30 de junho de 2010

A adolescente Diana de "Passione"

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Aguinaldo Silva, famoso por fazer posts de tom irônico no Twitter, usou seu Twitter para comentar a atuação de Carolina Dieckmann em “Passione”. A atriz atualmente interpreta a mocinha Diana na trama de Silvio de Abreu. 

“É impressão minha ou Carolina Dieckman está assim, fazendo a adolescente travessa, meio ‘Malhação’ em ‘Passione’?  postou Aguinaldo. Esta declaração de autor de novelas expressa exatamente o que acho da péssima interpretação da atriz, cheia de cara e bocas de sonsa e de adolescente vítima dos fados. Até o penteado e a cara lavada completa o perfil de uma adolescente que ela já não é há muitos anos.

 Além do mais, a personagem é uma chatinha de galochas, cabeça de vento, do tipo que, ao primeiro problema no casamento, corre para os braços do ex-namorado apaixonado por ela e põe um bom par de chifres na testa do consorte. As intermináveis DRs  e cobranças a que a tediosa e choramingas personagem submete o marido nem ele  está suportando.

A novela passaria muito bem sem esta figurinha sem sal.   Ela emagreceu demais, deixou o rosto escavacado e com aspecto de retirante na seca nordestina. Ainda é bonitinha, mas não tanto o quanto era antes de  perder  tanto peso. E sem maquilagem fica mais insípida e incolor, tal como apareceu como jurada na Dança dos Famosos, onde teve uma atuação fraca e infantilóide, salpicada de pieguices e trejeitos de dengosa. 

O que parece é que a infantilidade da criatura não está encarnada apenas na sua personagem na novela. Corre pelas praças e avenidas da Net que ela se rói de ciumeiras e de inveja de Mariana Ximenes, por esta está aparecendo muito mais no papel de vilã da trama, ficando aos queixumes no PROJAC. Haja saco!  

27 de junho de 2010

A beleza da mulher africana

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Existem razões de sobra para considerar a mulher africana, genuína,  uma das mais belas do mundo. Uma delas é a o magnífico efeito advindo da conjugação entre a cor  e o brilho da sua pele com o vibrante colorido dos tecidos africanos estampados com desenhos tipicamente nativos. Os adornos e a forma como se vestem completam o conjunto sui generis, exclusivo e sedutoramente belo:


Acrescente-se a isto tudo um fator diferenciador fundamental que assinala uma grande distância da mulher africana em relação às outras mulheres de outros continentes: ela é mais natural,  é a que, de uma forma simples e simultâneamente atrativa, revela um imenso talento para realçar a sua beleza, sem fazer uso dos recursos sofisticados oferecidos pela indústria de cosméticos.


Elas têm uma sensualidade espontânea e uma elegância na postura que devem ser próprias da raça negra. O andar ondulante, o olhar morno (olhos de ressaca, como diria Machado de Assis) e um certo ar de selvagem  inocência são os retoques finais com que a natureza finalizou essa estupenda escultura viva, essas deusas de ébano, esses estardalhaços de negritude.



25 de junho de 2010

Mulheres, tudo que é demais é muito!

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Modelos anoréxicas, esqueléticas, feias e com aparência doentia estão com seus dias contados nas passarelas dos grandes costureiros, são aves em extinção.




Já era tempo de se pôr um fim a visão de corpos esquálidos como sinônimos de elegância e beleza, como as modelos que aparecem nas fotos abaixo.

 Está começando uma revolução no padrão de beleza feminino. Por isso, esqueça as magérrimas modelos dominando os editoriais de moda, chegou a hora das mulheres normais assumirem o comando. Pelo menos é o que acredita a revista norte americana Glamour.


Depois de tantos leitores pedirem que fossem publicadas fotos com mulheres de verdade na revista, a editora-chefe Cindi Leive decidiu inovar e escolheu sete modelos lindíssimas – todas vestindo até cinco tamanhos maiores que as super tops.

A pergunta que permeia a edição da revista é: Por que toda super model tem que ser magra? A ideia da publicação é que toda mulher tenha o direito de ser e se sentir bonita mesmo tendo o que a indústria da moda considera defeito; barriguinha saliente, coxas grossas, bumbum avantajado, ombros largos, etc.
Kate Dillon, Ashley Graham, Amy Lemons, Lizzie Miller, Crystal Renn, Jennie Runk e Anansa Sims são algumas das modelos "super-size" escolhidas para estampar o editorial. Com belas curvas, nada as impede de fazerem sucesso como lindas mulheres.

