25 de agosto de 2013

A Fazenda: Produto sob encomenda para o lixão!

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A cada dia o nível de vilania pegajosa e desclassificada sobe mais de nível no programa A Fazenda 6, um arremedo mal acabado e caricata do Big Brother Brasil. Não bastasse as canalhices, as zombarias, os risinhos de mofa e toda sorte de humilhação e desrespeito para com Denise Rocha, agora até o apresentadorzinho medíocre, sem classe e completamente destituído de cavalheirismo, refinamento e educação, sem o mínimo senso de profissionalismo e compostura uniu-se à corja de desclassificados selecionados para a edição em causa, para praticarem bulling na bela participante em rede nacional, durante o andamento dos trabalhos para a formação da roça, tal como aconteceu hoje, enchendo-me de asco.
 A atitude de todos com Denise foi reles, tão reles o quanto é esse reality preparado sob medidas para a classe D ou F, bem dignas do bom e refinado gosto da turma do extinto Carandiru.
Claro que a Record não é nenhuma Globo, com seu aparato de primeiro mundo, com uma produção que se esmera na qualidade dos produtos que oferece e com um alto nível de profissionalismo que não perde para as melhores emissoras do mundo. Todavia, não precisa descer tanto, como se estivessem produzindo um reality segundo o gosto da bandidagem do PCC, Comando Vermelho e congêneres.
O que se passou na roça de hoje excedeu em muito os limites da compostura, do bom gosto, para afundar no fétido lamaçal da pulhice, todos se comportando como canalhas, moleques, gentalha de quinta categoria. E tudo muito bem apoiado pelo senhor Brito Junior, inclusive com um legado da sua mediocridade, da sua falta de respeito por uma mulher que estava sendo destroçada moralmente, xingada, sendo alvo das chacotas de um bando de arremedo de homens da mais baixa categoria.
Um japonês baixotinho, cuja pior nanicagem é a mental e a moral, um sujeitinho sórdido que justificava seu voto contra Denise com um deboche vergonhoso, enquanto os demais gozavam na risota, no sarcasmo e nos comentários reles, a desconstrução que faziam da auto estima, do controle emocional e da dignidade da moça. Até os remédios controlados que ela necessita tomar foram evocados como motivos de xacota piadinhas de mal gosto acerca da sua sanidade mental. Insinuações levianas e maldosas eram ditas sem que o apresentados, conivente com a execração pública da jovem, tentasse coibir a os abusos.

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22 de agosto de 2013

Quando a sordidez triunfa!

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Sem a mínima competência para gerenciar um reality show de qualidade, interessante, de bom nível lúdico e moral, a primaríssima direção do evento insiste em forjar mistério em a mínima condição de provocar expectativas inteligentes que atraia o interesse dos espectadores. Ao contrário disso, gera uma série de desconfianças, devido à falta de transparência pelo excesso de salamaleques para darem a impressão de que estupendas surpresas vão ocorrer, provocando espanto e fruição de momentos de incríveis entusiasmo em todos. Tudo balela, tentativas de ludibriar o público , proteger alguns afilhados já escolhidos para vencerem o programa.Enquanto isto, fazem os outros concorrentes de paspalhos, e do público uma cambada de otários descerebrados. 

Para os que, já decepcionados com o andamento calhorda do programa, a direção de “A Fazenda 6” afunda, cada vez mais, na lama fétida da falta de transparência, da tapeação, das armações de bastidores, inclusive com a colaboração da mãe de uma das participantes, ávida pelos milhões e capaz de tudo para fazê-los chegar à conta bancária de sua aguada e ardilosa filha. 

Aliás, este procedimento desonesto já vem sendo posto em prática desde A Fazenda de Verão. Deforma escandalosa e explícita. Uma das evidências mais constantes dessa falta de transparência e de manipulações criminosas é o fato repetitivo de que ninguém sabe com antecedência o conteúdo da arca que é semanalmente aberta durante as votações, tendo ainda o agravante de ficar a mesma em um local da casa sede de fácil acesso a qualquer ninja que lá entre, na madrugada e troque os envelopes. Da mesma maneira duvidosa ocorreu quando um eliminação foi suspensa, há semanas passadas, sem nenhum aviso prévio ao público, como se esse mesmo público fosse uma manada de antas e toupeiras que não percebesse que alguma manobra ordinária fora aplicada para beneficiar alguém do interesse do sr. Carelli, cujo nome não é necessário mencionar, de tão sabido e claro. Isto, repetindo mais uma vez, sem nenhum aviso para o público que gasta com telefone, que perde tempo votando, ficando claro mais um golpe calhorda. 

Para dar uma disfarçada Desta vez, no último sábado (17), a produção do reality show decidiu avisar de antemão ao público que esta semana nenhum participante deixaria o programa, mas sem nada mais ser acrescentado, dando chances, assim, de mudarem as regras do jogo, se a eliminada não fosse a Barbye Evans. Todavia, pela falta de lisura e de competência até para ser desonesto, todo o aparato ridículo de Brito Junior para dar um aspecto mais transparente e mais claro ao procedimento da disputa foi um fracasso formidável, sem brilho, sem glamour. A roça que planejaram para ser apoteótica entre Bárbara, Denise e Yani nesta terça-feira (20), resultou em uma apagada, sem graça e medíocre farsa.

Ora, somente o público sabia que as três disputavam uma imunidade e que as duas perdedoras iriam para o celeiro até o sábado. O que aconteceria com elas, ninguém na fazenda sabia.. Bárbara saiu vencedora, mas os espectadores não souberam sua porcentagem. Numa tentativa de esconder prováveis favoritismos, a direção optou por esconder a quantidade de votos que cada peoa recebeu. Pegou mal. O público tem o direito de saber o desempenho de cada participante. Ele precisa ver seu voto representado. Existe, inclusive, uma empresa de auditoria contratada para garantir os resultados. Mas como confiar num resultado que não pode ser visto? Difícil.

