Tenho uma amiga que não vai à praia há 12 anos e vive repetindo que tudo o que mais queria era pisar na areia, molhar os pés, tomar sol e tudo o mais que tivesse direito...
Você poderia ficar imaginando quais motivos ela tem para não realizar esse desejo que parece ser tão grande e profundo (e quando a gente ouve o discurso dela, parece mesmo!).
Poderia pensar que ela tem algum problema grave que a impede de ir ou ainda que more há centenas de quilômetros do mar ou qualquer outro obstáculo que o valha.
Mas não! Ela não tem nenhum problema grave e mora há apenas 40 quilômetros da praia. Em menos de uma hora, poderia chegar lá!
Agora, vou te contar outro fato.
Tenho um amigo que nasceu sem os braços e sem as pernas. Ele tem a chamada síndrome de Hanhart e do alto de seus 28 anos de idade, embora tenha muitas limitações físicas, é incrivelmente cheio de vida e se quisesse ir à praia, encontraria um jeito em menos de 24 horas, posso apostar!
Seus sonhos são outros, mas o fato é que ele faz acontecer um a um, passo a passo, obstinadamente e botando muita gente no chinelo quando o quesito é ‘realização e sucesso’!
Sabe qual a diferença entre ela e ele?
É que ele tem um desejo real, tem vontade de verdade, ou seja, tem ATITUDE!
Ele faz por onde, vai atrás, aprende, pede ajuda, supera a si mesmo diariamente, mas não desiste do que quer de-jei-to-ne-nhum!!!
E é exatamente essa a diferença entre quem vive gritando aos quatro cantos do mundo que quer viver um grande amor, mas na hora do “vamos ver” não cede, não conversa, não pratica a tolerância e desiste na primeira ou segunda dificuldade..., e quem vai lá e se entrega, paga o preço, arrisca, revê suas crenças, escuta o outro, tenta chegar a um consenso na maioria das vezes e sabe que todo relacionamento passa por crises, fases chatas e obriga a gente a lidar com a irritação causada pela convivência e inevitáveis responsabilidades da vida real.
A triste notícia é que o mundo tá cheio de pessoas que querem viver um grande amor só enquanto ele não passa de uma poesia romântica, de uma idealização, de uma paixão arrebatadora.
Enfim, pessoas que insistem em se iludir com a ideia de que os relacionamentos só valem a pena enquanto ardem, enquanto aceleram, enquanto sacodem a rotina.
E, assim, se boicotam, são incoerentes consigo mesmas sem sequer se darem conta e, pior, estão sempre muito mais preocupadas em satisfazer seu ego e apontar os defeitos do outro do que em parar e se perguntar:
Você poderia ficar imaginando quais motivos ela tem para não realizar esse desejo que parece ser tão grande e profundo (e quando a gente ouve o discurso dela, parece mesmo!).
Poderia pensar que ela tem algum problema grave que a impede de ir ou ainda que more há centenas de quilômetros do mar ou qualquer outro obstáculo que o valha.
Mas não! Ela não tem nenhum problema grave e mora há apenas 40 quilômetros da praia. Em menos de uma hora, poderia chegar lá!
Agora, vou te contar outro fato.
Tenho um amigo que nasceu sem os braços e sem as pernas. Ele tem a chamada síndrome de Hanhart e do alto de seus 28 anos de idade, embora tenha muitas limitações físicas, é incrivelmente cheio de vida e se quisesse ir à praia, encontraria um jeito em menos de 24 horas, posso apostar!
Seus sonhos são outros, mas o fato é que ele faz acontecer um a um, passo a passo, obstinadamente e botando muita gente no chinelo quando o quesito é ‘realização e sucesso’!
Sabe qual a diferença entre ela e ele?
É que ele tem um desejo real, tem vontade de verdade, ou seja, tem ATITUDE!
Ele faz por onde, vai atrás, aprende, pede ajuda, supera a si mesmo diariamente, mas não desiste do que quer de-jei-to-ne-nhum!!!
E é exatamente essa a diferença entre quem vive gritando aos quatro cantos do mundo que quer viver um grande amor, mas na hora do “vamos ver” não cede, não conversa, não pratica a tolerância e desiste na primeira ou segunda dificuldade..., e quem vai lá e se entrega, paga o preço, arrisca, revê suas crenças, escuta o outro, tenta chegar a um consenso na maioria das vezes e sabe que todo relacionamento passa por crises, fases chatas e obriga a gente a lidar com a irritação causada pela convivência e inevitáveis responsabilidades da vida real.
A triste notícia é que o mundo tá cheio de pessoas que querem viver um grande amor só enquanto ele não passa de uma poesia romântica, de uma idealização, de uma paixão arrebatadora.
Enfim, pessoas que insistem em se iludir com a ideia de que os relacionamentos só valem a pena enquanto ardem, enquanto aceleram, enquanto sacodem a rotina.
E, assim, se boicotam, são incoerentes consigo mesmas sem sequer se darem conta e, pior, estão sempre muito mais preocupadas em satisfazer seu ego e apontar os defeitos do outro do que em parar e se perguntar:
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