Porém, não é preciso exagerar apostando na obesidade como protótipo da beleza feminina, correndo o risco de estimular a mulherada a adotar a adiposidade como moda.

Um dos assuntos mais comentados pela imprensa na Semana de Moda de Londres é a passarela de Mark Fast – e não exatamente por causa da moda do estilista. É que ele incluiu modelos mais cheinhas no seu casting. Ele não só apresentou corpos mais cheios de curvas como os acentuou em roupas justas. Aí estão imagens da nova coleção. Olhe e diga: o que você acha das modelos de Mark?


Por mim, prefiro a esbelteza saudável de Gisele Bündchem, com as necessárias curvas femininas disciplinadamente dentro das proporções ideais para a passarela.


Mas, acompanhando as tendências dos modismos atuais, temos outro pólo do exagero, tão contrário à feminilidade da mulher, quanto a magreza esquelética das modelos: as mulheres com corpos masculinizados por obra da prática do halterofilisno e outros exercícios pesados, antes só praticados pelos homens:


Será que a mulher do terceiro milênio, além dos recheios de silicone no corpo, do botox, megahair, plásticas e outros artifícios, vai ser uma versão feminina de Rambo?


Será que mulheres, como Francine com sua beleza natural, serão mostradas em esculturas nos museus, em fotografias ou em tela de pintores, como as mulheres de outrora eternizadas nas telas de grandes artistas?


Resta sabermos até quando irá a obsessão das mulheres por um corpo reconstruído, transformado, enfim, manipulado pelo bisturi, pela lipo, preenchimentos e botox. Como é estranho o aspecto de mulheres do terceira idade com os rostos petrificados pelo botox e sucessivas cirurgias faciais, para aparentarem uma juventude que a pele enrugada das mãos desmente! 

23 de junho de 2010

Hebe Camargo: uma extraordinária mulher!

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 Nascida em Taubaté, filha de Ester e Sigesfredo (Fego) Monteiro de Camargo, Hebe teve uma infância humilde. Na década de 1940, formou, com sua irmã Stella Camargo Reis, a dupla caipira "Rosalinda e Florisbela". Seguiu na carreira de cantora com apresentações de sambas e boleros em boates, quando abandonou a carreira musical para se dedicar mais ao rádio e à televisão.

Ela estava no grupo que foi ao porto da cidade de Santos buscar os equipamentos de televisão para a formação da primeira rede brasileira, a Rede Tupi. Foi convidada por Assis Chateaubriand para participar da primeira transmissão ao vivo da televisão brasileira, no bairro do Sumaré, em São Paulo, em 1950. No primeiro dia de transmissões da Rede Tupi, Hebe Camargo deveria cantar logo no início das transmissões o "Hino da Televisão", mas alegou estar doente e faltou ao evento, sendo substituída por Lolita Rodrigues, até hoje sua grande amiga.
  
Hebe já passou por todas as emissora de televisão do país, até fixar-se no SBT, desde 1986, onde tem seu programa ao vivo para uma platéia composta, predominan-temente, por pessoas pertencentes as classes A e B, não muito jovens, que são fãs incondicionais da apresentadora mais famosa e bem sucedida da Tv brasileira. E não é de admirar que assim seja, pois Hebe, não só é uma excelente profissional, é uma mulher inteligente, com domínio impecável da língua portuguesa, super simpática, elegante no vestir e no falar, glamourosa, feminina, educadíssima, refinada e, mais que tudo, é uma mulher com muita classe e compostura.

Com mais de oitenta anos de idade enfrentou uma doença grave com uma coragem absoluta, uma força interior impressionante, além da atitude positva de fé e de certeza de que ficaria curada. Nunca se lastimou, jamais se fez de coitadinha nem quando perdeu os fartos cabelos louros. O sorriso e a alegria nunca abandonaram a sua face abatida pelo pesado tratamento quimioterápico, da mesma forma que não abriu mão dos cuidados com a aparência.