Num reality show, a graça está em ver os participantes serem surpreendidos. O espectador não só gosta como precisa saber de tudo o que vai acontecer antes. É quase como se ele brincasse de Deus, decidindo o futuro dos confinados. Ao fazer o jogo ser tomado por mistério, a Record peca pela falta de clareza. Há que se ter transparência. Da mesma maneira, necessita-se de melhor planejamento. Se o fato de Denise e Yani irem para o celeiro deveria ser tratado como segredo, certamente ele já caiu por terra, uma vez que Bárbara ouviu as colegas comemorando. Esta é uma das melhores edições já realizadas de “A Fazenda”, mas falta aparar algumas arestas. Certos detalhes e cuidados são fundamentais.

E há mais para completar o quadro da baixaria fétida desse reality: o clima de violência generalizada, homens brutamontes agindo como trogloditas, agredindo as mulheres com covardes cusparadas no rosto, jogando-lhes baldes com água suja no rosto, latas vazias de cerveja, sacudindo esfregões encharcados de água enlameada no rosto de Denise, além das maledicências mais infamantes, as alusões mais pérfidas. Todavia, os shows de vilanias não fica apenas por conta dos covardões calhordas. Também as mulheres comportam-se como desclassificadas, trocando injurias com palavreado de baixíssimo calão, comportando-se como ordinárias, sem noção de respeito r dignidade.

Como muito bem escreveu Homero, “o que estão fazendo com a Denise é "bullying", apesar das reações de defesa e contra-ataque dela, sempre sem se exceder e até nem falar palavrões, sendo cuspida incessantemente por todos. E só, pois nem a Yani e o Marcos são seus amigos, pelo contrário, mesmo sua "amiga" das duas últimas semanas Andressa, virou fera e a agrediu , quando percebeu que a Bárbara estava forte, assim como a falseta da Yani, Marcos e Paulo, sendo que, o Marcos não precisa fazer jogo, pois já está na final.”

A agressão de Andressa contra Denise ontem foi planejada com Yane.segundo Andressa, era hora de começar a estressá-la, já que ela estava no celeiro, talvez na roça, para deixa-la nervosa e desestabilizada. Isto tem nome: CRUELDADE, SADISMO, VILANIA, COISA DE RAMEIRA. 



Continuo grande admiradora de Denise. Para mim, a única que merece ser a vencedora dessa Fazenda. No entanto, sei que o prêmio já tem dono. Até os paspalhos que estão na fazenda não enxergam que estão apenas fazendo figuração até o dia de verem Bárbara sair milionária nas barbas deles. Bando de mfrouxos!

12 de agosto de 2013

Uma notável escritora portuguesa...

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Hoje reservei um espaço especial para divulgar um belíssimo texto da escritora portuguesa Maria Elvira Bento. Apaixona-me a sensibilidade e a poeticidade que envolvem a prosa dessa mulher com alma de poeta.
Invoquei as forças do Universo. Sentia-me poderosa e livre

À esquina da tarde, quando a luz rósea do Sol se preparava para abraçar o mar, subi a uma rocha solitária e majestosa e olhei pausadamente o horizonte. Uni o polegar e o indicador, virados para cima, arqueei o corpo e invoquei as forças do Universo. Sentia-me poderosa e livre, prestes a levitar.
O tempo sentia-se suspenso. Parado. Nem o vento respirava. A serenidade parecia envolver o Mundo naquele começo de noite mágico, estonteante de encanto, soberbo de magia. Electrizante e iluminador. Do céu caíam partículas cintilantes, poeira de estrelas, que rapidamente cobriram a rocha, deixando-a como um trono cravado num invulgar rochedo.
Depois, o céu abriu-se num tom púrpura, cintilando entre o laranja e o verde-esmeralda. Foi um estonteante festival cósmico envolto em sons harmoniosos com vozes angelicais e acordes magníficos. O desejo de absorver tudo o que via e o querer que algo me fosse revelado, agitava-me. Baixei os braços com as palmas das mãos viradas para cima, esperei por brisas renascidas e desejei que uma chuva macia me envolvesse em âmbares e cristais e me fizesse sentir entre o sonho e a realidade.
Fiquei, como diz a lenda védica, com a leveza da folha, a graça da corça, a alegria do Sol, as lágrimas do orvalho, a inconstância do vento, a timidez da lebre, a dureza do diamante, a crueldade do tigre, a doçura do mel, o calor do fogo, o frio do gelo, o perfume das rosas.
Rodeada de luares, energias e exércitos de átomos, vindos do agora e dos confins do tempo, inspirei as vibrações do Universo e entrei em mundos poderosos e secretos, abertos por uma exclamação mística, dita sete vezes seguida com a voz mais poderosa: a voz do pensamento.
Luminosa e leve, tal como Fernão Gaivota (que vive em cada um de nós) olho agora as minhas asas alvas, adquiridas no Rochedo da Transformação e, então, tal como diz Gaivota, quebro as correntes do pensamento e deslizo sem pudor neste voo da noite.
Senti-me especial e divina. Fernão Capelo lembrou-me (uma vez mais) que não há limites. Lembrou-me a necessidade de superar as nossas fragilidades, medos e lançarmo-nos nos voos da descoberta e da realização. Ao despedir-me do Gaivota, que se preparava para voar dois mil e quatrocentos metros e aterrar em voo picado, ainda me gritou: “não te esqueças nunca de que a verdadeira Lei é aquela que conduz à Liberdade”
(Maria Elvira Bento)

Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação, que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o mais amargo.


(Confúcio)