grandes nomes da filosofia mundial. A aberração causou grande polêmica (deveria ter causado a demissão desse professorzinho sem noção), no público em geral e no meio acadêmico, mas, na periferia o mal está feito. Inclusive, a limitada dançarina ficou “se achando” uma séria candidata à Academia Brasileira de Letras.
O revoltante na atitude desse professorzinho sem noção é o seu empenho em privilegiar uma pessoa tão sem conteúdo, cafona, fake, boçal, desbocada e mal educada.
E o mais alarmante é o fato dessa pessoa quase sem instrução está convicta de que é uma pensadora (uma filósofa), uma grande personalidade reconhecida pela qualidade da letra de sua música. (Deus meu! É muita pérola jogada aos porcos!). Tanto que no programa do Serginho Groismann, teve o desplante de agradecer ao professorzinho sem noção que colocou a frase de sua música como uma das cinco opções no quesito de uma prova... Senti pena do ridículo da Popozuda, falando toda cheia de pose, numa atitude de absoluta ausência de qualquer noção de autocrítica! Essa mulher não sabe sequer o que vem a ser uma “pensadora”, uma “filósofa”... Em sua falta de autocrítica, aliada à sua ignorância, a coitada incorporou o rótulo de “Pensadora Brasileira”, em pé de igualdade com Descartes, Sartre, Heidegger, etc. 
Bom, talvez a Popozuda até seja mesmo uma grande pensadora, pois pensa com dois cérebros: um que tem na cabeça e outro, bem mais potente, na bunda.

Beijim no ombro pra filósofa brasileira...
Beijim no ombro pra bunda pensante do Brasil...