No dia do seu retorno ao programa, apareceu bem mais magra, com o rosto abatido , mas metida num belo vestido, adornada com seus bijoux, maquiada e exuberante. Claro que foi aplaudidíssima por sua fiel platéia. Todavia, o momento que mais me emocionou naquela noite foi ver aquela admirável mulher dizer, com a mais extraordiária simplicidade, que perdera os cabelos, ficara careca e que a bela cabeleira loura que tinha na cabeça era uma peruca. Que lição de vida! Que exemplo para tantas mulheres que, como ela,  tiveram que raspar as cabeças devido a quimioterapia e se sentiam complexada, mutiladas!...  

Que aproveitemos muito a presença desta incomparável mulher entre nós, pois. No dia em que ela partir para o mundo espiritual, teremos perdido para sempre a única apresentadora da TV brasileira que tem os atributos essenciais que fazem dela um “modelo”, uma excessão, uma personalidade ímpar e sem nenhuma outra que esteja a sua altura. Hebe tem uma história de vida impecável, nunca envolveu-se em escândalos nem teve uma vida íntima povoada por sucessivos namorados mais jovens  e descartáveis ou se deu ao desfrute de casar-se com algum garotão interesseiro, jamais abriu mão do respeito a si mesma, sempre digna, exemplar, uma grande senhora!


 Que Deus conceda vida longa a esta extraordinária mulher!  
                

14 de junho de 2010

A beleza é essencial

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A mulher mais bonita que conheci pessoalmente era uma velhinha corcunda que morava perto da minha casa, quando eu ainda residia com meus pais. Seu rosto era uma página de bondade.
Ela vivia sozinha. Uma vez me chamou ao portão com tamanha humildade e doçura, que o aceno da sua mão mais parecia o movimento da asa de um querubim. Queria falar com a minha mãe, mas antes de solicitar isso, fez uma primeira pergunta querendo saber se poderia fazer a segunda.

Uma alma angélica, elegante e gentil. Quando disse que iria chamá-la, respondeu-me com um sorriso de imensa gratidão, como se o que eu fizera merecesse toda a reverência do mundo. Convidei-a para esperar no terraço. Ela recusou dizendo que estaria bem na calçada, não se considerando digna de entrar em nossa casa, muito embora não existisse um paraíso, em qualquer parte, que não pudesse se honrar com a sua simples presença.

Um dia escutei que ela se acordou numa manha de domingo e fez uma longa prece a Deus, contando-Lhe toda a sua vida. Morreu naquele mesmo dia, em luminoso silêncio, com a mesma sutileza do passarinho que pula do galho em direção ao céu. Encerrou-se, assim, um dos mais bonitos capítulos de santidade anônima que este mundo jamais presenciou. Avistei-a, se tanto, duas ou três vezes, mas a infinita beleza do seu espírito nunca abandonou os meus olhos e nem o meu coração.

A beleza nada tem a ver com cosmetismo. Ela é uma condição profunda, fundamental, permanente. Não se refere a qualquer tipo de avaliação epidérmica da aparência dos outros. A beleza exterior deve ser uma indicação, um cartão de apresentação, da beleza interior. O que é belo por fora é uma lembrança daquilo que é verdadeiramente bonito. Quando não é assim, a beleza é sempre uma decepção ou uma ilusão.

Disse Balley Ardrich que "o que é belo não morre: transforma-se em outra beleza" O que é belo de verdade, permanece. A passagem dos anos não lhe deteriora nem lhe mutila. Ele transcende a mera aparência. Ao contrário, aquilo que é superficialmente belo, falsamente belo, fenece.

Por mais que se esforcem os cirurgiões plásticos em suas técnicas e a farmacologia em suas substâncias "rejuvenescedoras", o tempo sempre vence. Isto é um fato. Não há escapatória para a decrepitude física através dos paliativos cosméticos. Uma maquiagem será sempre isso: um disfarce. Como um acessório pode até ter sentido, mas será deprimente se tomada como uma razão em si mesma.

Era um costume medieval o das mulheres furarem os dedos para extrair sangue e passar nas bochechas, com a finalidade de parecerem mais coradas. Uma mulher de aspecto anêmico era vista como pouco fértil e preterida, para efeitos matrimoniais, a uma outra de fisionomia mais rosada. Daí vem o hábito de usar "rouge". Está claro que pintar a cara de vermelho não torna mais promissora a saúde de ninguém. Melhor seria comer beterraba ou cenoura e manter uma dieta rica em ferro. É perfeitamente aceitável, entretanto, que se deseje acentuar certos atributos naturais, emoldurando-os com um ou outro recurso cosmético.

Considerando a psicologia feminina, todavia mais compreensível. Independentemente de gênero, porém, o risco está em dedicar-se mais a adornar a capa do livro do que a escrever o seu conteúdo. Um volume com excelente apresentação e recheado de páginas em branco não é um livro, mas um caderno, pois está vazio.
Não devemos permanecer bruma e aparência, mas sim nos tornarmos em algo melhor, interiormente. Não falo de erudição, que não passa de um outro tipo de maquiagem. Nem de obter títulos, que não diminuem a orelha de ninguém, como bem disse o Barão de Itararé. Refiro-me a acender a luz interior que permitirá, então, ver bem aquilo que é belo ou não.

Um anjo não contempla outra coisa senão a bondade, porque, ele próprio, é bondade. Nós também acabaremos por nos transformar naquilo que admiramos. Quem olha o bem, avizinha-se dele.

Desde uma ótica interior, a escória se separa do ouro, sem esforço. Tudo parece mais bonito quando miramos a partir de dentro de nós mesmos.

O melhor ponto de vista é o interno. Somente desse modo se pode enxergar o que verdadeiramente importa, sem sofisticação nem camuflagens. O mais simples se apresenta como o mais encantador. A pureza do coração purifica o olhar e, assim, pode-se contemplar a luz sem se ofuscar.

O que adianta uma face bela e rosada se a alma é pálida? Cultivar a beleza do corpo sem possuir um bom coração é como enfeitar um cadáver para o enterro.

Uma árvore pode parecer exuberante, mas a sua beleza não vem dos frutos, das folhas, do galho ou mesmo do tronco. Vem da raiz e, mais ainda, da semente.
Sim, a beleza é essencial: ela está na essência!


5 de junho de 2010

Mulheres, fingir não é a solução!

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O palco era aquela enorme cama king size completamente branca e macia. A peça era a noite de amor de um casal incandescente de desejo e paixão. E a cena principal era com a mulher que, como protagonista, convencia, como ninguém, o seu amado sobre a existência de uma explosão que no universo feminino muito se fala, mas pouco se conhece de verdade. O tema da peça: o orgasmo feminino.

- Ai, meu Deus, você é demais. Assim você me enlouquece. Eu não estou agüentando mais. Ai, ai, ai. Ui, ui, ui, você é maravilhoso. Aiiiii, nossa, fui ao céu e quase não voltei. É mais ou menos dessa maneira que muitas de nós representa o orgasmo em uma relação sexual. E esta representação se dá quando ele acontece, ou não! Os motivos, bom, dos motivos nós vamos falar agora. Talvez não consigamos nos lembrar de todos, mas dos mais corriqueiros, com certeza. Vamos falar também, além da necessidade de representar esta magnífica sensação, porque, muitas vezes, ela nos é tão inacessível?

Não podemos prescindir aqui de alguns fatores que incidem sobre a nossa vontade. A vontade, em primeiro lugar, seria a mola propulsora para a sensação que tanto almejamos. Muitas mulheres, apesar de terem sua libido em perfeito estado e ordem não conseguem priorizar a vontade de estar em completo envolvimento com o homem em uma relação sexual. Isso se deve à sua enorme preocupação com elementos, como seu corpo, suas roupas, seu cheiro e no que aquela relação vai dar (isso no caso de a relação ainda não estar consolidada).

Na hora do amor, muitas mulheres estão preocupadas em disfarçar e evitar as posições onde sua celulite não apareça, em que suas estrias não sejam notadas e que seus seios pareçam mais firmes do que são. É engraçado, mas elas idealizam posições fora da cama, de frente ao espelho, onde seus corpos assumem uma silhueta mais fotogênica, digamos assim, e querem que durante o sexo seus parceiros a vejam dessa maneira. Se a concentração está voltada para este ponto, como é que ela vai conseguir liberar seu corpo, sua mente e seu coração para sentir algo durante aquela relação? Concentração em sentir, seria um fator de grande relevância.

Cabeça de mulher é um universo indecifrável. Ela pensa tudo ao mesmo tempo. Ora sofre porque quer amar demais e outra porque não quer amar tanto. Sofre porque quer ser liberada e sofre porque tem que atender a conceitos impostos pela família, pela igreja e pela sociedade que a impedem disso. Este seria outro impedimento irrefutável. A mulher desenvolve bloqueios psicológicos que a leva a conflitos existenciais e de relacionamentos, muitas vezes dificílimos de serem resolvidos e que normalmente são refletidos na hora do sexo. 
 É intrínseco à dificuldade de a mulher sentir de verdade o orgasmo é a própria cobrança em sentí-lo. Cobrança dela e do parceiro. O orgasmo não é imprescindível. Não pessoal, não é. Aquilo que chamamos de explosão orgástica, na verdade é apenas um milésimo do prazer que podemos ter, que podemos alcançar. Muitas vezes deixamos de sentir todo o prazer que uma relação pode oferecer ao ficarmos obcecados por este instante. É importante compreender que este clímax que tanto buscamos tem muito mais chance de acontecer quando aprendemos a nos entregar de verdade à relação toda. Se relaxamos e curtimos a companhia do parceiro, a pele, o cheiro, as carícias sem nos importarmos muito se este vai ou não chegar, com certeza este prazer final virá.

Mais um empecilho ao orgasmo da mulher é sem duvida a rapidez com que o homem quer manter uma relação sexual. Para mulher que já aprendeu a "transar por transar", isto não é impedimento nenhum, mas para aquelas que precisam de toda uma história, e isto é regra para a maioria das mulheres, as carícias preliminares, o romance, a preparação, fazem muita falta mesmo. O que resolveria neste caso, quando o parceiro estiver mais apressadinho, e a mulher não conseguir acompanhar o seu ritmo, e tiver um orgasmo durante o coito, é o pós. O homem atencioso e que quer ver sua mulher satisfeita a ajudará, com carícias, com o sexo oral ou mesmo com novo coito onde ele agora, mais calmo, se dedique mais a ela.

Existe também o fator anatomia onde as diferenças de tamanho dos corpos e dos sexos dos dois não contribuem muito para que o sexo com penetração flua em um orgasmo de qualquer qualidade que seja. Um homem muito corpulento, com uma barriguinha avantajada e uma mulher pequena e o contrário também, um homem de estatura mediana com uma mulher mais gordinha, exigem posições sexuais especiais que contribuem para o prazer. Se o casal não estiver receptivo ou antenado a estas variações e só entender o sexo de uma maneira convencional, dificilmente ele será prazeroso.

Quanto à diferença de tamanho dos sexos, no caso de um pênis muito grande e uma vagina pequena, o cuidado e o carinho na hora da penetração resolvem isto bem. No contrário, onde a vagina é maior que o pênis, um recurso infalível são as contrações vaginais na hora da relação. Uma vagina forte pode ajudar muito a mulher nesta hora e o homem, de quebra, ganha sensações indescritíveis.
O que não pode!
Acreditar na conversa das amigas. Amigas têm a mania de mentir, dizendo que conhecem muito bem o orgasmo, que explodem nos braços dos seus homens e que você é a única no mundo que não sabe o que é isso. Isso deixa muita mulher maluca e elas transam obcecadas nesta sensação. Você é você e pronto. Construa o seu mundo sexual.
Fingir não vale. Fingir gera frustração, culpa, cobrança e desentendimentos irreversíveis na maioria das vezes, porque só se finge quando não se pode falar sobre o assunto e, neste caso, como em tudo na vida, todo problema que não é bem esclarecido só pode dar em confusão. Se o sexo de vocês não anda bem avalie com frieza de onde vem o problema e converse a respeito. Sem orgulho e sem vaidade, regra básica para um bom entendimento.

Não responsabilize totalmente o seu parceiro. Você é capaz de se realizar sexualmente sozinha? Sabe o que gosta de sentir? Onde gosta de ser tocada? Esta pode ser a chave para uma vida sexual plena. Se conheça bem, saiba sinalizar como gosta de sentir prazer e divida isto com ele. Regrinha básica: ninguém é responsável pela nossa felicidade ou infelicidade. Está em nós.

Deixe o mundo lá fora. Por favor, não leve ninguém pra dentro do quarto com vocês. Nem mamãe, nem papai, nem as freiras do colégio onde estudou, nem os santos para quem você reza. Ninguém! Não é todo mundo que tem talento para ser filmado nesta hora, né?
Deixa fluir, tudo que é fácil acontece melhor.


Autora: Jussara Hadadd é terapeuta holística,

especializada em sexualidade